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Tudo igual no primeiro jogo da semifinal! Cruzeiro e América se enfrentaram no Mineirão, em Belo Horizonte, neste domingo (16/2), e empataram por 1 a 1 diante de mais de 38 mil torcedores. Os americanos, que mandarão a partida de volta, demonstraram satisfação com o resultado, assim como os adeptos.
O primeiro tempo foi equilibrado e sem muita intensidade. Quando Matheus Pereira ganhou espaço no campo ofensivo, comandou a criação e sofreu pênalti de Adyson. Solicitado pelos adeptos, Gabi cobrou e abriu o placar.
O América pressionou nos primeiros minutos da etapa final, mas não incomodou o suficiente. Aberto, quase sofreu mais e foi salvo por Matheus Mendes. Mas o futebol é imprevisível. Abaixo, o Coelho sondou a grande área celeste. A troca de passes terminou com finalização de Cauan Barros. O meio-campista não pegou em cheio, mas contou com desvio no meio do caminho e empatou.
O Cruzeiro não vence o América no Estadual há quase seis anos, desde 6 de abril de 2019 – 3 a 0 no Mineirão, pela ida da semifinal. Depois, as equipes se enfrentaram pelo torneio em 11 ocasiões, com oito vitórias americanas e três empates.
Jogo de volta
O jogo de volta da semifinal do Mineiro será no próximo fim de semana, também na capital. Nos próximos dias, a Federação Mineira de Futebol (FMF) confirmará o dia, o horário e o local.
Gol de Gabi
O equilíbrio contornou o primeiro tempo do clássico. Fora de casa, o América criou as primeiras grandes oportunidades – primeiro, Fabinho ficou com a sobra de cobrança de escanteio, mas chutou para fora; depois, aproveitou saída errada dos adversários e, novamente, não obteve sucesso na finalização. O atacante foi a principal arma do Coelho. Aproveitou-se de espaços deixados pela zaga celeste e deu esperanças aos torcedores visitantes no Gigante da Pampulha.
Pela primeira vez à frente do Cruzeiro no Mineirão, Leonardo Jardim pediu amplitude ao time, que apostou em jogadas pelas laterais – na ponta esquerda com Dudu e no lado direito com William. A equipe atendeu ao pedido do treinador, mas não assustou o rival. Na melhor chance, a bola sobrou com Dudu à esquerda da pequena área, mas Júlio fechou qualquer espaço.
Matheus Pereira mudou o rumo da partida quando ganhou espaço no meio de campo, já no fim da etapa. Depois de arriscar da intermediária e fazer Matheus Mendes sujar o uniforme, sofreu pênalti de Adyson. Exigido pelos adeptos, Gabi se apresentou para a batida. Aos 41 minutos, não virou o pé, deslocou o arqueiro americano e levantou o Mineirão: 1 a 0.
Durante os seis minutos de acréscimos apontados por Daronco, o América pressionou a saída de bola e arriscou algumas finalizações. Contudo, não foi efetivo. A parcial (13, no total) terminou com vantagem cruzeirense.
Empate americano
Os treinadores não mexeram no intervalo. Em desvantagem, William Batista subiu a marcação do Coelho, e os visitantes sufocaram nos primeiros minutos. O gás acabou, e o Cruzeiro aproveitou para crescer. Chegou em velocidade, apostou em cruzamentos e até acertou a trave com Matheus Henrique.
Para auxiliar na criatividade e dar gás ao ataque, o comandante americano acionou Benítez e Yago Santos. Um pouco mais confortável no placar, Leonardo Jardim aumentou o poder de marcação ao substituir Eduardo por Lucas Silva. Também deu mais liberdade para Matheus Pereira explorar o ataque.
Atento, o camisa 10 comandou o elenco. Aos 24 minutos, arriscou de fora e fez Matheus Mendes se esticar para salvar. No rebote, Matheus Henrique tentou de cobertinha e viu o arqueiro americano fechar a meta mais uma vez.
Aos 31 minutos, chegou a vez dos fãs do América comemorarem. Em busca do empate, o Coelho sondou a grande área celeste. De pé em pé, a bola chegou em Cauan Barros. Com espaço, o meio-campista arriscou da intermediária, contou com desvio no meio do caminho para tirar Cássio do lance e balançou a rede: 1 a 1.
Para tentar não desperdiçar o fator casa, o Cruzeiro se lançou ao ataque nos acréscimos. Jardim trocou Romero por Marquinhos em busca de mais intensidade no campo ofensivo. Os mandantes pressionaram, trocaram passes, mas não conseguiram furar a defesa americana. Satisfeitos com os resultados, os americanos comemoraram com gritos de ‘o Mineirão é nosso’.
CRUZEIRO 1 X 1 AMÉRICA
Cruzeiro: Cássio; William, Jonathan Jesus, Fabrício Bruno, Kaiki; Lucas Romero (Marquinhos, aos 39′ do 2ºT), Matheus Henrique , Eduardo (Lucas Silva, aos 19′ do 2ºT), Matheus Pereira; Dudu (Bolasie, aos 30′ do 2ºT) e Gabigol. Técnico: Leonardo Jardim.
