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Último treinador a conquistar a Copa do Mundo no comando da seleção brasileira, lá se vão 24 anos do pentacampeonato no Japão, Luiz Felipe Scolari foi homenageado pelos jogadores e comissão técnica nesta quinta-feira (28), na Granja Comary, em Teresópolis (RJ). Atual coordenador técnico do Grêmio, Felipão aproveitou para incentivar os convocados na busca do hexa.
“Como é bom ser campeão do mundo, e vocês têm toda essa possibilidade. É difícil, se fechem entre vocês. Vocês foram escolhidos e fazem parte de uma elite. E essa elite tem que saber: ‘eu jogo pelo outro, eu faço pelo outro’”, defendeu Felipão, penta com a Amarelinha em 2002.
Dos 26 convocados por Ancelotti, Felipão treinou Igor Thiago e Danilo Santos, quando jogavam no Cruzeiro e Palmeiras, respectivamente. Também comandou o goleiro Weverton quando faturou o Brasileirão 2028 pelo Palmeiras, e Neymar, durante a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
Felipão e Ancelotti se tornaram amigos após a temporada 2008/2009, quando o treinador brasileiro deixou o comando técnico do Chelsea e foi sucedido pelo italiano. O gaúcho prestigiou o amigo comparecendo ao evento de apresentação de Ancelotti como técnico da Amarelinha há quase um ano, e também na coletiva da primeira convocação da Amarelinha.
“Uma equipe não começa só pelo Carlo, começa por toda a comissão. Esta é a equipe do Brasil. E saibam que um tem que fazer pelo outro e tem que cobrar e aceitar do outro. Aceitar é muito difícil. Vocês têm um cara [Carlo Ancelotti] que irá comandar vocês e que conhece [de futebol]. Portanto, aceitem, dialoguem, conversem. Quero que vocês ganhem, porque quem ganha é o Brasil, somos todos nós. Desejo a vocês tudo de bom e saibam se doar pelo Brasil e pelo outro”, disse Felipão aos jogadores.
Após o pentacampeonato com a seleção brasileira, Felipão conduziu Portugal à conquista da Eurocopa de 2004 e permaneceu no comando do time lusitano até 2008. Ele voltou a treinar a Amarelinha em novembro de 2012, e meses depois foi campeão da Copa das Confederações de 2013, no Brasil, torneio que serviu de evento teste para o Mundial um ano depois no país.
Felipão também trilhou uma carreira vitoriosa em vários clubes, colecionando duas Copas Libertadores - em 1995 com o Grêmio e quatro anos depois com o Palmeiras -, dois Campeonatos Brasileiros (1996 com o Grêmio e em 2018 com o Palmeiras) e quatro Copas do Brasil: com Criciúma (1991), Grêmio (1994), e duas vezes com o Palmeiras (1998 e 2012).
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“Como é bom ser campeão do mundo, e vocês têm toda essa possibilidade. É difícil, se fechem entre vocês. Vocês foram escolhidos e fazem parte de uma elite. E essa elite tem que saber: ‘eu jogo pelo outro, eu faço pelo outro’”, defendeu Felipão, penta com a Amarelinha em 2002.
Dos 26 convocados por Ancelotti, Felipão treinou Igor Thiago e Danilo Santos, quando jogavam no Cruzeiro e Palmeiras, respectivamente. Também comandou o goleiro Weverton quando faturou o Brasileirão 2028 pelo Palmeiras, e Neymar, durante a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
Felipão e Ancelotti se tornaram amigos após a temporada 2008/2009, quando o treinador brasileiro deixou o comando técnico do Chelsea e foi sucedido pelo italiano. O gaúcho prestigiou o amigo comparecendo ao evento de apresentação de Ancelotti como técnico da Amarelinha há quase um ano, e também na coletiva da primeira convocação da Amarelinha.
“Uma equipe não começa só pelo Carlo, começa por toda a comissão. Esta é a equipe do Brasil. E saibam que um tem que fazer pelo outro e tem que cobrar e aceitar do outro. Aceitar é muito difícil. Vocês têm um cara [Carlo Ancelotti] que irá comandar vocês e que conhece [de futebol]. Portanto, aceitem, dialoguem, conversem. Quero que vocês ganhem, porque quem ganha é o Brasil, somos todos nós. Desejo a vocês tudo de bom e saibam se doar pelo Brasil e pelo outro”, disse Felipão aos jogadores.
Após o pentacampeonato com a seleção brasileira, Felipão conduziu Portugal à conquista da Eurocopa de 2004 e permaneceu no comando do time lusitano até 2008. Ele voltou a treinar a Amarelinha em novembro de 2012, e meses depois foi campeão da Copa das Confederações de 2013, no Brasil, torneio que serviu de evento teste para o Mundial um ano depois no país.
Felipão também trilhou uma carreira vitoriosa em vários clubes, colecionando duas Copas Libertadores - em 1995 com o Grêmio e quatro anos depois com o Palmeiras -, dois Campeonatos Brasileiros (1996 com o Grêmio e em 2018 com o Palmeiras) e quatro Copas do Brasil: com Criciúma (1991), Grêmio (1994), e duas vezes com o Palmeiras (1998 e 2012).