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O Cruzeiro alcançou um feito inédito na noite deste sábado (25) ao vencer o Remo por 1 a 0 no Estádio Baenão, em Belém. A equipe mineira não apenas somou três pontos cruciais pela 13ª rodada do Brasileirão, mas também encerrou um jejum que durava mais de meio século: foi a primeira vitória celeste contra o Leão Azul atuando no Pará desde o início do confronto, em 1972.
Com o resultado, a Raposa chega aos 16 pontos e assume a 12ª colocação, ganhando fôlego na competição. Já o Remo permanece estacionado nos 8 pontos, amargando a penúltima posição na tabela de classificação.
O jogo
A partida começou tensa e marcada por um alto número de faltas. O Remo, empurrado pela torcida, foi superior na primeira etapa e chegou a balançar as redes com Jajá. No entanto, o árbitro Wilton Pereira Sampaio anulou o lance, assinalando falta de Pikachu sobre o goleiro Matheus Cunha na origem da jogada.
O castigo para os donos da casa veio de forma imediata. Aos 33 minutos, logo após o susto, o Cruzeiro respondeu com estilo. Em uma cobrança de lateral rápida, o equatoriano Keny Arroyo recebeu pela direita, limpou a marcação e acertou um belo chute cruzado para vencer Marcelo Rangel. Um golaço que selou o destino do confronto.
No segundo tempo, o Leão Azul pressionou em busca do empate. Jajá e Pikachu desperdiçaram chances claras nos primeiros 15 minutos. O técnico cruzeirense reagiu promovendo a entrada de Wanderson no lugar de Kaio Jorge; o reserva quase ampliou em sua primeira participação, parando em defesa difícil de Rangel. Nos minutos finais, a Raposa soube sofrer, controlou o ritmo com inteligência e segurou a vitória histórica.
Até o apito final, o retrospecto do Cruzeiro como visitante contra o Remo era amplamente desfavorável. Em seis partidas disputadas no Pará, eram quatro vitórias paraenses e dois empates. No histórico geral, o confronto continua equilibrado, mas ainda com vantagem para o time do Norte:
Retrospecto Histórico (14 jogos):
Vitórias do Remo: 7
Vitórias do Cruzeiro: 3
Empates: 4
O Cruzeiro agora vira a chave para uma semana decisiva e de "camisa pesada". Na terça-feira, o compromisso é pela Libertadores, onde recebe o Boca Juniors. No sábado seguinte, o desafio é o clássico mineiro contra o Atlético, no Mineirão.
O Remo, por sua vez, foca na Copa Norte na quarta-feira, contra o Galvez, antes de tentar a recuperação no Brasileirão no sábado, contra o Botafogo, fora de casa.
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No Baenão
O Cruzeiro alcançou um feito inédito na noite deste sábado (25) ao vencer o Remo por 1 a 0 no Estádio Baenão, em Belém. A equipe mineira não apenas somou três pontos cruciais pela 13ª rodada do Brasileirão, mas também encerrou um jejum que durava mais de meio século: foi a primeira vitória celeste contra o Leão Azul atuando no Pará desde o início do confronto, em 1972.
Com o resultado, a Raposa chega aos 16 pontos e assume a 12ª colocação, ganhando fôlego na competição. Já o Remo permanece estacionado nos 8 pontos, amargando a penúltima posição na tabela de classificação.
O jogo
A partida começou tensa e marcada por um alto número de faltas. O Remo, empurrado pela torcida, foi superior na primeira etapa e chegou a balançar as redes com Jajá. No entanto, o árbitro Wilton Pereira Sampaio anulou o lance, assinalando falta de Pikachu sobre o goleiro Matheus Cunha na origem da jogada.
O castigo para os donos da casa veio de forma imediata. Aos 33 minutos, logo após o susto, o Cruzeiro respondeu com estilo. Em uma cobrança de lateral rápida, o equatoriano Keny Arroyo recebeu pela direita, limpou a marcação e acertou um belo chute cruzado para vencer Marcelo Rangel. Um golaço que selou o destino do confronto.
No segundo tempo, o Leão Azul pressionou em busca do empate. Jajá e Pikachu desperdiçaram chances claras nos primeiros 15 minutos. O técnico cruzeirense reagiu promovendo a entrada de Wanderson no lugar de Kaio Jorge; o reserva quase ampliou em sua primeira participação, parando em defesa difícil de Rangel. Nos minutos finais, a Raposa soube sofrer, controlou o ritmo com inteligência e segurou a vitória histórica.
Até o apito final, o retrospecto do Cruzeiro como visitante contra o Remo era amplamente desfavorável. Em seis partidas disputadas no Pará, eram quatro vitórias paraenses e dois empates. No histórico geral, o confronto continua equilibrado, mas ainda com vantagem para o time do Norte:
Retrospecto Histórico (14 jogos):
Vitórias do Remo: 7
Vitórias do Cruzeiro: 3
Empates: 4
O Cruzeiro agora vira a chave para uma semana decisiva e de "camisa pesada". Na terça-feira, o compromisso é pela Libertadores, onde recebe o Boca Juniors. No sábado seguinte, o desafio é o clássico mineiro contra o Atlético, no Mineirão.
O Remo, por sua vez, foca na Copa Norte na quarta-feira, contra o Galvez, antes de tentar a recuperação no Brasileirão no sábado, contra o Botafogo, fora de casa.