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“Nós temos um teto rígido, infelizmente. Gostaria de conceder reajuste aos servidores públicos. Agora continuo conversando com a equipe econômica para ver o que podemos fazer”, justificou Bolsonaro que atendeu ao pleito de reajuste dos policiais federais no Orçamento de 2022, deixando de fora os demais servidores e desencadeando uma crise em diversos órgãos federais.
Em 2016, o então deputado federal Jair Bolsonaro votou a favor da Emenda 95 que impôs o teto de gastos.
Na aprovação do Orçamento, o governo cortou verbas para a Receita provocando uma debandada de auditores fiscais que promentem realizar a maior greve de servidores desde 2012.
“Os servidores tiveram uma reforma previdenciária, inflação de 10% neste ano. Então está bastante difícil a situação deles. Não existe privilégio para nenhuma classe de servidor. No orçamento foi reservado cerca de R$ 2 bilhões para atender uma outra categoria que por ventura seja mais prejudicada”, disse Bolsonaro.
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“Nós temos um teto rígido, infelizmente. Gostaria de conceder reajuste aos servidores públicos. Agora continuo conversando com a equipe econômica para ver o que podemos fazer”, justificou Bolsonaro que atendeu ao pleito de reajuste dos policiais federais no Orçamento de 2022, deixando de fora os demais servidores e desencadeando uma crise em diversos órgãos federais.
Em 2016, o então deputado federal Jair Bolsonaro votou a favor da Emenda 95 que impôs o teto de gastos.
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“Os servidores tiveram uma reforma previdenciária, inflação de 10% neste ano. Então está bastante difícil a situação deles. Não existe privilégio para nenhuma classe de servidor. No orçamento foi reservado cerca de R$ 2 bilhões para atender uma outra categoria que por ventura seja mais prejudicada”, disse Bolsonaro.