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Segundo Marina, a presença reduzida de mulheres no Congresso Nacional impacta diretamente o debate de pautas relacionadas à violência de gênero e ao feminicídio. "Nós temos um déficit de mulheres no Congresso. Quanto mais mulheres tivermos em condições reais de disputar e vencer, mais espaço haverá para pautas historicamente deixadas de lado", afirmou.
A declaração foi feita em meio às discussões sobre a composição da chapa liderada por Fernando Haddad (PT), pré-candidato ao governo paulista, para a disputa ao Senado em 2026. Entre os nomes citados estão Márcio França e Simone Tebet. Marina minimizou divergências internas na base aliada e afirmou que as negociações ocorrem de forma "tranquila".
Segundo a parlamentar, a federação Rede-PSOL reivindica a segunda vaga ao Senado. "Estamos nos colocando como pré-candidatos à segunda vaga. É legítimo que outros nomes também se coloquem. Vamos chegar ao melhor termo", disse.
Estratégia para São Paulo
Ao comentar o cenário político paulista, Marina afirmou que o estado precisa de uma estratégia de desenvolvimento baseada em inovação e sustentabilidade. "São Paulo precisa de visão estratégica. Não se governa um estado como esse apenas com privatizações e concessões. É preciso investir na bioindústria e na economia de baixo carbono", declarou.
A deputada também afirmou que o agronegócio brasileiro não deve ser tratado de forma homogênea e defendeu a modernização do setor por meio de inovação tecnológica e sustentabilidade.
Caso Master e Judiciário
Marina defendeu a apuração das denúncias relacionadas ao chamado caso Banco Master e apoiou a instalação de uma CPI. "Investigar é uma obrigação diante de fatos graves. É preciso usar todos os mecanismos para chegar à verdade e garantir a responsabilização", afirmou.
A parlamentar também criticou propostas de mudanças no Judiciário que, segundo ela, possam comprometer a autonomia entre os Poderes. "A Constituição deve ser respeitada. Reformas precisam fortalecer a transparência e os mecanismos de autocorreção, não interferir na autonomia das instituições", disse.
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Segundo Marina, a presença reduzida de mulheres no Congresso Nacional impacta diretamente o debate de pautas relacionadas à violência de gênero e ao feminicídio. "Nós temos um déficit de mulheres no Congresso. Quanto mais mulheres tivermos em condições reais de disputar e vencer, mais espaço haverá para pautas historicamente deixadas de lado", afirmou.
A declaração foi feita em meio às discussões sobre a composição da chapa liderada por Fernando Haddad (PT), pré-candidato ao governo paulista, para a disputa ao Senado em 2026. Entre os nomes citados estão Márcio França e Simone Tebet. Marina minimizou divergências internas na base aliada e afirmou que as negociações ocorrem de forma "tranquila".
Segundo a parlamentar, a federação Rede-PSOL reivindica a segunda vaga ao Senado. "Estamos nos colocando como pré-candidatos à segunda vaga. É legítimo que outros nomes também se coloquem. Vamos chegar ao melhor termo", disse.
Estratégia para São Paulo
Ao comentar o cenário político paulista, Marina afirmou que o estado precisa de uma estratégia de desenvolvimento baseada em inovação e sustentabilidade. "São Paulo precisa de visão estratégica. Não se governa um estado como esse apenas com privatizações e concessões. É preciso investir na bioindústria e na economia de baixo carbono", declarou.
A deputada também afirmou que o agronegócio brasileiro não deve ser tratado de forma homogênea e defendeu a modernização do setor por meio de inovação tecnológica e sustentabilidade.
Caso Master e Judiciário
Marina defendeu a apuração das denúncias relacionadas ao chamado caso Banco Master e apoiou a instalação de uma CPI. "Investigar é uma obrigação diante de fatos graves. É preciso usar todos os mecanismos para chegar à verdade e garantir a responsabilização", afirmou.
A parlamentar também criticou propostas de mudanças no Judiciário que, segundo ela, possam comprometer a autonomia entre os Poderes. "A Constituição deve ser respeitada. Reformas precisam fortalecer a transparência e os mecanismos de autocorreção, não interferir na autonomia das instituições", disse.