América:Matheus Mendes; Júlio, Ricardo Silva, Lucão e Marlon; Kauã Diniz (Felipe Amaral, aos 39′ do 2ºT), Elizari (Benitez, aos 15′ do 2ºT) e Cauan Barros (Miquéias, aos 39′ do 2ºT); Fabinho, Adyson (Yago Santos, aos 15′ do 2ºT) e Renato Marques (Jonathas, aos 25′ do 2ºT). Técnico: William Batista.
Motivo: semifinal do Campeonato Mineiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Gols: Gabi, aos 41′ do 1ºT (CRU); Cauan Barros, aos 31′ do 2º T (AME)
Cartões amarelos: Gabi, aos 14′ do 1ºT (CRU); Lucão, aos 24′ do 1ºT (AME) e Kauã Diniz, aos 23′ do 2ºT (AME); Cauã Barros, aos 27′ do 2ºT (CRU); Júlio, aos 37′ do 2ºT (AME); Matheus Mendes, aos 46′ do 2ºT (AME)
Data e horário: 16 de fevereiro de 2025, às 16h
Árbitro: Anderson Daronco
Assistentes: Victor Hugo Imazu dos Santos e Eduardo Gonçalves da Cruz
VAR: Gilberto Rodrigues Castro Junior
Público: 38.818 torcedores
Renda: R$ 1.525.850,50
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O primeiro tempo foi equilibrado e sem muita intensidade. Quando Matheus Pereira ganhou espaço no campo ofensivo, comandou a criação e sofreu pênalti de Adyson. Solicitado pelos adeptos, Gabi cobrou e abriu o placar.
O América pressionou nos primeiros minutos da etapa final, mas não incomodou o suficiente. Aberto, quase sofreu mais e foi salvo por Matheus Mendes. Mas o futebol é imprevisível. Abaixo, o Coelho sondou a grande área celeste. A troca de passes terminou com finalização de Cauan Barros. O meio-campista não pegou em cheio, mas contou com desvio no meio do caminho e empatou.
O Cruzeiro não vence o América no Estadual há quase seis anos, desde 6 de abril de 2019 – 3 a 0 no Mineirão, pela ida da semifinal. Depois, as equipes se enfrentaram pelo torneio em 11 ocasiões, com oito vitórias americanas e três empates.
Jogo de volta
O jogo de volta da semifinal do Mineiro será no próximo fim de semana, também na capital. Nos próximos dias, a Federação Mineira de Futebol (FMF) confirmará o dia, o horário e o local.
Gol de Gabi
O equilíbrio contornou o primeiro tempo do clássico. Fora de casa, o América criou as primeiras grandes oportunidades – primeiro, Fabinho ficou com a sobra de cobrança de escanteio, mas chutou para fora; depois, aproveitou saída errada dos adversários e, novamente, não obteve sucesso na finalização. O atacante foi a principal arma do Coelho. Aproveitou-se de espaços deixados pela zaga celeste e deu esperanças aos torcedores visitantes no Gigante da Pampulha.
Pela primeira vez à frente do Cruzeiro no Mineirão, Leonardo Jardim pediu amplitude ao time, que apostou em jogadas pelas laterais – na ponta esquerda com Dudu e no lado direito com William. A equipe atendeu ao pedido do treinador, mas não assustou o rival. Na melhor chance, a bola sobrou com Dudu à esquerda da pequena área, mas Júlio fechou qualquer espaço.
Matheus Pereira mudou o rumo da partida quando ganhou espaço no meio de campo, já no fim da etapa. Depois de arriscar da intermediária e fazer Matheus Mendes sujar o uniforme, sofreu pênalti de Adyson. Exigido pelos adeptos, Gabi se apresentou para a batida. Aos 41 minutos, não virou o pé, deslocou o arqueiro americano e levantou o Mineirão: 1 a 0.
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Empate americano
Os treinadores não mexeram no intervalo. Em desvantagem, William Batista subiu a marcação do Coelho, e os visitantes sufocaram nos primeiros minutos. O gás acabou, e o Cruzeiro aproveitou para crescer. Chegou em velocidade, apostou em cruzamentos e até acertou a trave com Matheus Henrique.
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CRUZEIRO 1 X 1 AMÉRICA
Cruzeiro: Cássio; William, Jonathan Jesus, Fabrício Bruno, Kaiki; Lucas Romero (Marquinhos, aos 39′ do 2ºT), Matheus Henrique , Eduardo (Lucas Silva, aos 19′ do 2ºT), Matheus Pereira; Dudu (Bolasie, aos 30′ do 2ºT) e Gabigol. Técnico: Leonardo Jardim.
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Assistentes: Victor Hugo Imazu dos Santos e Eduardo Gonçalves da Cruz
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