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string(6490) "RACHA NA DIREITA
Em meio a mais um episódio do racha no campo da direita, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) se referiu ao vereador de Belo Horizonte Pablo Almeida (PL) como "vagabundo".
A afirmação foi feita em canal próprio no YouTube nesta segunda-feira (11/5), em resposta a ataques do deputado federal e ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (Novo), que acusou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de atuar contra interesses do país após sua mudança para os Estados Unidos.
Na publicação, Eduardo se defendeu das críticas de que havia fugido do Brasil e atrapalhado o pai. Ele se definiu como "valente" por ter tido coragem de sair do país para lutar "contra a ditadura" e "o sistema autoritário dos togados", referindo-se aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Para Eduardo, "é lamentável" que pessoas recortem um vídeo em que ele afirme que "não está nem aí" se o pai morrer e o divulguem para interpretação literal, sugerindo que ele não se importa com a vida do pai, sendo que, em suas palavras, ele é "o que mais se importa com a vida do meu pai, junto com os nossos familiares".
"Isso não foi o Salles que falou não, foi um vagabundo de um vereador lá de BH, que é o braço direito do Nikolas [Ferreira], o Pablo", disse Eduardo.
Em fevereiro deste ano, Pablo, que é ex-assessor de Nikolas, fez uma publicação com um corte de um vídeo em que Eduardo afirma: "Pode prender meu pai aí, lamento". Na época, outro filho do ex-presidente, Carlos Bolsonaro (PL), declarou que o partido está organizado para atacar diretamente os filhos Bolsonaro e os correligionários em muitos locais, o que "tem que ser corrigido". Posteriormente, o post original foi apagado.
Como justificativa, o ex-deputado federal enfatizou, no vídeo divulgado hoje, que deu as declarações na época sobre "não estar nem aí" se o pai fosse preso porque era sua forma de "dar o recado de que não iria se dobrar ao sistema", uma vez que "já conhece as regras do jogo".
O ex-deputado federal pontuou que nunca deu declarações sobre o assunto e esperou a poeira baixar para tal, mas que "isso que o Pablo fez é coisa de vagabundo". Eduardo argumentou que a maneira que o vereador encontrou para se "limpar" é "colar em Flávio Bolsonaro para tirar uma foto".
Flávio é o filho “01” de Jair Bolsonaro. Atualmente, ele é senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL.
“O Flávio está no meio de um turbilhão. Não mandei mensagem para ele nem enchi o saco dele com isso, mas aqui eu deixo claro: Pablo, vereador de BH, você é um vagabundo", disse Eduardo ao usar o adjetivo pela terceira vez.
'Completamente descabido'
Procurado pela reportagem, Pablo Almeida defendeu que o vídeo publicado não foi uma montagem e que tem "muitas outras prioridades" em BH para ter que se preocupar com o xingamento. Ao EM, ele relatou que se encontrou com Carlos Bolsonaro, com quem conversou sobre a situação e argumentou a respeito da necessidade de uma "união de todos", mas que a atitude de Eduardo não demonstra uma "prioridade" por essa união, uma vez que "fomenta esse tipo de ataque nas redes sociais".
O vereador considerou "completamente descabido" ser chamado de "vagabundo". "Em nenhum momento, eu xinguei Jair Bolsonaro e sua esposa, ou os chamei de ingratos, não só pelo meu caráter, mas pelo respeito que tenho por ele."
Pablo também questionou a crítica sobre sua aproximação com Flávio Bolsonaro. O vereador afirmou que Eduardo "tem que se decidir": "Ou reclamam de uma falta de apoio, ou dizem que estamos querendo tirar proveito".
Ele contou que a foto foi tirada em meio a uma agenda extensa de trabalhos em Belo Horizonte e que o objetivo da imagem era prestar apoio "enquanto vereador mais votado da história de Belo Horizonte, ao único candidato de direita capaz de tirar o PT do poder".
O vereador de BH também demonstrou estranhamento à crítica em um momento distante da polêmica da postagem. "Me estranha muito que em meio a críticas que o Eduardo vem sofrendo da direita, ele venha me atacar com algo de tempos atrás, que já foi resolvido, sendo que eu não tenho nada a ver com o planejamento eleitoral de São Paulo."
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A afirmação foi feita em canal próprio no YouTube nesta segunda-feira (11/5), em resposta a ataques do deputado federal e ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (Novo), que acusou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de atuar contra interesses do país após sua mudança para os Estados Unidos.
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Para Eduardo, "é lamentável" que pessoas recortem um vídeo em que ele afirme que "não está nem aí" se o pai morrer e o divulguem para interpretação literal, sugerindo que ele não se importa com a vida do pai, sendo que, em suas palavras, ele é "o que mais se importa com a vida do meu pai, junto com os nossos familiares".
"Isso não foi o Salles que falou não, foi um vagabundo de um vereador lá de BH, que é o braço direito do Nikolas [Ferreira], o Pablo", disse Eduardo.
Em fevereiro deste ano, Pablo, que é ex-assessor de Nikolas, fez uma publicação com um corte de um vídeo em que Eduardo afirma: "Pode prender meu pai aí, lamento". Na época, outro filho do ex-presidente, Carlos Bolsonaro (PL), declarou que o partido está organizado para atacar diretamente os filhos Bolsonaro e os correligionários em muitos locais, o que "tem que ser corrigido". Posteriormente, o post original foi apagado.
Como justificativa, o ex-deputado federal enfatizou, no vídeo divulgado hoje, que deu as declarações na época sobre "não estar nem aí" se o pai fosse preso porque era sua forma de "dar o recado de que não iria se dobrar ao sistema", uma vez que "já conhece as regras do jogo".
O ex-deputado federal pontuou que nunca deu declarações sobre o assunto e esperou a poeira baixar para tal, mas que "isso que o Pablo fez é coisa de vagabundo". Eduardo argumentou que a maneira que o vereador encontrou para se "limpar" é "colar em Flávio Bolsonaro para tirar uma foto".
Flávio é o filho “01” de Jair Bolsonaro. Atualmente, ele é senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL.
“O Flávio está no meio de um turbilhão. Não mandei mensagem para ele nem enchi o saco dele com isso, mas aqui eu deixo claro: Pablo, vereador de BH, você é um vagabundo", disse Eduardo ao usar o adjetivo pela terceira vez.
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Procurado pela reportagem, Pablo Almeida defendeu que o vídeo publicado não foi uma montagem e que tem "muitas outras prioridades" em BH para ter que se preocupar com o xingamento. Ao EM, ele relatou que se encontrou com Carlos Bolsonaro, com quem conversou sobre a situação e argumentou a respeito da necessidade de uma "união de todos", mas que a atitude de Eduardo não demonstra uma "prioridade" por essa união, uma vez que "fomenta esse tipo de ataque nas redes sociais".
O vereador considerou "completamente descabido" ser chamado de "vagabundo". "Em nenhum momento, eu xinguei Jair Bolsonaro e sua esposa, ou os chamei de ingratos, não só pelo meu caráter, mas pelo respeito que tenho por ele."
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O vereador de BH também demonstrou estranhamento à crítica em um momento distante da polêmica da postagem. "Me estranha muito que em meio a críticas que o Eduardo vem sofrendo da direita, ele venha me atacar com algo de tempos atrás, que já foi resolvido, sendo que eu não tenho nada a ver com o planejamento eleitoral de São Paulo."