array(31) {
["id"]=>
int(177149)
["title"]=>
string(71) "Cármen Lúcia alerta: mau uso da IA pode contaminar eleições de 2026"
["content"]=>
string(4107) "BRASÍLIA – A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, afirmou nesta terça-feira (27/1) que o uso indevido da inteligência artificial (IA) e de outras tecnologias pode comprometer a lisura das eleições de 2026 e reforçou que a Justiça Eleitoral já prepara regras para enfrentar o risco da desinformação.
As declarações foram feitas durante a abertura de um seminário da Justiça Eleitoral sobre segurança, comunicação e desinformação, com foco no próximo ciclo eleitoral. O evento contou com a participação do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e de representantes de órgãos envolvidos na proteção do processo eleitoral.
Segundo a ministra, a confiança da população nas instituições é o principal pilar da democracia. “Não há dúvida de que as tecnologias, pelo mau uso, podem levar à contaminação das eleições. Em vez de garantir o direito à informação, podem desinformar”, afirmou.
Cármen Lúcia destacou que a inteligência artificial representa um fator novo no ambiente eleitoral, ao permitir a criação e a disseminação de conteúdos falsos com aparência de veracidade. Para ela, a principal estratégia para enfrentar esse cenário é a precaução. “A melhor alternativa para evitar a desinformação é prevenir”, disse.
A preocupação já está refletida na agenda do TSE. A Justiça Eleitoral vai apresentar minutas de resoluções que vão orientar as eleições de outubro de 2026. Ao todo, sete temas foram incluídos nos textos preliminares, que serão submetidos a audiências públicas entre os dias 3 e 5 de fevereiro.
Em meio aos assuntos em debate estão regras sobre propaganda eleitoral, campanha de candidatos, uso de inteligência artificial, combate à desinformação e transporte de eleitores com deficiência. A proposta é abrir espaço para que a sociedade apresente sugestões antes da consolidação das normas.
De acordo com a ministra, o trabalho da Justiça Eleitoral é contínuo e se intensifica justamente fora do período de eleições. O objetivo, segundo ela, é garantir que o eleitor possa votar com tranquilidade e liberdade, sem interferências indevidas ou pressões externas.
Cármen Lúcia ressaltou ainda a atuação conjunta entre instituições, como a Polícia Federal, tribunais regionais eleitorais e demais órgãos públicos, para assegurar a integridade do processo eleitoral. “A Justiça Eleitoral tem o dever de garantir a confiança da eleitora e do eleitor e de dar respostas rápidas e institucionais a qualquer problema”, afirmou.
"
["author"]=>
string(32) "Hédio Ferreira Júnior /O TEMPO"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(634392)
["filename"]=>
string(46) "carmen-lucia-ia-inteligencia-artificial--1.png"
["size"]=>
string(6) "397334"
["mime_type"]=>
string(9) "image/png"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(0) ""
}
["image_caption"]=>
string(116) "Cármen Lúcia discursa em seminário do TSE sobre segurança e combate à desinformação eleitoral/Foto: SECOM TSE"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(189) "Presidente do TSE diz que tecnologias podem gerar desinformação; Justiça Eleitoral prepara regras em debate público para garantir segurança do voto
"
["author_slug"]=>
string(29) "hedio-ferreira-junior-o-tempo"
["views"]=>
int(49)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(66) "carmen-lucia-alerta-mau-uso-da-ia-pode-contaminar-eleicoes-de-2026"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-01-27 14:38:21.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-01-27 15:06:53.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2026-01-27T14:30:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(47) "/carmen-lucia-ia-inteligencia-artificial--1.png"
}
BRASÍLIA – A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, afirmou nesta terça-feira (27/1) que o uso indevido da inteligência artificial (IA) e de outras tecnologias pode comprometer a lisura das eleições de 2026 e reforçou que a Justiça Eleitoral já prepara regras para enfrentar o risco da desinformação.
As declarações foram feitas durante a abertura de um seminário da Justiça Eleitoral sobre segurança, comunicação e desinformação, com foco no próximo ciclo eleitoral. O evento contou com a participação do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e de representantes de órgãos envolvidos na proteção do processo eleitoral.
Segundo a ministra, a confiança da população nas instituições é o principal pilar da democracia. “Não há dúvida de que as tecnologias, pelo mau uso, podem levar à contaminação das eleições. Em vez de garantir o direito à informação, podem desinformar”, afirmou.
Cármen Lúcia destacou que a inteligência artificial representa um fator novo no ambiente eleitoral, ao permitir a criação e a disseminação de conteúdos falsos com aparência de veracidade. Para ela, a principal estratégia para enfrentar esse cenário é a precaução. “A melhor alternativa para evitar a desinformação é prevenir”, disse.
A preocupação já está refletida na agenda do TSE. A Justiça Eleitoral vai apresentar minutas de resoluções que vão orientar as eleições de outubro de 2026. Ao todo, sete temas foram incluídos nos textos preliminares, que serão submetidos a audiências públicas entre os dias 3 e 5 de fevereiro.
Em meio aos assuntos em debate estão regras sobre propaganda eleitoral, campanha de candidatos, uso de inteligência artificial, combate à desinformação e transporte de eleitores com deficiência. A proposta é abrir espaço para que a sociedade apresente sugestões antes da consolidação das normas.
De acordo com a ministra, o trabalho da Justiça Eleitoral é contínuo e se intensifica justamente fora do período de eleições. O objetivo, segundo ela, é garantir que o eleitor possa votar com tranquilidade e liberdade, sem interferências indevidas ou pressões externas.
Cármen Lúcia ressaltou ainda a atuação conjunta entre instituições, como a Polícia Federal, tribunais regionais eleitorais e demais órgãos públicos, para assegurar a integridade do processo eleitoral. “A Justiça Eleitoral tem o dever de garantir a confiança da eleitora e do eleitor e de dar respostas rápidas e institucionais a qualquer problema”, afirmou.