Com a mudança na gestão, que até então era feita pela Arteris, o governo federal prevê investimentos superiores a R$ 15 bilhões, em 15 anos. Em contrapartida, a tarifa básica de pedágio será reajustada e deve subir dos atuais R$ 3,30 para R$ 4,60.
De acordo com o governo, os três primeiros anos concentram a fase mais pesada das intervenções, com previsão de até R$ 5 bilhões em aportes. As primeiras obras devem ocorrer na saída da Fernão Dias, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, com a construção de trincheiras e viadutos para melhorar o fluxo nos bairros Riacho e Jardim Riacho, em Contagem.
Outra frente considerada prioritária será na chegada a São Paulo, em Guarulhos, onde também estão previstas obras imediatas para reorganizar o tráfego. “Na saída de Contagem, são duas obras significativas, que vão conseguir conciliar o conflito e a convivência urbana com a rodovia e também, mais à frente, na chegada de Guarulhos”, disse Sampaio.
O pacote total inclui cerca de R$ 9 bilhões em obras de infraestrutura, como recuperação do pavimento, áreas de descanso para caminhoneiros, áreas de escape, faixas adicionais e passarelas. Outros R$ 7 bilhões serão destinados à operação e modernização do trecho, com iluminação em LED, ampliação da conectividade e instalação de câmeras para detecção automática de acidentes.
Também nesta segunda-feira, o governo federal anunciou o início das obras em outro segmento da BR-381 em Minas Gerais, sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). As intervenções entre Sabará e Caeté devem começar em abril. Já outro trecho, na saída de Belo Horizonte, ainda depende da remoção de famílias para que as obras sejam iniciadas.







