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Motoristas mineiros e donos de oficinas mecânicas devem ficar atentos a um novo golpe na praça. Criminosos têm se passado por funcionários de centros automotivos para solicitar cobranças indevidas, sob o pretexto de comprar peças de reposição para o veículo. Um alerta foi emitido nesta terça-feira (7) pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Para articular a fraude, o bandido entra na oficina e, discretamente, anota os modelos dos carros - alguns tiram até fotos mostrando as placas. Algum tempo depois, entram em contato com o próprio estabelecimento se passando pelo dono do automóvel e solicitam uma cópia da ordem de serviço via Whatsapp, sob a alegação de que teria perdido a original. O documento contém o nome e o telefone do real proprietário.
Em seguida, o golpista usa a foto de perfil da oficina no próprio número de Whatsapp e entra em contato com o dono do veículo dizendo que será necessário comprar uma peça. Para isso, será necessária uma transferência via Pix. Caso contrário, o carro não será entregue a tempo.
A estratégia integra o chamado golpe do Pix, com cobranças indevidas em outros formatos, como os falsos gerente de banco, consultor de segurança, parente distante, dentre outros. A novidade nesse caso é que o dono da oficina também é vítima.
Coordenador do Procon da ALMG foi alvo da tentativa de golpe
O coordenador do Procon da ALMG, Marcelo Barbosa, afirma não acreditar que funcionários de oficinas estejam envolvidos com os golpistas, pois obter as informações sobre os veículos é uma tarefa "muito fácil".
Barbosa foi alvo da tentativa de golpe, mas não caiu por estranhar diversos aspectos, que, segundo ele, podem servir de alerta para outros consumidores: a cobrança antes da entrega do veículo - algo que a empresa nunca fez -, e o número que aparecia no Whatsapp não ser o da oficina mecânica, apesar de a foto de perfil ser a mesma. O estilo das mensagens recebidas também parecia diferente do habitual.
Procurada, a Polícia Civil (PC) orienta que vítimas que caíram em golpes de estelionato façam a representação no momento do registro da ocorrência, etapa necessária para o andamento das investigações.
A PC afirma também que, além de desenvolver a investigação criminal, realiza, rotineiramente, ações de enfrentamento a organizações criminosas, por meio de operações policiais que resultam, comumente, na apreensão de materiais, análises periciais e prisões.
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Motoristas mineiros e donos de oficinas mecânicas devem ficar atentos a um novo golpe na praça. Criminosos têm se passado por funcionários de centros automotivos para solicitar cobranças indevidas, sob o pretexto de comprar peças de reposição para o veículo. Um alerta foi emitido nesta terça-feira (7) pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Para articular a fraude, o bandido entra na oficina e, discretamente, anota os modelos dos carros - alguns tiram até fotos mostrando as placas. Algum tempo depois, entram em contato com o próprio estabelecimento se passando pelo dono do automóvel e solicitam uma cópia da ordem de serviço via Whatsapp, sob a alegação de que teria perdido a original. O documento contém o nome e o telefone do real proprietário.
Em seguida, o golpista usa a foto de perfil da oficina no próprio número de Whatsapp e entra em contato com o dono do veículo dizendo que será necessário comprar uma peça. Para isso, será necessária uma transferência via Pix. Caso contrário, o carro não será entregue a tempo.
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Barbosa foi alvo da tentativa de golpe, mas não caiu por estranhar diversos aspectos, que, segundo ele, podem servir de alerta para outros consumidores: a cobrança antes da entrega do veículo - algo que a empresa nunca fez -, e o número que aparecia no Whatsapp não ser o da oficina mecânica, apesar de a foto de perfil ser a mesma. O estilo das mensagens recebidas também parecia diferente do habitual.
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A PC afirma também que, além de desenvolver a investigação criminal, realiza, rotineiramente, ações de enfrentamento a organizações criminosas, por meio de operações policiais que resultam, comumente, na apreensão de materiais, análises periciais e prisões.