Desta vez, a confirmação foi dada aos fãs de vôlei com antecedência. A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) confirmou nesta terça-feira (4/8) que o Mundial de Clubes Feminino será disputado no Brasil pelo segundo ano consecutivo e com o Osasco como anfitrião, porém com um palco diferente. Veja abaixo as datas e o local que o torneio será realizado.

Em 2025, a entidade responsável pelo voleibol mundial conviveu com um impasse sobre a sede e só foi decidir que São Paulo sediaria a competição no fim de outubro. Pela falta de datas, o modesto Ginásio do Pacaembu foi escolhido.

Já para 2026, as conversas foram realizadas com antecedência, e a capital paulista foi novamente confirmada como sede – nesta ocasião, sem ser “em cima da hora” -, mas o ginásio será outro. Embora São Paulo receba a competição, o palco das partidas será o Wlamir Marques, que é utilizado pelo Corinthians nos jogos do Novo Basquete Brasil (NBB).

Além de confirmar o ginásio no tradicional Bairro do Tatuapé como sede, a FIVB anunciou que a competição vai de 8 a 13 de dezembro, repetindo o que ocorreu em 2025. No anúncio, a entidade comemorou que o torneio será no Brasil novamente.

“Os melhores clubes do mundo estão rumo a São Paulo! O Campeonato Mundial de Clubes Feminino de Vôlei 2026 está chegando ao Brasil: São Paulo de 8 a13 de dezembro. Prepare-se para seis dias de vôlei de classe mundial enquanto os principais clubes do mundo disputam o título”, disse a FIVB.

Equipes confirmadas no Mundial de Clubes Feminino de Vôlei

Finalistas do Sul-Americano Feminino de Vôlei, Bauru, que foi campeão, e Osasco já estão confirmados como representantes da América do Sul. Os outros poderosos times que estarão na disputa são os turcos VakıfBank e Eczacıbaşı, que decidiram a Liga dos Campeões de Vôlei com o primeiro sendo campeão.

Por também ser sede, a América do Sul tende a ter um participante a mais – em 2025, Alianza Lima-PER, Osasco e Praia Clube disputaram -, mas isso ainda não foi definido, assim como os outros participantes.

A Ásia costuma ter dois representantes, enquanto a África tem um. No entanto, pela desistência de um asiático no ano passado, a FIVB convidou uma equipe dos Estados Unidos: Orlando Valkyries.

Na última temporada, os italianos Scandicci e o Conegliano decidiram a final, com o primeiro sendo campeão do Mundial em São Paulo.