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string(97) "Nova chapa do PT para o governo de MG com Marília, Gabriel Azevedo e Jarbas é tema de reuniões"
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string(6258) "Reuniões e jantares marcados para a noite desta quarta-feira (27/5), em Brasília, devem acelerar uma articulação considerada improvável até pouco tempo atrás. Uma nova opção de chapa para o PT em Minas ganha forças nos bastidores com conversas que caminham para uma aliança entre Gabriel Azevedo (MDB), como candidato a governador, Marília Campos (PT) na disputa pelo Senado e o ex-procurador-geral de Justiça Jarbas Soares (PSB) como candidato a vice-governador.
Gabriel e Marília já teriam tratado do assunto. Falta agora convencer Jarbas, que está em Brasília e deverá tratar do assunto com interlocutores ainda nesta quarta-feira.
Entre as agendas para construção da aliança estão previstos encontros de lideranças petistas no Congresso Nacional e conversas com dirigentes nacionais dos partidos envolvidos, como o presidente do PT, Edinho Silva, e o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, além do presidente estadual do PSB, Otacilinho. O objetivo é destravar negociações que já vêm sendo construídas nos bastidores em Minas Gerais.
O PT tem pressa, quer uma definição breve e está preocupado com o prazo curto para mobilizar militância e construir uma candidatura no estado.
Desde o início do ano, o nome de Gabriel Azevedo circula entre petistas ao lado de outras lideranças do MDB, como o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Tadeu Leite (MDB), que era visto com simpatia por parte do PT. No entanto, até então, havia resistência dentro do MDB a uma aliança com os petistas. O MDB busca manter uma posição de maior independência na disputa nacional, o que dificultava a construção de um palanque conjunto em Minas.
Segundo relatos de bastidores, esse cenário começou a mudar. A direção nacional do MDB já teria dado aval para que o diretório mineiro e o próprio Gabriel conduzam as conversas e tomem a decisão mais adequada aos interesses do partido no estado.
Um encontro entre Gabriel e Marília, realizado nesta terça-feira (26/5), teria servido para alinhar discursos e definir estratégias para viabilizar a composição. Mas falta ainda aval do PT nacional.
Bom pra todo mundo
Para o PT, a chapa é vista como uma alternativa para estruturar uma candidatura competitiva e um partido com grande capilaridade no interior do estado. Já Gabriel Azevedo ganharia o apoio da base eleitoral ligada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Minas, sem ter que carregar um vice do PT, isso poderia fortalecer sua presença na disputa e ampliar as chances de chegar ao segundo turno.
A composição também atende a um objetivo estratégico dos petistas: garantir um palanque para a disputa presidencial sem abrir mão da candidatura de Marília Campos ao Senado, atualmente líder de pesquisas de opinião no estado.
Nos últimos dias, circulou nos bastidores a informação de que a direção nacional do PT poderia aumentar a pressão para que a ex-prefeita de Contagem aceitasse disputar o governo estadual, inclusive com participação direta de Lula nas conversas. Como resposta, aliados passaram a defender a alternativa de composição com Gabriel.
Inicialmente, Marília defendia uma aliança com o ex-prefeito de Belo Horizonte e pré-candidato do PDT ao governo, Alexandre Kalil. No entanto, tanto Kalil quanto setores do PT demonstraram resistência ao avanço da negociação.
Jarbas como vice
Jarbas Soares chegou a ser cogitado como possível candidato ao governo, mas encontrou resistências dentro do PT. Entre os argumentos levantados estavam a avaliação de que ele não teria densidade eleitoral suficiente para liderar a disputa e sua proximidade com o senador Rodrigo Pacheco (PSB), que acabou desistindo de entrar na corrida pelo Palácio Tiradentes após meses sendo incentivado por aliados petistas.
A avaliação predominante entre os articuladores é de que Jarbas teria mais potencial para agregar politicamente na condição de vice do que como cabeça de chapa. Além disso, sua presença contemplaria o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin, considerado um aliado prioritário do PT, que ficou sem espaço definido na composição mineira após a saída de Pacheco da disputa.
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Gabriel e Marília já teriam tratado do assunto. Falta agora convencer Jarbas, que está em Brasília e deverá tratar do assunto com interlocutores ainda nesta quarta-feira.
Entre as agendas para construção da aliança estão previstos encontros de lideranças petistas no Congresso Nacional e conversas com dirigentes nacionais dos partidos envolvidos, como o presidente do PT, Edinho Silva, e o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, além do presidente estadual do PSB, Otacilinho. O objetivo é destravar negociações que já vêm sendo construídas nos bastidores em Minas Gerais.
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Desde o início do ano, o nome de Gabriel Azevedo circula entre petistas ao lado de outras lideranças do MDB, como o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Tadeu Leite (MDB), que era visto com simpatia por parte do PT. No entanto, até então, havia resistência dentro do MDB a uma aliança com os petistas. O MDB busca manter uma posição de maior independência na disputa nacional, o que dificultava a construção de um palanque conjunto em Minas.
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Jarbas como vice
Jarbas Soares chegou a ser cogitado como possível candidato ao governo, mas encontrou resistências dentro do PT. Entre os argumentos levantados estavam a avaliação de que ele não teria densidade eleitoral suficiente para liderar a disputa e sua proximidade com o senador Rodrigo Pacheco (PSB), que acabou desistindo de entrar na corrida pelo Palácio Tiradentes após meses sendo incentivado por aliados petistas.
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