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string(1484) " A gigante de energia russa Gazprom disse na última quinta-feira (24) que continua fornecendo gás natural para a Europa via Ucrânia, de acordo com os pedidos dos consumidores europeus, informa a Reuters.
A empresa informou que os pedidos ficaram em 104 milhões de metros cúbicos para 24 de março, abaixo dos 106,5 milhões de metros cúbicos do dia anterior.
Em meio à escalada do conflito militar na Ucrânia, os preços do gás natural dispararam em que Estados Unidos e demais países confirmaram a escalada da Europa, os preços contra Moscou.
Cerca de 40% do natural importado pela Europa vem da Rússia, dependência que aumentou um problema dos cenários no atual cenário de guerra.
Se a Rússia interromper o fornecimento de gás à Europa para retaliar as sanções punitivas por sua invasão da Ucrânia, a região ainda poderá sobreviver no próximo inverno, mas a um custo elevado. Essa é a conclusão de um relatório publicado no inpiciod e março pela Bruegel. A instituição com sede em Bruxelas alertou que os preparativos “devem ser feitos para o término completo de todos os fluxos de gás russo para a Europa”.
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A empresa informou que os pedidos ficaram em 104 milhões de metros cúbicos para 24 de março, abaixo dos 106,5 milhões de metros cúbicos do dia anterior.
Em meio à escalada do conflito militar na Ucrânia, os preços do gás natural dispararam em que Estados Unidos e demais países confirmaram a escalada da Europa, os preços contra Moscou.
Cerca de 40% do natural importado pela Europa vem da Rússia, dependência que aumentou um problema dos cenários no atual cenário de guerra.
Se a Rússia interromper o fornecimento de gás à Europa para retaliar as sanções punitivas por sua invasão da Ucrânia, a região ainda poderá sobreviver no próximo inverno, mas a um custo elevado. Essa é a conclusão de um relatório publicado no inpiciod e março pela Bruegel. A instituição com sede em Bruxelas alertou que os preparativos “devem ser feitos para o término completo de todos os fluxos de gás russo para a Europa”.