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Trata-se do ex-centroavante Dario, o Dadá Maravilha. Um ano antes de ser o grande protagonista do título brasileiro de 1971 pelo Galo, o carioca fez parte do elenco que foi tricampeão mundial pela Seleção Brasileira – que continha estrelas como Pelé, Jairzinho, Tostão, Rivellino e Gérson.
Dadá foi convocado por Mário Jorge Lobo Zagallo, mas não jogou durante a competição. Curiosamente, pouco antes da Copa, o nome dele foi “pivô” de atrito entre o ex-técnico João Saldanha e o general Emílio Garrastazu Médici, presidente do Brasil naquele ano – um dos mais duros da Ditadura Civil-Militar.

Dadá é o segundo maior artilheiro na história do Atlético
(foto: Acervo Estado de Minas/Revista O Cruzeiro)
Fã do cativante Dadá, Médici impôs a João Saldanha a convocação do centroavante para a Copa de 1970.
O treinador, contudo, não aceitou e, pouco depois, foi demitido da Seleção Brasileira. Ele já não era bem quisto pelo general por ser assumidamente comunista e membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB).
Zagallo foi escolhido para substituir Saldanha e convocou Dadá, mas não usou ele em nenhum jogo do Mundial. A concorrência também era “desleal” – o ataque da Seleção era formado pelas lendas Pelé, Tostão, Jairzinho e Rivellino. No banco de reservas, um centroavante estaavam à frente de Dario na “hierarquia”: Roberto Miranda, do Botafogo.
Também é importante ressaltar que, na época, não se fazia tantas substituições quanto hoje. O Brasil chegou a terminou dois jogos da Copa sem executar trocas – a final, vencida por 4 a 1 sobre a Itália; e a semifinal, vencida por 3 a 1 sobre o Uruguai. Em duas partidas, apenas uma mudança foi feita e, em outras duas, Zagallo promoveu a entrada de dois jogadores – o limite máximo da época.
Dadá Maravilha pelo Atlético
Dadá é o segundo maior artilheiro da história do Galo, com 211 gols em 290 partidas. O único acima dele é Reinaldo, que fez 255 gols em 475 jogos pelo alvinegro.
O centroavante teve duas passagens pelo Atlético – a primeira, entre 1968 e 1972, e a segunda, entre 1978 e 1979. Ele conquistou os títulos do Campeonato Brasileiro de 1971 e dos Campeonatos Mineiros de 1970 e 1978 com a camisa alvinegra.
Dadá Maravilha pela Seleção Brasileira
Dadá terminou a carreira com apenas cinco jogos pela Seleção Brasileira – o primeiro em amistoso meses antes da Copa, e os quatro seguintes entre 1972 e 1973. O icônico centroavante não fez gols vestindo a Amarelinha.
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Trata-se do ex-centroavante Dario, o Dadá Maravilha. Um ano antes de ser o grande protagonista do título brasileiro de 1971 pelo Galo, o carioca fez parte do elenco que foi tricampeão mundial pela Seleção Brasileira – que continha estrelas como Pelé, Jairzinho, Tostão, Rivellino e Gérson.
Dadá foi convocado por Mário Jorge Lobo Zagallo, mas não jogou durante a competição. Curiosamente, pouco antes da Copa, o nome dele foi “pivô” de atrito entre o ex-técnico João Saldanha e o general Emílio Garrastazu Médici, presidente do Brasil naquele ano – um dos mais duros da Ditadura Civil-Militar.

Dadá é o segundo maior artilheiro na história do Atlético
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Fã do cativante Dadá, Médici impôs a João Saldanha a convocação do centroavante para a Copa de 1970.
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Zagallo foi escolhido para substituir Saldanha e convocou Dadá, mas não usou ele em nenhum jogo do Mundial. A concorrência também era “desleal” – o ataque da Seleção era formado pelas lendas Pelé, Tostão, Jairzinho e Rivellino. No banco de reservas, um centroavante estaavam à frente de Dario na “hierarquia”: Roberto Miranda, do Botafogo.
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Dadá Maravilha pelo Atlético
Dadá é o segundo maior artilheiro da história do Galo, com 211 gols em 290 partidas. O único acima dele é Reinaldo, que fez 255 gols em 475 jogos pelo alvinegro.
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Dadá Maravilha pela Seleção Brasileira
Dadá terminou a carreira com apenas cinco jogos pela Seleção Brasileira – o primeiro em amistoso meses antes da Copa, e os quatro seguintes entre 1972 e 1973. O icônico centroavante não fez gols vestindo a Amarelinha.