array(31) {
["id"]=>
int(176971)
["title"]=>
string(82) "Pressa europeia por minerais críticos vai testar estratégia industrial do Brasil"
["content"]=>
string(2321) "O acordo entre Mercosul e a União Europeia colocou a mineração brasileira em uma encruzilhada: industrializar a cadeia de minerais críticos ou acelerar a exportação de commodities em meio à corrida global por terras raras.
Na versão renegociada do tratado, concluída após quase 25 anos de conversas, o Brasil preservou o direito de adotar políticas industriais no setor, incluindo a possibilidade de restringir ou taxar exportações de minerais críticos, com alíquotas de até 25%, para estimular processamento, refino e beneficiamento no país.
Na prática, esse ponto abre espaço para que o Brasil dispute etapas mais rentáveis da cadeia — como a produção de insumos para baterias, ímãs permanentes e tecnologias de transição energética — em vez de se limitar à venda de minério bruto.
O problema é que o acordo também pode empurrar o setor na direção oposta, uma vez que minerais críticos e seus derivados terão tarifas zeradas na União Europeia em um prazo de quatro ou cinco anos — e, em alguns casos, desde o primeiro dia de vigência. Óxidos e hidróxidos de níquel e cobre, além de diversos compostos associados às terras raras, entram rapidamente em livre comércio.
O interesse dos europeus nos insumos minerais brasileiros aparece em contrates com outros setores. Produtos sensíveis da indústria europeia, como queijos e vinhos, ficaram sujeitos a prazos longos, cotas e salvaguardas, enquanto os minerais estratégicos avançaram sem grandes barreiras.
"
["author"]=>
string(24) "Gustavo Silva /em.com.br"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(634198)
["filename"]=>
string(19) "mineracao-minas.jpg"
["size"]=>
string(6) "214101"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(0) ""
}
["image_caption"]=>
string(109) "Pressa europeia por minerais críticos vai testar estratégia industrial do Brasil/crédito: Platobr Economia"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(187) "Acordo Mercosul-União Europeia protege criação de política industrial brasileira, mas redução de tarifas favorece exportação
"
["author_slug"]=>
string(23) "gustavo-silva-em-com-br"
["views"]=>
int(50)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(80) "pressa-europeia-por-minerais-criticos-vai-testar-estrategia-industrial-do-brasil"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(440)
["name"]=>
string(8) "Economia"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "economia"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(440)
["name"]=>
string(8) "Economia"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "economia"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-01-19 22:14:06.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-01-19 22:14:06.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2026-01-19T22:10:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(20) "/mineracao-minas.jpg"
}
O acordo entre Mercosul e a União Europeia colocou a mineração brasileira em uma encruzilhada: industrializar a cadeia de minerais críticos ou acelerar a exportação de commodities em meio à corrida global por terras raras.
Na versão renegociada do tratado, concluída após quase 25 anos de conversas, o Brasil preservou o direito de adotar políticas industriais no setor, incluindo a possibilidade de restringir ou taxar exportações de minerais críticos, com alíquotas de até 25%, para estimular processamento, refino e beneficiamento no país.
Na prática, esse ponto abre espaço para que o Brasil dispute etapas mais rentáveis da cadeia — como a produção de insumos para baterias, ímãs permanentes e tecnologias de transição energética — em vez de se limitar à venda de minério bruto.
O problema é que o acordo também pode empurrar o setor na direção oposta, uma vez que minerais críticos e seus derivados terão tarifas zeradas na União Europeia em um prazo de quatro ou cinco anos — e, em alguns casos, desde o primeiro dia de vigência. Óxidos e hidróxidos de níquel e cobre, além de diversos compostos associados às terras raras, entram rapidamente em livre comércio.
O interesse dos europeus nos insumos minerais brasileiros aparece em contrates com outros setores. Produtos sensíveis da indústria europeia, como queijos e vinhos, ficaram sujeitos a prazos longos, cotas e salvaguardas, enquanto os minerais estratégicos avançaram sem grandes barreiras.