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Bandidos têm usado a tragédia em Juiz de Fora, na Zona da Mata, para roubar dinheiro de pessoas interessadas em ajudar as vítimas. Um alerta foi feito nesta segunda-feira (2) pela prefeitura da cidade após um link, hospedado na plataforma Vakinha, circular pelas redes sociais e aplicativos de mensagem.
A vaquinha virtual não foi criada pela administração municipal e sequer integra ação oficial de arrecadação para atendimento aos atingidos pela catástrofe.
"Neste momento difícil, de dor e de reconstrução, repudiamos a disseminação de fake news e tentativas de se aproveitar da solidariedade das pessoas. Pedimos que a população não faça qualquer doação por links não confirmados e ajude a interromper a circulação dessas mensagens", informou a prefeitura.
Interessados em ajudar com doações em dinheiro devem utilizar, apenas, o canal oficial de da prefeitura, por meio de PIX. As contribuições podem ser realizadas exclusivamente pela chave:
contribua@pjf.mg.gov.br
Banco do Brasil — Agência 2592-5 — Conta Corrente 77149-X
Segundo a prefeitura, o dinheiro está em conta aberta, com saldo divulgado diariamente. A administração municipal informou já ter iniciado o processo de contratação emergencial de itens de higiene pessoal e roupas íntimas com esses recursos.
"Essa compra será conduzida com transparência, tanto na prestação de contas quanto na distribuição no território, atendendo abrigos públicos e também pessoas acolhidas por familiares e amigos", acrescenta a prefeitura de Juiz de Fora.
O Hoje em Dia entrou em contato com a plataforma Vakinha e a Polícia Civil, mas não houve retornos até a publicação desta reportagem.
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Interessados em ajudar com doações em dinheiro devem utilizar, apenas, o canal oficial de da prefeitura, por meio de PIX. As contribuições podem ser realizadas exclusivamente pela chave:
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Segundo a prefeitura, o dinheiro está em conta aberta, com saldo divulgado diariamente. A administração municipal informou já ter iniciado o processo de contratação emergencial de itens de higiene pessoal e roupas íntimas com esses recursos.
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O Hoje em Dia entrou em contato com a plataforma Vakinha e a Polícia Civil, mas não houve retornos até a publicação desta reportagem.