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string(56) "Irã ameaça atacar embaixadas de Israel em todo o mundo"
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string(4575) "O governo de Teerã ameaçou atacar embaixadas de Israel em todo o mundo caso a sua própria embaixada em Beirute seja atacada pelas forças israelenses.
"Se Israel cometer tal crime, nos obriga a tornar todas as embaixadas israelenses do mundo alvos legítimos", declarou Abolfazl Shekarchi, porta-voz das Forças Armadas do país.
Enquanto isso, o grupo xiita libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, afirmou que está em combate direto com tropas israelenses no sul do Líbano.
Tel Aviv, por outro lado, já pediu à saída dos cidadãos no sul do território libanês.
As Forças Armadas de Israel haviam alertado os representantes iranianos que ainda estavam no Líbano na terça-feira (03) para que deixassem o país imediatamente ou corriam o risco de serem alvejados, dando-lhes 24 horas para partir.
Desde segunda-feira, os ataques das forças israelenses fizeram 72 mortos e levaram à fuga de mais de 83 mil residentes do sul do país, segundo as autoridades libanesas. O Ministério da Saúde do Líbano também comunicou que cerca de 437 pessoas ficaram feridas nestas ofensivas, que foram uma retaliação pelos atentados do Hezbollah a Israel.
Israel atingiu complexo militar de forças de elite em Teerã
O exército israelense ainda anunciou hoje ter bombardeado um complexo militar e de segurança em Teerã, incluindo bases da Guarda Revolucionária, a força de elite Qods e da milícia paramilitar Bassidj. “Esse complexo abrigava postos de comando de "todas as organizações de segurança iranianas", indicou.
A Força Qods é o ramo dos Guardas da Revolução, que é responsável pelas operações externas e auxilia em operações militares os grupos apoiados pelo Irã, como o Hamas, na Faixa de Gaza, e o Hezbollah. Já a milícia Bassidj é uma força paramilitar voluntária criada pelo antigo líder supremo o Ayatollah Khomeini, e atua como uma unidade de segurança interna, focada na monitorização da moralidade pública e repressão de protestos.
Além disso, após a morte do último líder supremo iraniano Ali Khamenei pelas ataques israelenses, Tel Aviv já afirmou que, independentemente de quem for escolhido para ser o novo líder supremo, será alvo de eliminação. "Todo o líder nomeado pelo regime terrorista iraniano para continuar e liderar o plano de destruir Israel, ameaçar os Estados Unidos, o mundo livre e os países da região, e oprimir o povo iraniano, será alvo de eliminação", garantiu o ministro da Defesa israelense, Israel Katz.
Enquanto isso, Pequim se comprometeu vai enviar um enviado para mediar as tensões no Médio Oriente, anunciou o ministro chinês dos Negócios Estrangeiros.
Pequim "enviará um enviado especial para assuntos do Médio Oriente aos países da região para facilitar a mediação", disse Wang Yi durante uma conversa telefónica com o homólogo saudita, o príncipe Faisal bin Farhan, segundo comunicado oficial de Pequim.
A China é próxima do Irão e apoia Teerã na defesa da soberania, ao mesmo tempo em que insta Israel e os Estados Unidos a cessarem operações militares.
Pequim "sempre foi uma força para a paz e está disposta a continuar a desempenhar um papel construtivo".
"A China insta veementemente todas as partes a retornarem ao diálogo e às negociações o mais breve possível e a evitarem uma escalada ainda maior das tensões", acrescentou.
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Tel Aviv, por outro lado, já pediu à saída dos cidadãos no sul do território libanês.
As Forças Armadas de Israel haviam alertado os representantes iranianos que ainda estavam no Líbano na terça-feira (03) para que deixassem o país imediatamente ou corriam o risco de serem alvejados, dando-lhes 24 horas para partir.
Desde segunda-feira, os ataques das forças israelenses fizeram 72 mortos e levaram à fuga de mais de 83 mil residentes do sul do país, segundo as autoridades libanesas. O Ministério da Saúde do Líbano também comunicou que cerca de 437 pessoas ficaram feridas nestas ofensivas, que foram uma retaliação pelos atentados do Hezbollah a Israel.
Israel atingiu complexo militar de forças de elite em Teerã
O exército israelense ainda anunciou hoje ter bombardeado um complexo militar e de segurança em Teerã, incluindo bases da Guarda Revolucionária, a força de elite Qods e da milícia paramilitar Bassidj. “Esse complexo abrigava postos de comando de "todas as organizações de segurança iranianas", indicou.
A Força Qods é o ramo dos Guardas da Revolução, que é responsável pelas operações externas e auxilia em operações militares os grupos apoiados pelo Irã, como o Hamas, na Faixa de Gaza, e o Hezbollah. Já a milícia Bassidj é uma força paramilitar voluntária criada pelo antigo líder supremo o Ayatollah Khomeini, e atua como uma unidade de segurança interna, focada na monitorização da moralidade pública e repressão de protestos.
Além disso, após a morte do último líder supremo iraniano Ali Khamenei pelas ataques israelenses, Tel Aviv já afirmou que, independentemente de quem for escolhido para ser o novo líder supremo, será alvo de eliminação. "Todo o líder nomeado pelo regime terrorista iraniano para continuar e liderar o plano de destruir Israel, ameaçar os Estados Unidos, o mundo livre e os países da região, e oprimir o povo iraniano, será alvo de eliminação", garantiu o ministro da Defesa israelense, Israel Katz.
Enquanto isso, Pequim se comprometeu vai enviar um enviado para mediar as tensões no Médio Oriente, anunciou o ministro chinês dos Negócios Estrangeiros.
Pequim "enviará um enviado especial para assuntos do Médio Oriente aos países da região para facilitar a mediação", disse Wang Yi durante uma conversa telefónica com o homólogo saudita, o príncipe Faisal bin Farhan, segundo comunicado oficial de Pequim.
A China é próxima do Irão e apoia Teerã na defesa da soberania, ao mesmo tempo em que insta Israel e os Estados Unidos a cessarem operações militares.
Pequim "sempre foi uma força para a paz e está disposta a continuar a desempenhar um papel construtivo".
"A China insta veementemente todas as partes a retornarem ao diálogo e às negociações o mais breve possível e a evitarem uma escalada ainda maior das tensões", acrescentou.