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string(80) "Papa condena 'guerra de ódio' na Ucrânia em cerimônia voltada para o conflito"
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string(1631) "O papa Francisco condenou, nesta sexta-feira (25), a "guerra de ódio" contra os "irmãos ucranianos indefesos", durante uma cerimônia no Vaticano dedicada especialmente à Ucrânia e à Rússia.
"Hoje (...) as bombas destroem as casas de muitos dos nossos irmãos ucranianos indefesos", declarou o pontífice argentino durante a cerimônia religiosa na basílica de São Pedro, em Roma, antes de rezar à Virgem Maria por Ucrânia e Rússia. "Esta guerra de ódio (...) provoca em todos medo e preocupação", afirmou o papa diante de 3.500 pessoas, entre elas o embaixador ucraniano e representantes do corpo diplomático.
Cerca de dois mil fiéis se reuniram na praça de São Pedro para acompanhar a cerimônia em telas gigantes, segundo o serviço de imprensa da Santa Sé, enquanto os padres e bispos de todo o mundo foram convidados a rezar ao mesmo tempo. Como um sinal da importância concedida pelo Vaticano à guerra, o texto da oração foi divulgado antecipadamente em 35 idiomas, um gesto pouco comum.
Nas últimas semanas, o papa - que conversou com o presidente ucraniano Volodimir Zelensky e também com o patriarca ortodoxo russo Kirill - multiplicou os apelos à paz na Ucrânia, denunciando o "massacre" em um país onde "correm rios de lágrimas e sangue".
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O papa Francisco condenou, nesta sexta-feira (25), a "guerra de ódio" contra os "irmãos ucranianos indefesos", durante uma cerimônia no Vaticano dedicada especialmente à Ucrânia e à Rússia.
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Cerca de dois mil fiéis se reuniram na praça de São Pedro para acompanhar a cerimônia em telas gigantes, segundo o serviço de imprensa da Santa Sé, enquanto os padres e bispos de todo o mundo foram convidados a rezar ao mesmo tempo. Como um sinal da importância concedida pelo Vaticano à guerra, o texto da oração foi divulgado antecipadamente em 35 idiomas, um gesto pouco comum.
Nas últimas semanas, o papa - que conversou com o presidente ucraniano Volodimir Zelensky e também com o patriarca ortodoxo russo Kirill - multiplicou os apelos à paz na Ucrânia, denunciando o "massacre" em um país onde "correm rios de lágrimas e sangue".