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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quinta-feira (5) a nomeação de Karine Jean-Pierre como a próxima porta-voz da Casa Branca, concedendo este cargo de alto nível a uma mulher negra e abertamente lésbica pela primeira vez.
Jean-Pierre substituirá Jen Psaki, de quem atuou como vice, a partir de 13 de maio, de acordo com um comunicado da Casa Branca.
Biden disse estar "orgulhoso" da nomeação. O presidente também elogiou a "experiência, talento e honestidade" de sua futura porta-voz.
"Ela será a primeira mulher negra e a primeira pessoa abertamente LGBTI a ocupar o cargo de secretária de imprensa da Casa Branca", tuitou Psaki, que havia adiantado desde o início que deixaria o cargo durante o mandato. "Ela dará voz a muitos, mas também fará muitos sonharem grande", acrescentou.
De acordo com a imprensa americana, Psaki se juntará ao canal MSNBC, de orientação progressista.
Biden lhe desejou "o melhor".
"Jen Psaki estabeleceu um padrão para devolver decência, respeito e decoro à sala de imprensa da Casa Branca", disse o presidente no comunicado, agradecendo-lhe "por elevar o nível, comunicar-se de maneira sincera e direta com o povo americano e manter seu senso de humor ao fazê-lo".
Jean-Pierre, de 44 anos, é a primeira mulher negra a assumir o cargo de porta-voz da Casa Branca. Essa francófona, que compartilha sua vida com uma jornalista da CNN, com quem tem uma filha, também se torna a primeira lésbica a assumir esse papel de grande exposição.
Nascida na Martinica de pais haitianos que depois emigraram para os Estados Unidos, Jean-Pierre trabalhou nas duas campanhas de Barack Obama (2008 e 2012) e na de Joe Biden em 2020, antes de se juntar à sua equipe na Casa Branca.
Graduada pela Universidade de Columbia, Jean-Pierre explicou muitas vezes como o caminho de sua família, emblemático do "sonho americano", foi decisivo para sua carreira.
Cresceu em Nova York, onde seu pai trabalhava como motorista de táxi e sua mãe como cuidadora domiciliar.
“Sou tudo o que Donald Trump odeia”, explicou em 2018, referindo-se ao ex-presidente republicano e magnata do setor imobiliário de Nova York, em um vídeo para a organização MoveOn, da qual foi uma de suas principais figuras.
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quinta-feira (5) a nomeação de Karine Jean-Pierre como a próxima porta-voz da Casa Branca, concedendo este cargo de alto nível a uma mulher negra e abertamente lésbica pela primeira vez.
Jean-Pierre substituirá Jen Psaki, de quem atuou como vice, a partir de 13 de maio, de acordo com um comunicado da Casa Branca.
Biden disse estar "orgulhoso" da nomeação. O presidente também elogiou a "experiência, talento e honestidade" de sua futura porta-voz.
"Ela será a primeira mulher negra e a primeira pessoa abertamente LGBTI a ocupar o cargo de secretária de imprensa da Casa Branca", tuitou Psaki, que havia adiantado desde o início que deixaria o cargo durante o mandato. "Ela dará voz a muitos, mas também fará muitos sonharem grande", acrescentou.
De acordo com a imprensa americana, Psaki se juntará ao canal MSNBC, de orientação progressista.
Biden lhe desejou "o melhor".
"Jen Psaki estabeleceu um padrão para devolver decência, respeito e decoro à sala de imprensa da Casa Branca", disse o presidente no comunicado, agradecendo-lhe "por elevar o nível, comunicar-se de maneira sincera e direta com o povo americano e manter seu senso de humor ao fazê-lo".
Jean-Pierre, de 44 anos, é a primeira mulher negra a assumir o cargo de porta-voz da Casa Branca. Essa francófona, que compartilha sua vida com uma jornalista da CNN, com quem tem uma filha, também se torna a primeira lésbica a assumir esse papel de grande exposição.
Nascida na Martinica de pais haitianos que depois emigraram para os Estados Unidos, Jean-Pierre trabalhou nas duas campanhas de Barack Obama (2008 e 2012) e na de Joe Biden em 2020, antes de se juntar à sua equipe na Casa Branca.
Graduada pela Universidade de Columbia, Jean-Pierre explicou muitas vezes como o caminho de sua família, emblemático do "sonho americano", foi decisivo para sua carreira.
Cresceu em Nova York, onde seu pai trabalhava como motorista de táxi e sua mãe como cuidadora domiciliar.
“Sou tudo o que Donald Trump odeia”, explicou em 2018, referindo-se ao ex-presidente republicano e magnata do setor imobiliário de Nova York, em um vídeo para a organização MoveOn, da qual foi uma de suas principais figuras.