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string(2152) "Aliados de Jair Bolsonaro no Senado avaliam que a desarticulação da base bolsonarista na Casa poderá viabilizar a criação de uma CPI voltada para investigar a suspeita de irregularidades e de corrupção no Ministério da Educação.O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse ao jornalista Valdo Cruz, do G1, que 26 parlamentares já assinaram o requerimento para a instalação do colegiado e que o presidente da Comissão de Educação, senador Marcelo Castro (MDB-PI), já teria afirmado que, se faltar apenas uma assinatura, ele irá apoiar a criação da CPI.
“Temos três senadores que podem assinar o requerimento. Se um deles assinar, o senador Marcelo Castro vai dar sua assinatura também, aí vamos criar a CPI para investigar o tráfico de influência dos pastores no MEC, que tiveram as portas do ministério abertas por determinação do presidente da República”, disse Randolfe.
Aliados de Bolsonaro observam que a riqueza de detalhes dos depoimentos feitos pelos prefeitos sobre a cobrança de propina, que teria sido feita pelo pastor Arilton de Moura” para liberar verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para municípios, teria irritado senadores governistas e os levado a assinarem o requerimento apresentado por Randolfe.
Ainda segundo a reportagem, “diante do risco de criação da CPI do MEC, o Palácio do Planalto já se prepara para fazer um trabalho de convencimento de alguns senadores para retirarem suas assinaturas”. “No ano passado, o governo tentou o mesmo movimento na CPI da Covid, mas não teve sucesso. Espera, porém, convencer alguns senadores sob o argumento de que a CPI pode virar um palco eleitoral para a oposição”, finaliza o jornalista.
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“Temos três senadores que podem assinar o requerimento. Se um deles assinar, o senador Marcelo Castro vai dar sua assinatura também, aí vamos criar a CPI para investigar o tráfico de influência dos pastores no MEC, que tiveram as portas do ministério abertas por determinação do presidente da República”, disse Randolfe.
Aliados de Bolsonaro observam que a riqueza de detalhes dos depoimentos feitos pelos prefeitos sobre a cobrança de propina, que teria sido feita pelo pastor Arilton de Moura” para liberar verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para municípios, teria irritado senadores governistas e os levado a assinarem o requerimento apresentado por Randolfe.
Ainda segundo a reportagem, “diante do risco de criação da CPI do MEC, o Palácio do Planalto já se prepara para fazer um trabalho de convencimento de alguns senadores para retirarem suas assinaturas”. “No ano passado, o governo tentou o mesmo movimento na CPI da Covid, mas não teve sucesso. Espera, porém, convencer alguns senadores sob o argumento de que a CPI pode virar um palco eleitoral para a oposição”, finaliza o jornalista.