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O jornal estadunidense The New York Times qualificou os novos ataques de Bolsonaro como “potencial prévia” da estratégia que ele deverá adotar caso perca as eleições de “forma esmagadora” para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como apontam todas as pesquisas eleitorais.
Ainda segundo o NYT, parece seguir o ex-presidente Trump, que insuflou seus seguidores com críticas ao sistema eleitoral do país até o episódio que resultou na invasão do Capitólio no início do ano passado, que deixou cinco mortos. “Assim como Trump, Bolsonaro parece estar desacreditando a votação antes que ela aconteça, em um suposto esforço para aumentar a confiabilidade e a transparência”.
A agência de notícias Bloomberg ressaltou que Bolsonaro fez uso de “velhas e refutadas teorias da conspiração”. “Bolsonaro, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em todas as pesquisas de opinião, repetidamente questionou a confiabilidade do sistema de votação eletrônica do Brasil, até mesmo alegando sem provas que sua eleição de 2018 foi fraudada e que ele deveria ter vencido no primeiro turno”.
O jornal britânico "The Guardian" qualificou Bolsonaro como “um líder de extrema-direita" que “chamou diplomatas estrangeiros ao palácio presidencial e fez alegações infundadas sobre a integridade das próximas eleições”. O periódico ressaltou, ainda, que o sistema de votação eletrônico é utilizado no Brasil desde 1996 e que ao longo do tempo não houve registro das supostas fraudes alegadas por Bolsonaro e seus apoiadores.
O "The Washington Post" publicou uma reportagem da agência "AP" que afirma que "o líder de extrema-direita não apresentou nenhuma evidência de suas alegações, o que gerou críticas de membros da autoridade eleitoral [TSE]". Ainda segundo a reportagem, analistas temem que Bolsonaro esteja montando uma estratégia para questionar o resultado das eleições em caso de derrota.
A agência noticiosa France Press avaliou que as pesquisas apontam para uma derrota eleitoral de Bolsonaro e que as declarações feitas durante a reunião indicam que ele pode se recusar a entregar o cargo e criar um "cenário semelhante ao da invasão do Capitólio dos EUA, em janeiro de 2021, por apoiadores de Donald Trump, um herói de Bolsonaro".
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O jornal estadunidense The New York Times qualificou os novos ataques de Bolsonaro como “potencial prévia” da estratégia que ele deverá adotar caso perca as eleições de “forma esmagadora” para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como apontam todas as pesquisas eleitorais.
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