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string(85) "Ex-jogador do Cruzeiro sobre punição por briga na final do Mineiro: ‘Ridículo’"
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string(6391) "Ex-jogador do Cruzeiro, Wagner se posicionou contra a punição do Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais (TJD-MG) aos jogadores envolvidos na confusão generalizada na final do Campeonato Mineiro de 2026.
“Chegaram ao consenso de que seria R$ 400 mil de multa para cada equipe. E mais punição de quatro jogos para todos os envolvidos punidos com cartão vermelho, mas em jogo do estadual. Eu acho isso ridículo, um absurdo, uma afronta ao futebol, ao esporte” pontuou no programa “Noite Celeste”, no YouTube.
“Porque se você chegar à final do próximo ano e estiver perdendo, compensa você brigar. Se você tiver perdido na bola, compensa muito bem. Boa parte dos atletas nem vai cumprir”, destacou.
Em resposta ao apresentador Diogo Medeiros, Wagner respondeu o que faria na situação: “Eu ia brigar, só que se eu fico três meses sem receber meu salário e três meses sem jogar e vejo o cara da minha posição jogando, eu estou lascado
Confusão na final
Na partida, a Raposa superou o Galo por 1 a 0 e se sagrou campeã do Estadual após seis anos sem o título. O conflito generalizado teve início aos 50 minutos do segundo tempo.
Na ocasião, o meio-campista Christian tentou disputar um rebote com o goleiro Everson, mas cometeu falta. Em reação, o goleiro atleticano partiu para cima do cruzeirense e atingiu o atleta com os joelhos.
Vários jogadores do Cruzeiro chegaram na sequência, dando início à confusão. Após longo tempo de briga, os ânimos se acalmaram, e o árbitro apitou o fim de jogo.
Punição pela briga
Em acordo firmado com a Procuradoria do TJD-MG, Cruzeiro e Atlético terão de pagar multa de R$ 400 mil, com destinação integral à campanha Abrace Minas – Recomeço, do Servas, em apoio à população da Zona da Mata.
Os clubes também terão que realizar campanhas de arrecadação em favor da iniciativa Abrace Minas e implementar campanha institucional de conscientização e prevenção à violência no futebol.
Os atletas da Raposa terão de cumprir quatro partidas de suspensão em competições regidas pela Federação Mineira de Futebol (FMF). São eles: Christian, Fabrício Bruno, Lucas Romero, Kaio Jorge, João Marcelo, Kauã Prates, Villalba, Cássio, Matheus Henrique, Walace, Fagner e Gerson.
A punição para os atleticanos é a mesma. A cumprirão Everson, Alan Franco, Alan Minda, Ruan Tressoldi, Lyanco, Junior Alonso, Hulk, Angelo Preciado, Renan Lodi, Gabriel Delfim e Mateo Cassierra.
Os envolvidos responderam aos artigos 257 e 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que deliberam sobre “participar de rixa, conflito ou tumulto, durante a partida, prova ou equivalente” e “praticar agressão física”.
Wagner no Cruzeiro
No time celeste, Wagner atuou entre 2004 e 2009; nesse período, foi eleito duas vezes o melhor meia da Série A do Campeonato Brasileiro pelo prêmio Bola de Prata, concedido pela Revista Placar. Ao todo, participou de 218 jogos e marcou 36 gols.
O ex-jogador também somou passagens por Al-Ittihad-EAU, Lokomotiv Moscou-RUS, Gaziantepspor-RUS, Fluminense, Tianjin Teda-CHN, Vasco, Al-Khor-CAT, Juventude e Vila Nova.
PUNIÇÃO LEVE? WAGNER SOLTA O VERBO SOBRE O CLÁSSICO!
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A decisão sobre os envolvidos na confusão do último clássico mineiro não agradou a todos. Wagner não poupou críticas e classificou as penas como insuficientes.
Para ele, punições brandas como as aplicadas funcionam como uma afronta ao futebol e podem até mesmo incentivar que cenas lamentáveis como aquelas se repitam nos estádios.
Você concorda com o Wagner? A justiça desportiva foi “mão leve” com os envolvidos na briga do clássico?
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“Chegaram ao consenso de que seria R$ 400 mil de multa para cada equipe. E mais punição de quatro jogos para todos os envolvidos punidos com cartão vermelho, mas em jogo do estadual. Eu acho isso ridículo, um absurdo, uma afronta ao futebol, ao esporte” pontuou no programa “Noite Celeste”, no YouTube.
“Porque se você chegar à final do próximo ano e estiver perdendo, compensa você brigar. Se você tiver perdido na bola, compensa muito bem. Boa parte dos atletas nem vai cumprir”, destacou.
Em resposta ao apresentador Diogo Medeiros, Wagner respondeu o que faria na situação: “Eu ia brigar, só que se eu fico três meses sem receber meu salário e três meses sem jogar e vejo o cara da minha posição jogando, eu estou lascado
Confusão na final
Na partida, a Raposa superou o Galo por 1 a 0 e se sagrou campeã do Estadual após seis anos sem o título. O conflito generalizado teve início aos 50 minutos do segundo tempo.
Na ocasião, o meio-campista Christian tentou disputar um rebote com o goleiro Everson, mas cometeu falta. Em reação, o goleiro atleticano partiu para cima do cruzeirense e atingiu o atleta com os joelhos.
Vários jogadores do Cruzeiro chegaram na sequência, dando início à confusão. Após longo tempo de briga, os ânimos se acalmaram, e o árbitro apitou o fim de jogo.
Punição pela briga
Em acordo firmado com a Procuradoria do TJD-MG, Cruzeiro e Atlético terão de pagar multa de R$ 400 mil, com destinação integral à campanha Abrace Minas – Recomeço, do Servas, em apoio à população da Zona da Mata.
Os clubes também terão que realizar campanhas de arrecadação em favor da iniciativa Abrace Minas e implementar campanha institucional de conscientização e prevenção à violência no futebol.
Os atletas da Raposa terão de cumprir quatro partidas de suspensão em competições regidas pela Federação Mineira de Futebol (FMF). São eles: Christian, Fabrício Bruno, Lucas Romero, Kaio Jorge, João Marcelo, Kauã Prates, Villalba, Cássio, Matheus Henrique, Walace, Fagner e Gerson.
A punição para os atleticanos é a mesma. A cumprirão Everson, Alan Franco, Alan Minda, Ruan Tressoldi, Lyanco, Junior Alonso, Hulk, Angelo Preciado, Renan Lodi, Gabriel Delfim e Mateo Cassierra.
Os envolvidos responderam aos artigos 257 e 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que deliberam sobre “participar de rixa, conflito ou tumulto, durante a partida, prova ou equivalente” e “praticar agressão física”.
Wagner no Cruzeiro
No time celeste, Wagner atuou entre 2004 e 2009; nesse período, foi eleito duas vezes o melhor meia da Série A do Campeonato Brasileiro pelo prêmio Bola de Prata, concedido pela Revista Placar. Ao todo, participou de 218 jogos e marcou 36 gols.
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Você concorda com o Wagner? A justiça desportiva foi “mão leve” com os envolvidos na briga do clássico?