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Após a chegada, passam por identificação, avaliação clínica e biológica, tratamento e, sempre que possível, a reintrodução. O trabalho tem impacto direto na conservação da biodiversidade, no enfrentamento ao tráfico de fauna e na recuperação de espécies em risco.
As unidades contam com médicos veterinários, biólogos e tratadores. O fluxo de atendimento começa com a chegada dos animais, principalmente por ações de fiscalização, resgates em áreas urbanas ou situações de risco e entregas voluntárias. Em seguida, é realizada a triagem, que define se há condições de soltura imediata ou necessidade de tratamento.
“As principais funções de um Cetras são o recebimento, a triagem, o tratamento e a reabilitação de animais silvestres para retorno à natureza. O objetivo final é sempre a soltura”, destaca o coordenador da unidade do Cetras de Divinóplis, Sotero Greco.

Em caso de resgate, a orientação é não manter o animal em casa e procurar atendimento especializado (Montagem com fotos do Cetas BH, Moc e Juiz de Fora e Cetras Patos de Minas)
Em caso de resgate, a orientação é não manter o animal em casa e procurar atendimento especializado (Montagem com fotos do Cetas BH, Moc e Juiz de Fora e Cetras Patos de Minas)
Expansão dos centros de triagem
Os Cetras de Divinópolis e Patos de Minas têm gestão exclusiva do Governo de Minas, por meio do Instituto Estadual de Florestas (IEF), que compartilha a administração dos Cetas de Belo Horizonte, Juiz de Fora e Montes Claros com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Com relação à expansão da rede, duas estão em fase final de construção, em Gouveia e Januária, com inauguração prevista até julho de 2026. Também há unidades em conclusão em Paracatu e projetos para Uberlândia, Governador Valadares, Lavras e Montes Claros.
Além do atendimento técnico, os centros desempenham papel importante na educação ambiental, promovendo ações com escolas e comunidades para conscientizar sobre a conservação da fauna e os impactos da captura e manutenção irregular de animais silvestres.
No Norte de Minas, o Cetas de Montes Claros é referência regional, atendendo uma área extensa e de grande diversidade biológica. “A importância de um Cetas é devolver o animal à natureza para que ele cumpra seu papel biológico. Se você tem um animal silvestre em casa, faça a entrega voluntária”, orienta a coordenadora da unidade, Cilene Barbosa.
As unidades reforçam que, em caso de resgate ou posse irregular, a orientação é não manter o animal em casa e procurar atendimento especializado, garantindo o cuidado adequado e a destinação correta.
Para saber como proceder e acessar os canais de atendimento acesse:
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Após a chegada, passam por identificação, avaliação clínica e biológica, tratamento e, sempre que possível, a reintrodução. O trabalho tem impacto direto na conservação da biodiversidade, no enfrentamento ao tráfico de fauna e na recuperação de espécies em risco.
As unidades contam com médicos veterinários, biólogos e tratadores. O fluxo de atendimento começa com a chegada dos animais, principalmente por ações de fiscalização, resgates em áreas urbanas ou situações de risco e entregas voluntárias. Em seguida, é realizada a triagem, que define se há condições de soltura imediata ou necessidade de tratamento.
“As principais funções de um Cetras são o recebimento, a triagem, o tratamento e a reabilitação de animais silvestres para retorno à natureza. O objetivo final é sempre a soltura”, destaca o coordenador da unidade do Cetras de Divinóplis, Sotero Greco.

Em caso de resgate, a orientação é não manter o animal em casa e procurar atendimento especializado (Montagem com fotos do Cetas BH, Moc e Juiz de Fora e Cetras Patos de Minas)
Em caso de resgate, a orientação é não manter o animal em casa e procurar atendimento especializado (Montagem com fotos do Cetas BH, Moc e Juiz de Fora e Cetras Patos de Minas)
Expansão dos centros de triagem
Os Cetras de Divinópolis e Patos de Minas têm gestão exclusiva do Governo de Minas, por meio do Instituto Estadual de Florestas (IEF), que compartilha a administração dos Cetas de Belo Horizonte, Juiz de Fora e Montes Claros com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Com relação à expansão da rede, duas estão em fase final de construção, em Gouveia e Januária, com inauguração prevista até julho de 2026. Também há unidades em conclusão em Paracatu e projetos para Uberlândia, Governador Valadares, Lavras e Montes Claros.
Além do atendimento técnico, os centros desempenham papel importante na educação ambiental, promovendo ações com escolas e comunidades para conscientizar sobre a conservação da fauna e os impactos da captura e manutenção irregular de animais silvestres.
No Norte de Minas, o Cetas de Montes Claros é referência regional, atendendo uma área extensa e de grande diversidade biológica. “A importância de um Cetas é devolver o animal à natureza para que ele cumpra seu papel biológico. Se você tem um animal silvestre em casa, faça a entrega voluntária”, orienta a coordenadora da unidade, Cilene Barbosa.
As unidades reforçam que, em caso de resgate ou posse irregular, a orientação é não manter o animal em casa e procurar atendimento especializado, garantindo o cuidado adequado e a destinação correta.
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