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Falando na quinta-feira, Peskov reagiu a relatos de que as forças ucranianas escondidas na usina queriam trocar civis detidos por comida e remédios.
Anteriormente, um representante não identificado do Comando Russo encarregado da operação na vasta fábrica de Azovstal fez a reclamação à agência de notícias russa Ria Novosti. De acordo com o relatório da Ria Novosti, “mais de 200 civis, incluindo mulheres, crianças e idosos podem estar sendo mantidos nos túneis e bunkers subterrâneos de Azovstal”.
Peskov disse aos jornalistas que “já vimos esses métodos antes, por exemplo, na Síria”, onde os terroristas também tentaram trocar pessoas por comida.
Vyacheslav Volodin, presidente da Duma Estatal da Rússia, também comentou o relatório na quinta-feira. Em seu post no Telegram, ele afirmou que os “militantes de Azovstal sugeriram trocar os civis restantes por comida e remédios”. Volodin também revelou os termos do suposto acordo – “quinze reféns por uma tonelada de comida, além de remédios”. Ele também acrescentou que as tropas ucranianas supostamente “avisaram que não iriam mais liberar ninguém para a Ucrânia”, mas sim trocar por mercadorias.
O político russo acusou as forças ucranianas de terem primeiro atraído civis para as siderúrgicas, apenas para depois usá-los como escudos humanos e tentar trocá-los por comida. De acordo com Volodin, as tropas pró-Kiev sitiadas efetivamente equipararam uma vida humana a 66,6 quilos de mercadorias. O oficial russo alegou que os combatentes ucranianos estavam apenas interessados em salvar suas próprias peles.
Ele descreveu esse comportamento como típico de “terroristas”.
As forças russas afirmam controlar toda a cidade portuária de Mariupol, exceto a siderúrgica Azovstal – a última fortaleza ucraniana lá.
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Falando na quinta-feira, Peskov reagiu a relatos de que as forças ucranianas escondidas na usina queriam trocar civis detidos por comida e remédios.
Anteriormente, um representante não identificado do Comando Russo encarregado da operação na vasta fábrica de Azovstal fez a reclamação à agência de notícias russa Ria Novosti. De acordo com o relatório da Ria Novosti, “mais de 200 civis, incluindo mulheres, crianças e idosos podem estar sendo mantidos nos túneis e bunkers subterrâneos de Azovstal”.
Peskov disse aos jornalistas que “já vimos esses métodos antes, por exemplo, na Síria”, onde os terroristas também tentaram trocar pessoas por comida.
Vyacheslav Volodin, presidente da Duma Estatal da Rússia, também comentou o relatório na quinta-feira. Em seu post no Telegram, ele afirmou que os “militantes de Azovstal sugeriram trocar os civis restantes por comida e remédios”. Volodin também revelou os termos do suposto acordo – “quinze reféns por uma tonelada de comida, além de remédios”. Ele também acrescentou que as tropas ucranianas supostamente “avisaram que não iriam mais liberar ninguém para a Ucrânia”, mas sim trocar por mercadorias.
O político russo acusou as forças ucranianas de terem primeiro atraído civis para as siderúrgicas, apenas para depois usá-los como escudos humanos e tentar trocá-los por comida. De acordo com Volodin, as tropas pró-Kiev sitiadas efetivamente equipararam uma vida humana a 66,6 quilos de mercadorias. O oficial russo alegou que os combatentes ucranianos estavam apenas interessados em salvar suas próprias peles.
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