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Sob regência do maestro associado José Soares, o repertório percorre diferentes épocas e estilos, com composições que vão de John Williams a Hans Zimmer, passando por sucessos como “Piratas do Caribe”, “O Rei Leão” e “O Senhor dos Anéis”. A proposta é transformar a sala de concertos em uma espécie de narrativa sonora, em que cada obra contribui para uma experiência contínua.
“A narrativa parte de uma paisagem marítima dos sons, com obras como ‘Titanic’, ‘A Pequena Sereia’ e ‘Piratas do Caribe’. Depois, seguimos para elementos da natureza e, mais adiante, para reflexões sobre heróis e aventuras. É um percurso pensado para envolver o público do início ao fim”, explica o regente.
O programa também evidencia a versatilidade da orquestra ao transitar por diferentes atmosferas - do lirismo delicado de “A Lista de Schindler” à grandiosidade épica de “Superman” e “O Senhor dos Anéis”. Essa variedade reforça o papel da música como elemento narrativo central, capaz de conduzir emoções mesmo fora do contexto original dos filmes.
Sem o apoio das imagens, a música assume o protagonismo e convida o público a recriar, ou até reinventar, as cenas na imaginação. “Propomos uma experiência da imagem a partir do som. Vamos além de recriar cenas conhecidas; mostramos a capacidade da orquestra de se fazer presente nas emoções e no inconsciente coletivo”, afirma Soares.
Apesar do caráter mais popular do programa, o maestro ressalta que o trabalho da orquestra mantém o mesmo rigor aplicado ao repertório tradicional. “Do ponto de vista prático, são os mesmos parâmetros de exigência. A diferença é que, em vez de uma única narrativa longa, temos várias obras menores que conduzem o concerto”, conta.
A escolha pelas trilhas de cinema também reforça o papel da música na construção de memórias afetivas. Para o regente, uma boa trilha vai além da tela. “A qualidade melódica, estrutural e da orquestração é o que faz uma música transcender o filme e encantar por si só”, diz.
Além disso, o concerto se apresenta como uma oportunidade de aproximação entre diferentes públicos. Ao reunir repertórios amplamente reconhecidos, a Filarmônica amplia o diálogo com quem talvez ainda não tenha o hábito de frequentar apresentações sinfônicas, sem abrir mão da qualidade artística. Programas como esse também costumam atrair novos públicos para a música de concerto. “É um prazer receber cada vez mais pessoas na Sala Minas Gerais. Queremos que quem vem pela primeira vez saia encantado e volte para outras apresentações”, finaliza.
Serviço
Filarmônica de Minas Gerais - Especial 'Música de Cinema'
Dias: Quarta (1º/4), quinta (2/4) e sexta (3/4)l
Horário: 20h30
Local: Sala Minas Gerais (Rua Ten. Brito Melo, 1.090, Barro Preto)
Ingressos: a partir de R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
Vendas: www.filarmonica.art.br e bilheteria
Informações: (31) 3219-9000
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Sob regência do maestro associado José Soares, o repertório percorre diferentes épocas e estilos, com composições que vão de John Williams a Hans Zimmer, passando por sucessos como “Piratas do Caribe”, “O Rei Leão” e “O Senhor dos Anéis”. A proposta é transformar a sala de concertos em uma espécie de narrativa sonora, em que cada obra contribui para uma experiência contínua.
“A narrativa parte de uma paisagem marítima dos sons, com obras como ‘Titanic’, ‘A Pequena Sereia’ e ‘Piratas do Caribe’. Depois, seguimos para elementos da natureza e, mais adiante, para reflexões sobre heróis e aventuras. É um percurso pensado para envolver o público do início ao fim”, explica o regente.
O programa também evidencia a versatilidade da orquestra ao transitar por diferentes atmosferas - do lirismo delicado de “A Lista de Schindler” à grandiosidade épica de “Superman” e “O Senhor dos Anéis”. Essa variedade reforça o papel da música como elemento narrativo central, capaz de conduzir emoções mesmo fora do contexto original dos filmes.
Sem o apoio das imagens, a música assume o protagonismo e convida o público a recriar, ou até reinventar, as cenas na imaginação. “Propomos uma experiência da imagem a partir do som. Vamos além de recriar cenas conhecidas; mostramos a capacidade da orquestra de se fazer presente nas emoções e no inconsciente coletivo”, afirma Soares.
Apesar do caráter mais popular do programa, o maestro ressalta que o trabalho da orquestra mantém o mesmo rigor aplicado ao repertório tradicional. “Do ponto de vista prático, são os mesmos parâmetros de exigência. A diferença é que, em vez de uma única narrativa longa, temos várias obras menores que conduzem o concerto”, conta.
A escolha pelas trilhas de cinema também reforça o papel da música na construção de memórias afetivas. Para o regente, uma boa trilha vai além da tela. “A qualidade melódica, estrutural e da orquestração é o que faz uma música transcender o filme e encantar por si só”, diz.
Além disso, o concerto se apresenta como uma oportunidade de aproximação entre diferentes públicos. Ao reunir repertórios amplamente reconhecidos, a Filarmônica amplia o diálogo com quem talvez ainda não tenha o hábito de frequentar apresentações sinfônicas, sem abrir mão da qualidade artística. Programas como esse também costumam atrair novos públicos para a música de concerto. “É um prazer receber cada vez mais pessoas na Sala Minas Gerais. Queremos que quem vem pela primeira vez saia encantado e volte para outras apresentações”, finaliza.
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Filarmônica de Minas Gerais - Especial 'Música de Cinema'
Dias: Quarta (1º/4), quinta (2/4) e sexta (3/4)l
Horário: 20h30
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