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string(46) "Em almoço, Pacheco descarta filiação ao MDB"
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O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) informou a dirigentes do MDB que não pretende se filiar ao partido. A sinalização foi feita durante almoço nesta quarta-feira (4/3), em Brasília, com lideranças da legenda mineira, em meio às articulações para as eleições de 2026 em Minas Gerais.
Participaram do encontro o presidente estadual do MDB, deputado federal Newton Cardoso Júnior, o ex-vereador de Belo Horizonte Gabriel Azevedo, pré-candidato do partido ao governo de Minas, e o deputado federal Luiz Fernando Faria, atualmente no PSD. O encontro ocorreu na residência do senador.
O MDB deixou de ser opção para Pacheco justamente porque o partido já apresentou um nome próprio para a disputa ao Palácio Tiradentes. A sigla lançou, em 2025, a pré-candidatura de Gabriel Azevedo ao governo estadual, o que inviabiliza a entrada do senador sem provocar disputa interna pela cabeça de chapa.
Segundo interlocutores do senador, a candidatura ao governo de Minas está colocada, mas a definição partidária ainda está em aberto. Nos bastidores, o União Brasil é apontado como destino provável para uma eventual mudança durante a janela de filiação. Aliados de Pacheco, no entanto, afirmam que o cenário ainda pode sofrer alterações caso haja desistências ou rearranjos no tabuleiro político.
Após o encontro, Gabriel afirmou ao Estado de Minas que Pacheco reconheceu a pré-candidatura emedebista e indicou que não pretende se filiar à legenda até o prazo final de filiação partidária.
“Ouvindo do Rodrigo palavras de muito incentivo à minha pré-candidatura, compreendi que até o dia 4 de abril ele não se filia ao MDB porque reconhece que o nosso partido já apresentou o nome. Eu estou profundamente animado andando por Minas Gerais numa pré-candidatura ao estado, com apoio de prefeitos, vereadores e lideranças, e sigo em frente. A nossa pré-candidatura é para valer”.
O ex-vereador afirmou ainda que espera contar com o senador na articulação política do grupo e na formação de chapas proporcionais para as eleições. “Eu espero contar muito com o conhecimento, a capacidade e o empenho do senador Rodrigo Pacheco, que é respeitado e querido por todos os 853 municípios, onde há vereadores e prefeitos que possam resolver problemas e contaram com ele para resolver esses problemas”.
Ao comentar o cenário político no estado, ele criticou a polarização e defendeu um debate voltado a problemas concretos. “E Minas Gerais está cansada de briga que não leva as pessoas a lugar nenhum, de gente que só pensa em clique de internet sem pensar em como resolver a fila do hospital, a criança que não aprende e a estrada com buraco”.
Pressão de Lula
A decisão de Pacheco ocorre em meio à pressão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que o senador dispute o governo de Minas Gerais em 2026. Nas últimas semanas, Lula se reuniu com o ex-presidente do Senado, em Brasília, para discutir o cenário político no estado e a necessidade de construir um palanque competitivo para o campo governista no segundo maior colégio eleitoral do país.
Aliados do presidente avaliam que Pacheco reúne perfil de centro e trânsito político amplo, características consideradas estratégicas para enfrentar a polarização no estado.
Frente de centro
Enquanto Pacheco define seu caminho partidário, o MDB tenta consolidar uma frente política de centro em Minas Gerais. Segundo Gabriel Azevedo, o partido já iniciou conversas com PSDB e PSB para construir alianças eleitorais.
"Para além da candidatura estadual a governo, é muito importante nós lembrarmos que a democracia precisa de parlamento repleto de gente compromissada. Então, ao lado do senador Rodrigo Pacheco, formamos um time. Eu e ele vamos nos somar ao lado do presidente Newtinho e do Luiz Fernando Faria e de outros presidentes de partido que a gente começa a ligar neste momento, justamente por uma estratégia de formação de chapas de deputados federais e deputados estaduais”.
Nos últimos dias, o ex-vereador se reuniu em Belo Horizonte com o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) para discutir possíveis convergências na disputa pelo governo mineiro. Além dele, Pacheco também esteve com o presidente nacional do PSDB.
A estratégia da legenda é estruturar um grupo político que combine candidatura ao governo com chapas competitivas para deputado federal e estadual.
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Participaram do encontro o presidente estadual do MDB, deputado federal Newton Cardoso Júnior, o ex-vereador de Belo Horizonte Gabriel Azevedo, pré-candidato do partido ao governo de Minas, e o deputado federal Luiz Fernando Faria, atualmente no PSD. O encontro ocorreu na residência do senador.
O MDB deixou de ser opção para Pacheco justamente porque o partido já apresentou um nome próprio para a disputa ao Palácio Tiradentes. A sigla lançou, em 2025, a pré-candidatura de Gabriel Azevedo ao governo estadual, o que inviabiliza a entrada do senador sem provocar disputa interna pela cabeça de chapa.
Segundo interlocutores do senador, a candidatura ao governo de Minas está colocada, mas a definição partidária ainda está em aberto. Nos bastidores, o União Brasil é apontado como destino provável para uma eventual mudança durante a janela de filiação. Aliados de Pacheco, no entanto, afirmam que o cenário ainda pode sofrer alterações caso haja desistências ou rearranjos no tabuleiro político.
Após o encontro, Gabriel afirmou ao Estado de Minas que Pacheco reconheceu a pré-candidatura emedebista e indicou que não pretende se filiar à legenda até o prazo final de filiação partidária.
“Ouvindo do Rodrigo palavras de muito incentivo à minha pré-candidatura, compreendi que até o dia 4 de abril ele não se filia ao MDB porque reconhece que o nosso partido já apresentou o nome. Eu estou profundamente animado andando por Minas Gerais numa pré-candidatura ao estado, com apoio de prefeitos, vereadores e lideranças, e sigo em frente. A nossa pré-candidatura é para valer”.
O ex-vereador afirmou ainda que espera contar com o senador na articulação política do grupo e na formação de chapas proporcionais para as eleições. “Eu espero contar muito com o conhecimento, a capacidade e o empenho do senador Rodrigo Pacheco, que é respeitado e querido por todos os 853 municípios, onde há vereadores e prefeitos que possam resolver problemas e contaram com ele para resolver esses problemas”.
Ao comentar o cenário político no estado, ele criticou a polarização e defendeu um debate voltado a problemas concretos. “E Minas Gerais está cansada de briga que não leva as pessoas a lugar nenhum, de gente que só pensa em clique de internet sem pensar em como resolver a fila do hospital, a criança que não aprende e a estrada com buraco”.
Pressão de Lula
A decisão de Pacheco ocorre em meio à pressão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que o senador dispute o governo de Minas Gerais em 2026. Nas últimas semanas, Lula se reuniu com o ex-presidente do Senado, em Brasília, para discutir o cenário político no estado e a necessidade de construir um palanque competitivo para o campo governista no segundo maior colégio eleitoral do país.
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Frente de centro
Enquanto Pacheco define seu caminho partidário, o MDB tenta consolidar uma frente política de centro em Minas Gerais. Segundo Gabriel Azevedo, o partido já iniciou conversas com PSDB e PSB para construir alianças eleitorais.
"Para além da candidatura estadual a governo, é muito importante nós lembrarmos que a democracia precisa de parlamento repleto de gente compromissada. Então, ao lado do senador Rodrigo Pacheco, formamos um time. Eu e ele vamos nos somar ao lado do presidente Newtinho e do Luiz Fernando Faria e de outros presidentes de partido que a gente começa a ligar neste momento, justamente por uma estratégia de formação de chapas de deputados federais e deputados estaduais”.
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