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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta segunda-feira (4/4), durante encontro na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que, caso eleito em outubro, pretende tirar quase 8 mil militares de cargos comissionados.
Lula elencou, no evento, as dificuldades e desafios que enfrentará caso seja o novo presidente do Brasil. Nesse sentido, evidenciou o plano relacionado às Forças Armadas.
"Nós vamos ter que começar o governo sabendo que vamos ter que tirar quase 8 mil militares que estão em cargos de pessoas que não prestaram concurso. Vamos ter que tirar. Isso não pode ser motivo de bravata, tem que ser motivo de construção", disse o ex-presidente.
As críticas à presença de militares na administração federal já são parte do discurso de Lula. A forma de afastar os integrantes da Forças Armadas dos cargos de comissão no governo tem sido discutida no entorno do ex-presidente desde o ano passado.
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta segunda-feira (4/4), durante encontro na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que, caso eleito em outubro, pretende tirar quase 8 mil militares de cargos comissionados.
Lula elencou, no evento, as dificuldades e desafios que enfrentará caso seja o novo presidente do Brasil. Nesse sentido, evidenciou o plano relacionado às Forças Armadas.
"Nós vamos ter que começar o governo sabendo que vamos ter que tirar quase 8 mil militares que estão em cargos de pessoas que não prestaram concurso. Vamos ter que tirar. Isso não pode ser motivo de bravata, tem que ser motivo de construção", disse o ex-presidente.
As críticas à presença de militares na administração federal já são parte do discurso de Lula. A forma de afastar os integrantes da Forças Armadas dos cargos de comissão no governo tem sido discutida no entorno do ex-presidente desde o ano passado.