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Antes de Pezzolano, outros três técnicos gringos comandaram o time, e nenhum de seus predecessores teve sucesso.
O primeiro estrangeiro a dirigir a equipe estrelada foi o compatriota Ricardo Díez. Em 1953, o uruguaio acumulou cinco triunfos, três empates e cinco derrotas pelo Cruzeiro.
O argentino Filpo Nuñez também comandou os azuis, só que em 1955 e 1970. Foram 12 vitórias, sete igualdades e 11 reveses pelo clube mineiro, contando as duas passagens.
Somente em 2016 foi que o Cruzeiro contratou um novo técnico estrangeiro, o português Paulo Bento. Ao todo, teve seis vitórias, três empates e oito derrotas pelos celestes.
História diferente
Ao contrário dos outros três estrangeiros, Paulo Pezzolano vem recebendo elogios da diretoria, de seu elenco e da torcida, por recolocar a Raposa em uma decisão de Mineiro, após três anos (em 2019, o Cruzeiro superou o Atlético na final), e levar o time à terceira fase da Copa do Brasil.
Até agora, ele soma 11 vitórias, um empate e três derrotas, aproveitamento de 75,5%.
Suspensão
O irônico é que Pezzolano pode não comandar o Cruzeiro na final. Por conta da confusão no clássico diante do Atlético, em 6 de março, pela nona rodada do Campeonato Mineiro, o técnico terá que cumprir suspensão de quatro partidas. A Raposa ainda tenta um efeito suspensivo para o treinador.
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Ao contrário dos outros três estrangeiros, Paulo Pezzolano vem recebendo elogios da diretoria, de seu elenco e da torcida, por recolocar a Raposa em uma decisão de Mineiro, após três anos (em 2019, o Cruzeiro superou o Atlético na final), e levar o time à terceira fase da Copa do Brasil.
Até agora, ele soma 11 vitórias, um empate e três derrotas, aproveitamento de 75,5%.
Suspensão
O irônico é que Pezzolano pode não comandar o Cruzeiro na final. Por conta da confusão no clássico diante do Atlético, em 6 de março, pela nona rodada do Campeonato Mineiro, o técnico terá que cumprir suspensão de quatro partidas. A Raposa ainda tenta um efeito suspensivo para o treinador.