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Pimentel: política de preços da gasolina é muito "descolada" da realidade

25/05/2018 00h00 - Atualizado em 21/03/2019 12h34 por Admin


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"Há de convir, Vossa Excelência presidente Temer, que o aumento do preço dos combustíveis em mais de 50% em um período inferior a 12 meses é absolutamente incompatível com o nível de preços em geral da economia, nesse estágio em que a inflação mal alcança 3%", disse o governador de Minas, Fernando Pimentel

 

 

Minas 247 - O governador de Minas, Fernando Pimentel, criticou o governo de Michel Temer, nesta quinta-feira (24), por causa dos constantes reajustes no preço da gasolina.;

"Há de convir, Vossa Excelência presidente Temer, que o aumento do preço dos combustíveis em mais de 50% em um período inferior a 12 meses é absolutamente incompatível com o nível de preços em geral da economia, nesse estágio em que a inflação mal alcança 3%. A alegada correção de práticas passadas não pode, e nem deve, ser suporte para uma política de preços tão descolada da realidade como esta hoje, infelizmente assumida pela Petrobras", criticou o chefe do executivo mineiro, que participou na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, do Dia da Indústria 2018.

De acordo com Pimentel, a política de preços de combustível praticada pela Petrobras que é a raiz do problema que causou a greve dos caminhoneiros, com "perdas enormes na produção, na indústria e comércio, com riscos eminentes para o abastecimento alimentar, para o atendimento médico, para a segurança pública".

O governador classificou como "equivocada" a política de preços da estatal.

"A recente reação do presidente da estatal do petróleo que, aliás, muito me surpreendeu porque se trata de um técnico competente e respeitado, ao dizer que seria inaceitável qualquer mudança nessa política - visivelmente equivocada - desrespeita não só a hierarquia, posto que o Presidente da República é o senhor, e não ele, mas principalmente a lógica econômica dos empresários e dos trabalhadores. Afinal, nós não somos os Estados Unidos da América, não emitimos dólar, não dispomos do mesmo nível de renda e, muito menos, da hegemonia econômica daquele país. Nesse quesito de preço de petróleo, adotar o modelo norte-americano na nossa terra tropical é um contrassenso semelhante a usar tanga no Polo Norte ou casaco de pele no Saara", afirmou.

Pimentel disse que corrigir essa distorção é atribuição "incontornável, inescapável e indivisível" do governo federal e pediu que a solução a ser encontrada seja "compatível com os anseios de toda a população". "E reafirmo agora nossa mais integral solidariedade ao povo brasileiro, esse sim, o maior sacrificado por esse quadro de paralisia econômica e desagregação social que a gente vive hoje no Brasil", afirmou.

Promovida pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), a solenidade marcou a transmissão do mandato de Olavo Machado Júnior para o presidente eleito, Flávio Roscoe. O evento também homenageou 17 empresários de destaque. Também foram condecorados o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, com o Grande Colar do Mérito Industrial, e Otávio Viegas, presidente da VMI Tecnologias, escolhido o Industrial do Ano.

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De acordo com Pimentel, a política de preços de combustível praticada pela Petrobras que é a raiz do problema que causou a greve dos caminhoneiros, com "perdas enormes na produção, na indústria e comércio, com riscos eminentes para o abastecimento alimentar, para o atendimento médico, para a segurança pública".

O governador classificou como "equivocada" a política de preços da estatal.

"A recente reação do presidente da estatal do petróleo que, aliás, muito me surpreendeu porque se trata de um técnico competente e respeitado, ao dizer que seria inaceitável qualquer mudança nessa política - visivelmente equivocada - desrespeita não só a hierarquia, posto que o Presidente da República é o senhor, e não ele, mas principalmente a lógica econômica dos empresários e dos trabalhadores. Afinal, nós não somos os Estados Unidos da América, não emitimos dólar, não dispomos do mesmo nível de renda e, muito menos, da hegemonia econômica daquele país. Nesse quesito de preço de petróleo, adotar o modelo norte-americano na nossa terra tropical é um contrassenso semelhante a usar tanga no Polo Norte ou casaco de pele no Saara", afirmou.

Pimentel disse que corrigir essa distorção é atribuição "incontornável, inescapável e indivisível" do governo federal e pediu que a solução a ser encontrada seja "compatível com os anseios de toda a população". "E reafirmo agora nossa mais integral solidariedade ao povo brasileiro, esse sim, o maior sacrificado por esse quadro de paralisia econômica e desagregação social que a gente vive hoje no Brasil", afirmou.

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