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string(75) "Ex-ministra da Saúde, Nísia Trindade entra na disputa por vaga na Câmara"
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string(3530) "A cientista política Nísia Trindade, ex-ministra da Saúde do Governo Lula e ex-presidente da Fiocruz, anunciou sua pré-candidatura a deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT) do Rio de Janeiro.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Nísia afirmou que tomou a decisão da candidatura a partir de conversas com pessoas próximas que consideraram sua trajetória como pesquisadora, professora, na pasta da Saúde e na Fundação Oswaldo Cruz, como primeira mulher a presidir o instituto.
A cientista política defendeu a “luta pela democracia” e considerou fundamental que o Congresso Nacional que “melhor represente a sociedade”.
“Venho para me unir a todas as pessoas que, nos mais diversos territórios, atuam pelo fortalecimento do SUS, pela educação pública de qualidade, pela ciência e tecnologia voltadas para o desenvolvimento ambientalmente sustentável e pela soberania de nosso país. É com este compromisso que pretendo representar você no Congresso Nacional”, afirmou Nísia.
A pesquisadora também disse que é “preciso ter muita coragem para travar lutas justas”, citando o negacionismo na pandemia de Covid-19, e afirmou que é por causas como esta que pretende defender caso seja eleita.
Quando era ministra da Saúde, entre 2023 e 2025, Nísia pautou seu mandato pela ciência e diálogo com a comunidade científica. Assim que tomou posse, ela criticou o governo anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), dizendo que a governança “trouxe um período de obscurantismo de negação da ciência, cultura” e de valores que “não gosta nem de denominar como civilizatórios”.
Nísia também defendeu a cooperação internacional e tecnologias em saúde para o enfrentamento de futuras pandemias, além do fortalecimento das capacidades nacionais de vigilância e garantia de produção, fornecimento e acesso universal a produtos de baixo custo relacionados à saúde.
A cientista deixou o governo em fevereiro de 2025, em meio a uma reforma ministerial, e foi substituída pelo médico infectologista Alexandre Padilha, que antes era ministro das Relações Institucionais. No Instagram, Padilha foi uma das pessoas que comemorou a pré-candidatura: "Vivaaaaa!!! Ganha muito a política fluminense, brasileira e o debate público da Saúde", escreveu
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Em vídeo publicado nas redes sociais, Nísia afirmou que tomou a decisão da candidatura a partir de conversas com pessoas próximas que consideraram sua trajetória como pesquisadora, professora, na pasta da Saúde e na Fundação Oswaldo Cruz, como primeira mulher a presidir o instituto.
A cientista política defendeu a “luta pela democracia” e considerou fundamental que o Congresso Nacional que “melhor represente a sociedade”.
“Venho para me unir a todas as pessoas que, nos mais diversos territórios, atuam pelo fortalecimento do SUS, pela educação pública de qualidade, pela ciência e tecnologia voltadas para o desenvolvimento ambientalmente sustentável e pela soberania de nosso país. É com este compromisso que pretendo representar você no Congresso Nacional”, afirmou Nísia.
A pesquisadora também disse que é “preciso ter muita coragem para travar lutas justas”, citando o negacionismo na pandemia de Covid-19, e afirmou que é por causas como esta que pretende defender caso seja eleita.
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Nísia também defendeu a cooperação internacional e tecnologias em saúde para o enfrentamento de futuras pandemias, além do fortalecimento das capacidades nacionais de vigilância e garantia de produção, fornecimento e acesso universal a produtos de baixo custo relacionados à saúde.
A cientista deixou o governo em fevereiro de 2025, em meio a uma reforma ministerial, e foi substituída pelo médico infectologista Alexandre Padilha, que antes era ministro das Relações Institucionais. No Instagram, Padilha foi uma das pessoas que comemorou a pré-candidatura: "Vivaaaaa!!! Ganha muito a política fluminense, brasileira e o debate público da Saúde", escreveu