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O comitê legislativo que investiga o ataque ao Congresso dos Estados Unidos por apoiadores de Donald Trump conclui, nesta quinta-feira (21), suas audiências públicas com um final televisionado em horário nobre, no qual analisará em detalhes a atuação do ex-presidente.
"É muito simples", disse a congressista Elaine Luria, que integra a comissão de sete democratas e dois republicanos e que votou a favor de processar Trump após o ataque violento de 6 de janeiro de 2021.
"Não fez nada para realmente conter os distúrbios", ressaltou a legisladora democrata de Virgínia, apesar de "seus assessores terem pedido continuamente que fizesse algo".
Luria disse à CNN que o comitê examinará as ações de Trump "minuto a minuto", começando com o discurso incendiário que ele fez perto da Casa Branca, onde alegou que a eleição presidencial de novembro de 2020 foi roubada dele, até seu pedido aos insurgentes, a quem descreveu como "muito especiais", para voltar para casa.
Liz Cheney, vice-presidente republicana do comitê, afirmou que o painel apresentará evidências de que "Donald Trump nunca pegou o telefone naquele dia para ordenar que seu governo ajudasse".
"Por várias horas, Donald Trump se recusou a intervir para impedir" o ataque, disse Cheney.
A comissão intimou vários assessores e conselheiros de Trump em um esforço para determinar se o ex-presidente e seus associados planejaram ou incentivaram o ataque que buscava impedir a certificação da vitória na eleição do democrata Joe Biden.
A audiência de duas horas desta quinta-feira, a oitava do comitê, começará às 20h, horário local (21h00 no horário de Brasília). Espera-se que seja a última, embora o comitê não tenha descartado mais sessões.
Duas testemunhas devem depor ao vivo nesta quinta-feira: a ex-secretária adjunta de imprensa da Casa Branca, Sarah Matthews; e Matthew Pottinger, que serviu no Conselho de Segurança Nacional.
Ambos renunciaram em 6 de janeiro, quando partidários de Trump invadiram o Capitólio.
Membros do comitê afirmam que trechos do depoimento em vídeo do então advogado da Casa Branca Pat Cipollone também serão apresentados durante a audiência.
Em uma nota divulgada anteriormente, Cipollone disse que não havia evidências de fraude eleitoral significativa e que Trump deveria ter dado a vitória a Biden.
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O comitê legislativo que investiga o ataque ao Congresso dos Estados Unidos por apoiadores de Donald Trump conclui, nesta quinta-feira (21), suas audiências públicas com um final televisionado em horário nobre, no qual analisará em detalhes a atuação do ex-presidente.
"É muito simples", disse a congressista Elaine Luria, que integra a comissão de sete democratas e dois republicanos e que votou a favor de processar Trump após o ataque violento de 6 de janeiro de 2021.
"Não fez nada para realmente conter os distúrbios", ressaltou a legisladora democrata de Virgínia, apesar de "seus assessores terem pedido continuamente que fizesse algo".
Luria disse à CNN que o comitê examinará as ações de Trump "minuto a minuto", começando com o discurso incendiário que ele fez perto da Casa Branca, onde alegou que a eleição presidencial de novembro de 2020 foi roubada dele, até seu pedido aos insurgentes, a quem descreveu como "muito especiais", para voltar para casa.
Liz Cheney, vice-presidente republicana do comitê, afirmou que o painel apresentará evidências de que "Donald Trump nunca pegou o telefone naquele dia para ordenar que seu governo ajudasse".
"Por várias horas, Donald Trump se recusou a intervir para impedir" o ataque, disse Cheney.
A comissão intimou vários assessores e conselheiros de Trump em um esforço para determinar se o ex-presidente e seus associados planejaram ou incentivaram o ataque que buscava impedir a certificação da vitória na eleição do democrata Joe Biden.
A audiência de duas horas desta quinta-feira, a oitava do comitê, começará às 20h, horário local (21h00 no horário de Brasília). Espera-se que seja a última, embora o comitê não tenha descartado mais sessões.
Duas testemunhas devem depor ao vivo nesta quinta-feira: a ex-secretária adjunta de imprensa da Casa Branca, Sarah Matthews; e Matthew Pottinger, que serviu no Conselho de Segurança Nacional.
Ambos renunciaram em 6 de janeiro, quando partidários de Trump invadiram o Capitólio.
Membros do comitê afirmam que trechos do depoimento em vídeo do então advogado da Casa Branca Pat Cipollone também serão apresentados durante a audiência.
Em uma nota divulgada anteriormente, Cipollone disse que não havia evidências de fraude eleitoral significativa e que Trump deveria ter dado a vitória a Biden.