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Os presidentes de Argentina, Alberto Fernández, e da Bolívia, Luis Arce, expressaram nesta quinta-feira (7) sua preocupação com a situação institucional no Peru e defenderam o respeito "à democracia e ao voto popular" no país, ao apoiar o governo de Pedro Castillo.
"Querem arrancar nas ruas o que a direita peruana não conseguiu nas urnas, lamentamos este fato", declarou durante coletiva de imprensa o presidente boliviano, em visita a Buenos Aires.
Arce insistiu em que "é preciso respeitar a democracia e o voto popular do povo peruano, que decidiu por uma opção e lamentamos que haja indícios que vão contra esta democracia".
Castillo, há apenas oito meses no poder, evitou em 29 de março sua destituição pelo Congresso, onde a oposição é maioria. Mas a tensão vem aumentando desde a segunda-feira, com o registro de protestos em Lima e outras regiões contra o aumento dos preços dos combustíveis e dos alimentos.
O presidente decretou toque de recolher, mas precisou voltar atrás desta medida em meio a um amplo repúdio e novos protestos.
Fernández manifestou sua "preocupação" e em sua condição de presidente temporário da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos, chamou "a atenção de todos os líderes latino-americanos pelo que está acontecendo no Peru".
"O que está acontecendo no Peru deve chamar a atenção da comunidade latino-americana plena", alertou, instando "ver de que ver modo os governos democráticos da América Latina podem fazer um tipo de expressão mais clara a favor de preservar a institucionalidade do Peru".
Nos oito meses desde sua posse, "tentou-se destituir o presidente Castillo mais de uma vez e não conseguiram no Congresso os votos necessários e quando fracassaram nesta tentativa geraram um clima social, que está colocando em crise a situação institucional de Castillo", advertiu o presidente argentino.
Fernández afirmou que a situação política no Peru ocupou "um bom tempo" de sua conversa com Arce, e que foi abordada na segunda-feira passada durante um encontro com o presidente chileno, Gabriel Boric.
O Peru tem vivido uma forte instabilidade política nos últimos anos. O presidente anterior, o centrista Martín Vizcarra, foi destituído pelo Congresso em novembro de 2020 e antes dele, o direitista Pedro Pablo Kuczynski demitiu-se em março de 2018 quando ficou evidente que não sobreviveria a um segundo julgamento político.
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"Querem arrancar nas ruas o que a direita peruana não conseguiu nas urnas, lamentamos este fato", declarou durante coletiva de imprensa o presidente boliviano, em visita a Buenos Aires.
Arce insistiu em que "é preciso respeitar a democracia e o voto popular do povo peruano, que decidiu por uma opção e lamentamos que haja indícios que vão contra esta democracia".
Castillo, há apenas oito meses no poder, evitou em 29 de março sua destituição pelo Congresso, onde a oposição é maioria. Mas a tensão vem aumentando desde a segunda-feira, com o registro de protestos em Lima e outras regiões contra o aumento dos preços dos combustíveis e dos alimentos.
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