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O felino deu entrada no hospital em 1º de abril, após ser resgatado ferido às margens da MG-255, perto de Itapagipe, também no Triângulo, com suspeita de ter sido atropelado.
A fêmea foi socorrida por um morador, que acionou a Polícia Militar de Meio Ambiente. Em seguida, o animal foi encaminhado ao HVU para receber atendimento especializado. Uma semana depois, deu à luz aos filhotes.
Vínculo materno
"Os três filhotes de gato-mourisco completaram uma semana de vida no Setor de Animais Silvestres do HVU e seguem sendo amamentados pela mãe, que permanece em acompanhamento clínico e manejo controlado pela equipe.
"Desde o parto, a condução do caso tem priorizado a manutenção do vínculo materno e a redução máxima de estímulos estressantes, com monitoramento contínuo e mínima intervenção direta", explicou o HVU em nota enviada ao Estado de Minas, nesta terça-feira (14/4).
Ainda de acordo com o hospital, durante a primeira semana de vida dos filhotes, não foi realizado manejo direto com eles, justamente para preservar a estabilidade do comportamento materno nesse período inicial, considerado delicado em felídeos silvestres.
Após esse período inicial e assim que houver estabilidade clínica e comportamental compatível com o transporte, a fêmea e os filhotes deverão ser encaminhados ao Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras) de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, onde o grupo seguirá dentro do fluxo oficial de triagem, reabilitação e destinação de fauna silvestre.
Segundo o HVU, o período neonatal em felídeos silvestres exige cautela. "Na primeira semana, nossa prioridade foi preservar o vínculo entre a mãe e os filhotes, evitando ao máximo a aproximação. Essa conduta é tecnicamente importante porque já há relatos, em outros felídeos estudados, de rejeição, recusa de amamentação e falta de cuidado materno quando esse processo é interrompido ou quando há distúrbio excessivo. Neste caso, os filhotes seguem mamando, o que é um sinal muito positivo", explicou o médico veterinário Cláudio Yudi.
Hábitos diurnos
O gato-mourisco (Herpailurus yagouaroundi) também conhecido como jaguarundi, é um felino silvestre de porte médio nativo das Américas, com corpo alongado, patas curtas e cauda longa. Diferentemente de outros felinos, possui hábitos diurnos e coloração uniforme (preto, castanho ou avermelhado), alimentando-se de pequenos roedores, aves e répteis.
O felino está ameaçado de extinção, classificado como vulnerável na lista nacional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
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Vínculo materno
"Os três filhotes de gato-mourisco completaram uma semana de vida no Setor de Animais Silvestres do HVU e seguem sendo amamentados pela mãe, que permanece em acompanhamento clínico e manejo controlado pela equipe.
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Ainda de acordo com o hospital, durante a primeira semana de vida dos filhotes, não foi realizado manejo direto com eles, justamente para preservar a estabilidade do comportamento materno nesse período inicial, considerado delicado em felídeos silvestres.
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Segundo o HVU, o período neonatal em felídeos silvestres exige cautela. "Na primeira semana, nossa prioridade foi preservar o vínculo entre a mãe e os filhotes, evitando ao máximo a aproximação. Essa conduta é tecnicamente importante porque já há relatos, em outros felídeos estudados, de rejeição, recusa de amamentação e falta de cuidado materno quando esse processo é interrompido ou quando há distúrbio excessivo. Neste caso, os filhotes seguem mamando, o que é um sinal muito positivo", explicou o médico veterinário Cláudio Yudi.
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O gato-mourisco (Herpailurus yagouaroundi) também conhecido como jaguarundi, é um felino silvestre de porte médio nativo das Américas, com corpo alongado, patas curtas e cauda longa. Diferentemente de outros felinos, possui hábitos diurnos e coloração uniforme (preto, castanho ou avermelhado), alimentando-se de pequenos roedores, aves e répteis.
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