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string(6315) "RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) anuncia neste domingo (15) a aprovação de um financiamento de R$ 1,1 bilhão para a exportação de oito aviões da Embraer para a americana Azorra.
A empresa dos Estados Unidos é especializada em aquisição e arrendamento de aeronaves para companhias aéreas comerciais.
Conforme o BNDES, os oito jatos comerciais já estão incluídos na carteira de encomendas da Embraer. A operação envolve aviões do tipo E190-E2 e/ou E195-E2.
"Esse é o terceiro financiamento do BNDES à exportação de aeronaves da família E2 para a Azorra, atualmente a quarta maior empresa de arrendamento mercantil de aeronaves regionais", afirma o banco.
Ainda de acordo com a instituição, o financiamento cobrirá uma parcela do investimento total da Azorra na compra dos aviões e se dará por meio da modalidade de crédito BNDES Exim Pós-embarque. Os desembolsos, diz o banco, são realizados em reais no Brasil em favor da Embraer.
"A Azorra [importadora] assumirá o compromisso de pagamento em dólares ao BNDES, gerando divisas nessa moeda para o Brasil", afirma a instituição.
O governo Lula (PT) é entusiasta de uma atuação fortalecida do banco como financiador de projetos na economia.
A posição, contudo, é vista com ressalvas por uma ala de analistas que teme um inchaço do BNDES e uma espécie de reciclagem de ideias antigas de gestões petistas.
A direção da instituição já rebateu as críticas em diferentes ocasiões, indicando que o foco dos financiamentos está em áreas de importância como inovação e transição energética.
"Somente neste ano, o BNDES financiou a exportação de 56 aeronaves da Embraer para diferentes mercados, nas Américas, na Europa e na Ásia. Fechamos novos contratos para aviões comerciais e militares", afirmou em nota o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Ele também apontou que a instituição está apoiando o projeto de carro voador da subsidiária da Embraer, a Eve, com fábrica no Brasil e "elevada produção tecnológica".
"São financiamentos que comprovam a eficácia da atuação autônoma, célere e transparente do banco. Na história, o BNDES já apoiou a produção de mais de 1.300 aviões da empresa", disse Mercadante.
O vice-presidente-executivo financeiro e de relações com investidores da Embraer, Antonio Carlos Garcia, declarou que a companhia está ampliando a presença no mercado dos jatos comerciais da família E2 com novos clientes internacionais. Ele chamou de "essencial" o apoio de instituições de crédito como o BNDES.
"Nesse sentido, temos buscado soluções inovadoras de financiamento, de modo a oferecer alternativas mais interessantes para os nossos clientes, fortalecendo assim a nossa posição no cenário global", afirmou.
O BNDES disse que essa será a sua primeira operação a contar com garantia do seguro de crédito privado da Itasca. O serviço, segundo o banco, oferece cobertura integral do crédito pelo prazo total da operação.
"O setor aeronáutico é estratégico devido ao seu alto valor agregado em conteúdo tecnológico, inovação e capacitação de mão de obra", afirmou o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luis Gordon.
"Em média, 30% do que a Embraer exporta conta com financiamento do BNDES, instrumento imprescindível para que a empresa ganhe mais mercados e sobre o qual não se pode criar nenhum entrave", acrescentou.
Para Gordon, o empréstimo da instituição garante condições de competitividade similares às de concorrentes internacionais, que também contam com recursos de bancos de desenvolvimento e agências de crédito para exportação.
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O vice-presidente-executivo financeiro e de relações com investidores da Embraer, Antonio Carlos Garcia, declarou que a companhia está ampliando a presença no mercado dos jatos comerciais da família E2 com novos clientes internacionais. Ele chamou de "essencial" o apoio de instituições de crédito como o BNDES.
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O BNDES disse que essa será a sua primeira operação a contar com garantia do seguro de crédito privado da Itasca. O serviço, segundo o banco, oferece cobertura integral do crédito pelo prazo total da operação.
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Para Gordon, o empréstimo da instituição garante condições de competitividade similares às de concorrentes internacionais, que também contam com recursos de bancos de desenvolvimento e agências de crédito para exportação.