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Que o frio é um convite ao vinho, caldos e ao fondue não é novidade. Justamente por isso cidades de Minas Gerais estão celebrando a queda nas temperaturas nesta semana, que foi convertida em maior presença de turistas em hotéis, bares e restaurantes.
Em Monte Verde, distrito de Camanducaia, no Sul de Minas, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou índice negativo de -1Cº. E o frio representou um incremento de 70% na demanda por hotéis na cidade entre o final da última semana e o início da atual, segundo a presidente da Agência de Desenvolvimento de Monte e Região, Rebecca Wagner.
“A movimentação durante a semana, que não é tão boa, aumentou 30% para a nossa surpresa e quase todos os hotéis estão lotados para o final de semana. Esse frio não tão esperado foi muito bem vindo”, celebrou.
Rebecca contou que os turistas já chegam com os atrativos definidos: comer fondue, tomar vinho e curtir lareiras nos chalés das hospedagens. A expectativa é de que o turismo no distrito volte aos patamares pré-pandemia já no feriado de Corpus Christi, celebrado em 16 de junho, quando as projeções indicam para 20 a 25 mil turistas por dia.
“De maio até junho ainda estamos considerando os valores de média temporada, os preços ainda não são altos. Convidamos o turista a conhecer o frio antecipado e visitar nessa época já que maio temos um céu azul lindo durante o dia e noites estreladas”, convoca Rebecca.
Novas vagas
Em São João del-Rei, no Campo das Vertentes, a movimentação de turistas também foi boa durante a semana e a previsão é de novas visitas neste final.
Diretor da Associação Comercial e Industrial da cidade, Luis Paulo Moreira diz que o frio vai ajudar na recuperação financeira de alguns estabelecimentos que acabaram amargando prejuízos durante o período agudo da pandemia.
Moreira afirma, inclusive, que será necessário abrir vagas temporárias de trabalho. “A mão de obra vai aumentar porque estamos saindo da pandemia e, graças a Deus, o movimento está alavancando. A semana já foi boa e a tendência é de que o final de semana seja ótimo”, disse.
Bares e restaurantes da histórica cidade estão programando atividades especiais para atrair os viajantes. “Está aumentando o consumo de roupas de frio e de bebidas sofisticadas como o vinho e a vodka, mas com a nossa cachaça tradicional também”, conclui.
No distrito residencial de Casa Branca, em Brumadinho, a semana foi tranquila, apesar de temperaturas em torno de 5º. “Mas no próximo final de semana, Casa Branca estará lotada”, projeta Augusto Dourado, diretor social da Associação Comercial do distrito.
Reserva antecipada
Para quem deseja visitar o distrito de Lavras Novas, em Ouro Preto, a dica é antecipar as reservas. O vilarejo é cercado por montanhas e tem a tradição de atrair turistas para bares, restaurantes e pousadas. “Lavras Novas já não havia parado totalmente na pandemia. É muito difícil conseguir alguma vaga de última hora”, alerta Fernanda Tropia, representante do setor de hotelaria em Ouro Preto.
Ela afirma que a movimentação de turistas durante a semana foi visível nas ruas e ladeiras, que tiveram movimentação atípica. Dona de uma pousada na cidade, ela afirma que a demanda cresceu com a massa de ar polar que despencou as temperaturas na cidade a partir de terça-feira.
“A gente já estava com sábado e domingo mais ou menos vendido durante a semana, só que ainda assim recebemos muitas ligações e procura. É muito nítido como o frio chama as pessoas”, ressalta. A previsão é tão positiva que até a semana do feriado de Corpus Christi, a pousada dos Oficiais, administrada por ela, tem praticamente todas as vagas preenchidas.
O bom momento, no entanto, não se estende a todos os setores. “As pessoas vêm para o hotel, restaurante, café, mas não estão gastando muito no comércio. Parece que não estão tendo dinheiro para gastar”, analisa.
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Em Monte Verde, distrito de Camanducaia, no Sul de Minas, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou índice negativo de -1Cº. E o frio representou um incremento de 70% na demanda por hotéis na cidade entre o final da última semana e o início da atual, segundo a presidente da Agência de Desenvolvimento de Monte e Região, Rebecca Wagner.
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Rebecca contou que os turistas já chegam com os atrativos definidos: comer fondue, tomar vinho e curtir lareiras nos chalés das hospedagens. A expectativa é de que o turismo no distrito volte aos patamares pré-pandemia já no feriado de Corpus Christi, celebrado em 16 de junho, quando as projeções indicam para 20 a 25 mil turistas por dia.
“De maio até junho ainda estamos considerando os valores de média temporada, os preços ainda não são altos. Convidamos o turista a conhecer o frio antecipado e visitar nessa época já que maio temos um céu azul lindo durante o dia e noites estreladas”, convoca Rebecca.
Novas vagas
Em São João del-Rei, no Campo das Vertentes, a movimentação de turistas também foi boa durante a semana e a previsão é de novas visitas neste final.
Diretor da Associação Comercial e Industrial da cidade, Luis Paulo Moreira diz que o frio vai ajudar na recuperação financeira de alguns estabelecimentos que acabaram amargando prejuízos durante o período agudo da pandemia.
Moreira afirma, inclusive, que será necessário abrir vagas temporárias de trabalho. “A mão de obra vai aumentar porque estamos saindo da pandemia e, graças a Deus, o movimento está alavancando. A semana já foi boa e a tendência é de que o final de semana seja ótimo”, disse.
Bares e restaurantes da histórica cidade estão programando atividades especiais para atrair os viajantes. “Está aumentando o consumo de roupas de frio e de bebidas sofisticadas como o vinho e a vodka, mas com a nossa cachaça tradicional também”, conclui.
No distrito residencial de Casa Branca, em Brumadinho, a semana foi tranquila, apesar de temperaturas em torno de 5º. “Mas no próximo final de semana, Casa Branca estará lotada”, projeta Augusto Dourado, diretor social da Associação Comercial do distrito.
Reserva antecipada
Para quem deseja visitar o distrito de Lavras Novas, em Ouro Preto, a dica é antecipar as reservas. O vilarejo é cercado por montanhas e tem a tradição de atrair turistas para bares, restaurantes e pousadas. “Lavras Novas já não havia parado totalmente na pandemia. É muito difícil conseguir alguma vaga de última hora”, alerta Fernanda Tropia, representante do setor de hotelaria em Ouro Preto.
Ela afirma que a movimentação de turistas durante a semana foi visível nas ruas e ladeiras, que tiveram movimentação atípica. Dona de uma pousada na cidade, ela afirma que a demanda cresceu com a massa de ar polar que despencou as temperaturas na cidade a partir de terça-feira.
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O bom momento, no entanto, não se estende a todos os setores. “As pessoas vêm para o hotel, restaurante, café, mas não estão gastando muito no comércio. Parece que não estão tendo dinheiro para gastar”, analisa.