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string(77) "Cleitinho volta a dizer que quer governar Minas: ‘Cuidar de quem precisa’"
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string(4338) "Após meses alternando declarações que ora indicam uma candidatura ao governo de Minas, ora adiam uma definição, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) voltou a afirmar que pretende disputar o Palácio Tiradentes. A declaração foi feita nesse domingo (28/6), durante discurso na Cavalgada de Pescador, realizada no Vale do Rio Doce. Apesar da manifestação pública, o parlamentar ainda evita confirmar oficialmente que entrará na corrida eleitoral.
Ao discursar para o público presente no evento, Cleitinho afirmou que seu compromisso, como senador, é representar todos os mineiros, independentemente de posicionamentos políticos, e disse que pretende levar essa mesma postura para o Executivo estadual caso confirme a candidatura.
"Minha obrigação é trabalhar para todo mundo, porque todo mundo paga meu salário rigorosamente em dia. Sabe por que eu quero ser candidato a governador? Para cuidar de cada um de vocês, mas, em especial, para aquela família que está ali, aquele pai que está segurando aquela criança especial, aquela mãe atípica que está ali. É por vocês que eu quero ser candidato a governador. É para cuidar de quem precisa", declarou.
Enquanto não bate o martelo, Cleitinho deixa o PL em “banho-maria”. Os liberais enxergam em Cleitinho um nome para liderar o palanque presidencial de Flávio Bolsonaro no estado, que é o segundo maior colégio eleitoral do país.
No início do mês, dirigentes do PL chegaram a demonstrar preocupação com a demora do senador e defenderam que uma resposta fosse apresentada antes do período das convenções partidárias. Posteriormente, no entanto, a legenda reduziu o tom da cobrança e agora trabalha com a expectativa de que a decisão seja anunciada na primeira quinzena de julho.
Cleitinho joga a decisão para frente. Durante discurso no plenário do Senado, na semana passada, voltou a adiar a decisão e afirmou que só pretende tratar do assunto depois do encerramento da Copa do Mundo, cuja final está marcada para 19 de julho, um dia antes do início do período das convenções partidárias. Antes disso, Cleitinho também havia recorrido às tradicionais festas de São João para justificar a demora em anunciar se disputaria ou não o governo mineiro.
Recentemente, ele também colocou em xeque o apoio de seu próprio partido, o Republicanos, para uma eventual candidatura ao Palácio Tiradentes. "Ele (presidente nacional da legenda, Marcos Pereira) garante que me dará a legenda para me candidatar, mas não confio 100%. Não sou amigo dele, tenho nojo de qualquer coisa que envolva partido", declarou, ao jornal O Globo.
Na mesma entrevista, o senador também minimizou a importância de confirmar antecipadamente uma candidatura e afirmou não fazer "nenhuma questão" de disputar o governo. "Mas está virando uma onda o meu nome. Como é que eu não venho a governador agora? Só que eu não preciso ficar latindo que sou candidato, não. Quem tem que fazer isso é quem está lá atrás nas pesquisas", disse.
Questionado sobre as chances de efetivamente entrar na disputa, respondeu de forma evasiva. "Hoje, 11. Amanhã pode ser um", afirmou. Na mesma conversa, Cleitinho disse que entrou para a política "para aparecer" e revelou que seu objetivo mesmo era construir uma carreira na televisão. "Na verdade, queria ser comentarista de futebol ou apresentador de TV igual ao Ratinho. Se um dia tiver uma proposta, largo essa merda aqui", declarou.
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Ao discursar para o público presente no evento, Cleitinho afirmou que seu compromisso, como senador, é representar todos os mineiros, independentemente de posicionamentos políticos, e disse que pretende levar essa mesma postura para o Executivo estadual caso confirme a candidatura.
"Minha obrigação é trabalhar para todo mundo, porque todo mundo paga meu salário rigorosamente em dia. Sabe por que eu quero ser candidato a governador? Para cuidar de cada um de vocês, mas, em especial, para aquela família que está ali, aquele pai que está segurando aquela criança especial, aquela mãe atípica que está ali. É por vocês que eu quero ser candidato a governador. É para cuidar de quem precisa", declarou.
Enquanto não bate o martelo, Cleitinho deixa o PL em “banho-maria”. Os liberais enxergam em Cleitinho um nome para liderar o palanque presidencial de Flávio Bolsonaro no estado, que é o segundo maior colégio eleitoral do país.
No início do mês, dirigentes do PL chegaram a demonstrar preocupação com a demora do senador e defenderam que uma resposta fosse apresentada antes do período das convenções partidárias. Posteriormente, no entanto, a legenda reduziu o tom da cobrança e agora trabalha com a expectativa de que a decisão seja anunciada na primeira quinzena de julho.
Cleitinho joga a decisão para frente. Durante discurso no plenário do Senado, na semana passada, voltou a adiar a decisão e afirmou que só pretende tratar do assunto depois do encerramento da Copa do Mundo, cuja final está marcada para 19 de julho, um dia antes do início do período das convenções partidárias. Antes disso, Cleitinho também havia recorrido às tradicionais festas de São João para justificar a demora em anunciar se disputaria ou não o governo mineiro.
Recentemente, ele também colocou em xeque o apoio de seu próprio partido, o Republicanos, para uma eventual candidatura ao Palácio Tiradentes. "Ele (presidente nacional da legenda, Marcos Pereira) garante que me dará a legenda para me candidatar, mas não confio 100%. Não sou amigo dele, tenho nojo de qualquer coisa que envolva partido", declarou, ao jornal O Globo.
Na mesma entrevista, o senador também minimizou a importância de confirmar antecipadamente uma candidatura e afirmou não fazer "nenhuma questão" de disputar o governo. "Mas está virando uma onda o meu nome. Como é que eu não venho a governador agora? Só que eu não preciso ficar latindo que sou candidato, não. Quem tem que fazer isso é quem está lá atrás nas pesquisas", disse.
Questionado sobre as chances de efetivamente entrar na disputa, respondeu de forma evasiva. "Hoje, 11. Amanhã pode ser um", afirmou. Na mesma conversa, Cleitinho disse que entrou para a política "para aparecer" e revelou que seu objetivo mesmo era construir uma carreira na televisão. "Na verdade, queria ser comentarista de futebol ou apresentador de TV igual ao Ratinho. Se um dia tiver uma proposta, largo essa merda aqui", declarou.