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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, fixou, nesta quinta-feira (21/7), um prazo de cinco dias para o presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifestar sobre os ataques ao processo eleitoral brasileiro, durante reunião com os embaixadores na última segunda-feira. A decisão atende a um pedido do PDT — que também pede a retirada dos vídeos na internet em que o chefe do Executivo faz as acusações.
Fachin destaca a manifestação de todas as partes envolvidas no pedido, além de Jair Bolsonaro.
"Antes, porém, de analisar o pedido fórmula em caráter de urgência, faz-se a necessidade de um aferição da regularidade necessária adotar. de formação que os fatos retratados indicam que a volta atraída prática desnatura destinada contra a lisura-eletrônica e confiável do processo eleitoral, marcadamente das urnas", escreveu o ministro.
O PDT ainda pediu que o Facebook e o Instagram retirem os vídeos da reunião das páginas do presidente. A sigla também pede que a plataforma, o PL e Bolsonaro sejam multados "em patamar máximo” por propaganda eleitoral antecipada.
Uma ação também foi protocolada pelo PT, na última terça-feira, com esse mesmo indicativo. O partido pediu que o TSE derrubasse os vídeos da reunião de Bolsonaro com os embaixadores. O material está salvo nas redes sociais do chefe do Executivo e no canal oficial da TV Brasil no YouTube.
A legenda alega desinformação, propaganda antecipada e diz ainda que o presidente buscou promoção pessoal visando as eleições, pois Bolsonaro exibiu imagens das motociatas que vem promovendo em todo país.
Reunião e ataques
Na tarde de segunda-feira (18/7), Jair Bolsonaro reuniu embaixadores em um evento no Palácio do Planalto para fazer uma série de ataques às urnas eletrônicas. Além de disseminar diversas notícias falsas sobre a confiabilidade do sistema de votação do país, o presidente também insistiu no discurso de que o Judiciário tenta constantemente “desestabilizar” seu governo.
Após os ataques de Bolsonaro, o ministro Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu recados duros ao chefe do Executivo. O magistrado disse que estão tentando “sequestrar a opinião pública” e que é hora de “dizer um basta”.
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Fachin destaca a manifestação de todas as partes envolvidas no pedido, além de Jair Bolsonaro.
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Reunião e ataques
Na tarde de segunda-feira (18/7), Jair Bolsonaro reuniu embaixadores em um evento no Palácio do Planalto para fazer uma série de ataques às urnas eletrônicas. Além de disseminar diversas notícias falsas sobre a confiabilidade do sistema de votação do país, o presidente também insistiu no discurso de que o Judiciário tenta constantemente “desestabilizar” seu governo.
Após os ataques de Bolsonaro, o ministro Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu recados duros ao chefe do Executivo. O magistrado disse que estão tentando “sequestrar a opinião pública” e que é hora de “dizer um basta”.