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Entre as medidas: a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda de até R$ 12 mil, com financiamento de imóveis de até R$ 500 mil, prazo de até 420 meses e juros competitivos; a antecipação do pagamento do 13º salário para aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS, com injeção de R$ 73 bilhões na economia entre abril e junho; e o lançamento da TV 3.0, com tecnologia de transmissão de última geração.
Além disso, foi apresentada a campanha publicitária O Brasil é dos Brasileiros, que valoriza ações como o Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Bolsa Família, investimentos em infraestrutura e a retirada de 20 milhões de pessoas do Mapa da Fome.
"O Brasil é um país que volta a sonhar e ter esperança. Um Brasil que dá a volta por cima e deixa de ser o eterno país do futuro, para construir hoje o seu futuro. Com mais desenvolvimento e mais inclusão social, mais tecnologia e mais humanismo. Que investe em saúde, educação e demais serviços públicos de qualidade. Que não tolera ameaças à democracia. Que não abre mão de sua soberania”, afirmou o presidente Lula no evento, em Brasília.
O evento também destacou conquistas da atual gestão, como o retorno ao top 10 das maiores economias do mundo, a menor taxa de desemprego em 12 anos, a abertura de 340 mercados internacionais, avanços na vacinação infantil, na educação em tempo integral, na saúde com o Mais Médicos e SAMU, recordes no agronegócio e no turismo, redução histórica do desmatamento, valorização da cultura e a realização do maior concurso público da história.
Pesquisas - A avaliação positiva do governo apresentou uma deterioração em março, mostrou pesquisa Genial/Quaest, e a desaprovação se descolou da aprovação, avançando com 15 pontos percentuais de diferença.
Segundo a pesquisa, 27% dos entrevistados avaliaram o governo como "positivo" em março. Na rodada anterior, em janeiro, eram 31%. Os que consideram a gestão regular ou negativa oscilaram de 28% em janeiro para 29% em março, e de 37% para 41% respectivamente.
Já a aprovação caiu de 47% para 41%, enquanto a desaprovação subiu de 49% para 56%.
Quase dois terços dos entrevistados na pesquisa Quaest acham que o presidente Lula não deveria se candidatar a um quarto mandato no ano que vem, e ainda assim ele lidera em todas as simulações de um eventual segundo turno.
De acordo com o levantamento, 62% dos entrevistados acham que Lula não deveria se candidatar à reeleição no ano que vem, contra 52% que pensavam assim na pesquisa anterior realizada em dezembro.
Ao mesmo tempo, 35% acham que Lula deveria se candidatar, contra 45% na pesquisa anterior, e 3% não souberam responder, mesmo patamar do levantamento de dezembro.
Lula aparece com 9% das intenções de voto espontâneas contra 7% de Jair Bolsonaro, atualmente inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas é citado por 1%, outros nomes não foram citados.
O presidente lidera todas as simulações de segundo turno e, no cenário disputa com Bolsonaro, a liderança é numérica pois a vantagem de Lula é de quatro pontos e, como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, ambos aparecem no limite do empate técnico. Lula aparece com 44% contra 40% do antecessor.
Nos demais cenários, Lula venceria a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro por 44% a 38%, bateria Tarcísio por 43% a 37%, derrotaria o governador do Paraná, Ratinho Júnior, por 42% a 35%, superaria o influenciador digital Pablo Marçal por 44% a 35% e triunfaria sobre o deputado federal Eduardo Bolsonaro por 45% a 34%.
Também ficaria à frente dos governadores de Minas Gerais, Romeu Zema, por 43% a 31%, e de Goiás, Ronaldo Caiado, por 44% a 30%.
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Entre as medidas: a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda de até R$ 12 mil, com financiamento de imóveis de até R$ 500 mil, prazo de até 420 meses e juros competitivos; a antecipação do pagamento do 13º salário para aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS, com injeção de R$ 73 bilhões na economia entre abril e junho; e o lançamento da TV 3.0, com tecnologia de transmissão de última geração.
Além disso, foi apresentada a campanha publicitária O Brasil é dos Brasileiros, que valoriza ações como o Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Bolsa Família, investimentos em infraestrutura e a retirada de 20 milhões de pessoas do Mapa da Fome.
"O Brasil é um país que volta a sonhar e ter esperança. Um Brasil que dá a volta por cima e deixa de ser o eterno país do futuro, para construir hoje o seu futuro. Com mais desenvolvimento e mais inclusão social, mais tecnologia e mais humanismo. Que investe em saúde, educação e demais serviços públicos de qualidade. Que não tolera ameaças à democracia. Que não abre mão de sua soberania”, afirmou o presidente Lula no evento, em Brasília.
O evento também destacou conquistas da atual gestão, como o retorno ao top 10 das maiores economias do mundo, a menor taxa de desemprego em 12 anos, a abertura de 340 mercados internacionais, avanços na vacinação infantil, na educação em tempo integral, na saúde com o Mais Médicos e SAMU, recordes no agronegócio e no turismo, redução histórica do desmatamento, valorização da cultura e a realização do maior concurso público da história.
Pesquisas - A avaliação positiva do governo apresentou uma deterioração em março, mostrou pesquisa Genial/Quaest, e a desaprovação se descolou da aprovação, avançando com 15 pontos percentuais de diferença.
Segundo a pesquisa, 27% dos entrevistados avaliaram o governo como "positivo" em março. Na rodada anterior, em janeiro, eram 31%. Os que consideram a gestão regular ou negativa oscilaram de 28% em janeiro para 29% em março, e de 37% para 41% respectivamente.
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Quase dois terços dos entrevistados na pesquisa Quaest acham que o presidente Lula não deveria se candidatar a um quarto mandato no ano que vem, e ainda assim ele lidera em todas as simulações de um eventual segundo turno.
De acordo com o levantamento, 62% dos entrevistados acham que Lula não deveria se candidatar à reeleição no ano que vem, contra 52% que pensavam assim na pesquisa anterior realizada em dezembro.
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