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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta quinta-feira (27) apoio 'incondicional' do partido Rede Sustentabilidade. O evento que oficializou a aliança aconteceu em Brasília e contou com as presenças de representantes da Rede e do PT, entre eles os pernambucanos Túlio Gadelha e Maurício Rands. Na ocasião, os dirigentes do partido entregaram a Lula um documento com propostas para aprovação de reforma tributária sustentável e progressista, garantia da saúde e educação de qualidade para a população, além da promoção da segurança alimentar, nutricional e hídrica.
"Bolsonaro diz que está preparando o golpe, mas no dia 2 de outubro, esse grupo aqui unido, junto com o povo brasileiro, vai dar um golpe no fascismo e vai restabelecer a democracia", disse Lula que comemorou o apoio recebido pela Rede e o aproveitou a ocasião para destacar o reconhecimento do comitê especial da ONU que considerou o ex-juiz Sérgio Moro parcial violando os direitos políticos do ex-presidente em 2017.
O senador Randolfe Rodrigues, que deverá contribuir na coordenação da campanha de Lula, disse que "nesses tempos sombrios de fascismo, fome, miséria e desemprego, afirmamos nosso compromisso com a agenda do governo do presidente Luíz Inácio Lula da Silva, porque a Rede não é um partido que fica em cima do muro".
De acordo com o deputado federal Túlio Gadelha, o apoio da Rede é fundamental para derrotar Bolsonaro e o bolsonarismo no Brasil. "A gente vem passando por um momento difícil. É preciso compreender o que está acontecendo no Brasil. Precisamos agir com inteligência. Lula é o único candidato capaz de derrotar Bolsonaro e o bolsonarismo. Aqui, Lula vai encontrar compromisso programático para construção de um país socialmente justo e economicamente sustentável", pontuou.
A reunião também deu destaque às demandas dos povos indígenas, já que a bancada da Rede na Câmara Federal conta com o mandato da deputada Joênia Wapichana, a primeira indígena a ocupar uma cadeira no Congresso. Lula se comprometeu com a pauta dos povos originários e anunciou que vai criar o Ministério dos Povos Indígenas do Brasil.
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta quinta-feira (27) apoio 'incondicional' do partido Rede Sustentabilidade. O evento que oficializou a aliança aconteceu em Brasília e contou com as presenças de representantes da Rede e do PT, entre eles os pernambucanos Túlio Gadelha e Maurício Rands. Na ocasião, os dirigentes do partido entregaram a Lula um documento com propostas para aprovação de reforma tributária sustentável e progressista, garantia da saúde e educação de qualidade para a população, além da promoção da segurança alimentar, nutricional e hídrica.
"Bolsonaro diz que está preparando o golpe, mas no dia 2 de outubro, esse grupo aqui unido, junto com o povo brasileiro, vai dar um golpe no fascismo e vai restabelecer a democracia", disse Lula que comemorou o apoio recebido pela Rede e o aproveitou a ocasião para destacar o reconhecimento do comitê especial da ONU que considerou o ex-juiz Sérgio Moro parcial violando os direitos políticos do ex-presidente em 2017.
O senador Randolfe Rodrigues, que deverá contribuir na coordenação da campanha de Lula, disse que "nesses tempos sombrios de fascismo, fome, miséria e desemprego, afirmamos nosso compromisso com a agenda do governo do presidente Luíz Inácio Lula da Silva, porque a Rede não é um partido que fica em cima do muro".
De acordo com o deputado federal Túlio Gadelha, o apoio da Rede é fundamental para derrotar Bolsonaro e o bolsonarismo no Brasil. "A gente vem passando por um momento difícil. É preciso compreender o que está acontecendo no Brasil. Precisamos agir com inteligência. Lula é o único candidato capaz de derrotar Bolsonaro e o bolsonarismo. Aqui, Lula vai encontrar compromisso programático para construção de um país socialmente justo e economicamente sustentável", pontuou.
A reunião também deu destaque às demandas dos povos indígenas, já que a bancada da Rede na Câmara Federal conta com o mandato da deputada Joênia Wapichana, a primeira indígena a ocupar uma cadeira no Congresso. Lula se comprometeu com a pauta dos povos originários e anunciou que vai criar o Ministério dos Povos Indígenas do Brasil.