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A um ano do início da Copa do Mundo Feminina da FIFA de 2026, o Brasil entra na contagem regressiva como sede inédita da competição, que terá início em 24 de junho de 2026 e final prevista para 25 de julho. Será a primeira vez que o país recebe o Mundial feminino, após ter sediado as edições masculinas de 1950 e 2014.
A escolha do Brasil como país-sede foi definida em votação realizada no Congresso da FIFA, em Bangcoc, na Tailândia, em 17 de maio de 2024. Na disputa, a candidatura brasileira superou o projeto conjunto de Alemanha, Bélgica e Holanda, recebendo 119 votos contra 78 dos europeus.
O torneio terá oito cidades-sede: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Os estádios definidos para receber as partidas são Mineirão, Arena BRB Mané Garrincha, Arena Castelão, Beira-Rio, Arena Pernambuco, Maracanã, Arena Fonte Nova e NeoQuímica Arena, todos utilizados também na Copa do Mundo masculina de 2014.
A competição seguirá o formato com 32 seleções, repetindo o modelo da edição de 2023, realizada na Austrália e na Nova Zelândia. Até o momento, 14 seleções já estão confirmadas: Brasil, Austrália, Filipinas, Japão, Coreia do Norte, China, Coreia do Sul, Argentina, Colômbia, Nova Zelândia, Alemanha, França, Espanha e Dinamarca.
A edição anterior, em 2023, registrou recordes de público, audiência global e engajamento digital, consolidando o crescimento da modalidade no cenário internacional. O desempenho ampliou o interesse comercial e reforçou a expansão do torneio.
Entre os destaques históricos da competição estão os Estados Unidos, com quatro títulos, além de Alemanha, Noruega, Japão e Espanha, que já levantaram a taça em edições anteriores.
No anúncio da proximidade do Mundial no Brasil, dirigentes da CBF destacaram a organização do evento e o impacto esperado. O presidente da entidade, Samir Xaud, afirmou: “Falta apenas um ano para o momento que ficará marcado na história do nosso país. Para a CBF e para todos os brasileiros, é motivo de muito orgulho sediar a Copa do Mundo Feminina. Será uma oportunidade de mostrar ao mundo a nossa paixão pelo futebol e, principalmente, a força do futebol feminino brasileiro. Temos a certeza de que este será um Mundial transformador, capaz de inspirar meninas em todas as regiões do Brasil e deixar um legado duradouro”.
A vice-presidente da CBF, Michelle Ramalho, disse que os preparativos já estão em andamento e relacionou o trabalho à entrega da competição. “O trabalho que estamos realizando agora será fundamental para a entrega de uma competição de sucesso. Estamos construindo algo que vai inspirar futuras gerações de meninas e mulheres no futebol”, declarou.
A diretora executiva de Legado e Relações Institucionais da Copa do Mundo Feminina 2027, Aline Pellegrino, também comentou a expectativa para o evento. “Acredito que essa Copa do Mundo irá deixar um legado real de mudança cultural e social. Desde quando eu jogava pela Seleção, falava desse sonho de ver o futebol feminino enraizado no Brasil. Acho que a gente está no caminho”, afirmou.
Ao longo das nove edições já realizadas, cinco seleções conquistaram o título mundial: Estados Unidos, Alemanha, Noruega, Japão e Espanha. O Brasil, por sua vez, ainda busca a primeira conquista na competição.
Na trajetória brasileira em Copas do Mundo Femininas, a melhor campanha foi o vice-campeonato em 2007, além de três terceiros lugares no histórico da competição, incluindo o torneio experimental de 1988 na China, que antecedeu a criação oficial do Mundial em 1991.
A Seleção Brasileira já contou com 110 atletas em Copas do Mundo, com participações recorrentes de jogadoras como Formiga, Marta, Cristiane e Bárbara em diferentes edições do torneio.
O torneio de 2026 também marca a retomada do Brasil como centro de um evento global da FIFA, após a edição masculina de 2014, com partidas previstas em arenas que já fizeram parte daquele calendário.
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A escolha do Brasil como país-sede foi definida em votação realizada no Congresso da FIFA, em Bangcoc, na Tailândia, em 17 de maio de 2024. Na disputa, a candidatura brasileira superou o projeto conjunto de Alemanha, Bélgica e Holanda, recebendo 119 votos contra 78 dos europeus.
O torneio terá oito cidades-sede: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Os estádios definidos para receber as partidas são Mineirão, Arena BRB Mané Garrincha, Arena Castelão, Beira-Rio, Arena Pernambuco, Maracanã, Arena Fonte Nova e NeoQuímica Arena, todos utilizados também na Copa do Mundo masculina de 2014.
A competição seguirá o formato com 32 seleções, repetindo o modelo da edição de 2023, realizada na Austrália e na Nova Zelândia. Até o momento, 14 seleções já estão confirmadas: Brasil, Austrália, Filipinas, Japão, Coreia do Norte, China, Coreia do Sul, Argentina, Colômbia, Nova Zelândia, Alemanha, França, Espanha e Dinamarca.
A edição anterior, em 2023, registrou recordes de público, audiência global e engajamento digital, consolidando o crescimento da modalidade no cenário internacional. O desempenho ampliou o interesse comercial e reforçou a expansão do torneio.
Entre os destaques históricos da competição estão os Estados Unidos, com quatro títulos, além de Alemanha, Noruega, Japão e Espanha, que já levantaram a taça em edições anteriores.
No anúncio da proximidade do Mundial no Brasil, dirigentes da CBF destacaram a organização do evento e o impacto esperado. O presidente da entidade, Samir Xaud, afirmou: “Falta apenas um ano para o momento que ficará marcado na história do nosso país. Para a CBF e para todos os brasileiros, é motivo de muito orgulho sediar a Copa do Mundo Feminina. Será uma oportunidade de mostrar ao mundo a nossa paixão pelo futebol e, principalmente, a força do futebol feminino brasileiro. Temos a certeza de que este será um Mundial transformador, capaz de inspirar meninas em todas as regiões do Brasil e deixar um legado duradouro”.
A vice-presidente da CBF, Michelle Ramalho, disse que os preparativos já estão em andamento e relacionou o trabalho à entrega da competição. “O trabalho que estamos realizando agora será fundamental para a entrega de uma competição de sucesso. Estamos construindo algo que vai inspirar futuras gerações de meninas e mulheres no futebol”, declarou.
A diretora executiva de Legado e Relações Institucionais da Copa do Mundo Feminina 2027, Aline Pellegrino, também comentou a expectativa para o evento. “Acredito que essa Copa do Mundo irá deixar um legado real de mudança cultural e social. Desde quando eu jogava pela Seleção, falava desse sonho de ver o futebol feminino enraizado no Brasil. Acho que a gente está no caminho”, afirmou.
Ao longo das nove edições já realizadas, cinco seleções conquistaram o título mundial: Estados Unidos, Alemanha, Noruega, Japão e Espanha. O Brasil, por sua vez, ainda busca a primeira conquista na competição.
Na trajetória brasileira em Copas do Mundo Femininas, a melhor campanha foi o vice-campeonato em 2007, além de três terceiros lugares no histórico da competição, incluindo o torneio experimental de 1988 na China, que antecedeu a criação oficial do Mundial em 1991.
A Seleção Brasileira já contou com 110 atletas em Copas do Mundo, com participações recorrentes de jogadoras como Formiga, Marta, Cristiane e Bárbara em diferentes edições do torneio.
O torneio de 2026 também marca a retomada do Brasil como centro de um evento global da FIFA, após a edição masculina de 2014, com partidas previstas em arenas que já fizeram parte daquele calendário.