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string(53) " Cruzeiro vence o Bahia e ‘respira’ no Brasileiro"
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Artur Jorge promoveu quatro mudanças, considerando desfalques e opções técnicas, que funcionaram: Villareal deu uma assistência e Kauã Moraes fez um gol.
A estratégia das equipes era clara: o Bahia, que está na briga por uma vaga na Copa Libertadores, tentou controlar a partida e manter a posse de bola, mas esbarrou na solidez defensiva do Cruzeiro, enquanto a Raposa buscava ter velocidade e atacar rapidamente os baianos.
Ambas as equipes chegaram aos gols no primeiro tempo em jogadas pelo lado do campo: o Bahia pela direita, com a jogada de Erick Pulga que resultou no pênalti convertido por Luciano Juba; e o Cruzeiro pelo esquerdo, com finalização de Kauã Moraes, que apareceu bem como “elemento surpresa”.
O equilíbrio deu o tom da partida, que poderia ter pendido para qualquer um dos lados.
Na segunda etapa, um jogo aberto, porém sem tantas chances de gol, fez com que o placar não se alterasse até os 41 minutos, quando o jovem Kaique Kenji, em um momento de inspiração, marcou um belo gol, após jogada individual.
Vitória cruzeirense e “respiro” para a equipe celeste, que, momentaneamente, alcançou o 10º lugar.
Próximos jogos de Cruzeiro e Bahia
A vitória retoma a reação do Cruzeiro na Série A. Com 19 pontos, o clube celeste chegou à 10º posição, mas ainda pode perder posições, a depender de outros resultados. O Bahia se manteve na sexta colocação, com 22 pontos.
O Cruzeiro volta a campo nesta terça-feira (12/5), quando recebe o Goiás, no Mineirão, no jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil. Pelo Brasileiro, o próximo compromisso é diante do Palmeiras, no próximo sábado (16/5), às 21h, no Allianz Parque, em São Paulo.
O Bahia, por sua vez, tem compromisso com o Remo nesta terça-feira (5/5), às 21h30, no Mangueirão, em Belém, no jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil. Depois, em 17 de maio (domingo), recebe o Grêmio na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, às 16h, pela 16ª rodada do Brasileiro
Bahia x Cruzeiro
Primeiro tempo: equilíbrio, pênalti polêmico e empate
Em casa, o Bahia, que não vencia há quatro jogos no Brasileiro antes do jogo, buscou controlar as ações, mantendo a posse de bola e trocando passes, visando a abrir a defesa do Cruzeiro. Nos minutos iniciais, a equipe baiana tentou exercer pressão, que foi rapidamente freada pelo Cruzeiro.
As apostas de Artur Jorge surtiram efeito: Kauã Moraes, lateral-direito de origem, fez boa partida no lado esquerdo. Matheus Henrique teve atuação satisfatória e os colombianos Sinisterra e Villareal deram o tom do Cruzeiro na primeira etapa.
A Raposa, por outro lado, apostava na velocidade dos estrangeiros do ataque para surpreender o Tricolor de Aço, com transições rápidas e lançamentos nas costas da defesa. Quando precisava construir desde a defesa, a equipe valia-se da qualidade de passe do camisa 8, que fazia uma “saída de três”, junto aos zagueiros Fabrício Bruno e Jonathan Jesus.
Gerson, que vinha atuando de maneira centralizada, se “sacrificou” e jogou na faixa direita do campo, enquanto Sinisterra se posicionou à esquerda do ataque.
Após os 15 minutos iniciais, o Cruzeiro freou o ímpeto dos baianos e passou a ter mais a bola, porém sem grande efetividade. Pouco tempo, depois, quando a Raposa era melhor no jogo, numa escapada do Bahia pelo lado direito, Erick Pulga dividiu com Kauã Moraes e cruzou para William José, que disputou com Fabrício Bruno e caiu na área: o árbitro Rodrigo Jose Pereira de Lima assinalou a marca da cal e deu pênalti para o Bahia.
Após os protestos dos cruzeirenses, o lateral-esquerdo Luciano Juba bateu firme, com a parte interna do pé, no canto direito de Otávio, que acertou o canto mas não alcançou a bola. 1 a 0, aos 27 minutos.
Depois do gol, o time celeste tentava reagir, sem muita efetividade. Enquanto os mineiros trocavam passes, o Bahia se fechou e defendia com o bloco baixo, com quase todos os jogadores atrás da linha da bola.
Aos 40 minutos, porém, o Cruzeiro conseguiu envolver o Bahia pela promeira vez: Matheus Pereira e Gerson tabelaram, o camisa 10 passou para Villareal, que deu a assistência para Kauã Moraes, lateral improvisado, que usou a perna esquerda para chutar por baixo de Leo Vieira e empatar o jogo para os mineiros. 1 a 1.
Já no fim do primeiro tempo, a partida ficou aberta e o Cruzeiro chegou duas vezes, com chutes de fora da área que levaram perigo à meta dos baianos, com Lucas Romero e Gerson.
O empate na primeira etapa refletiu bem o equilíbrio do jogo. Ambas as equipes tiveram 50% de posse de bola, o Bahia finalizou no gol do Cruzeiro uma vez, enquanto o Cruzeiro o fez cinco vezes.

Lance do jogo entre Bahia e Cruzeiro(foto: Catarina Brandão/EC Bahia)
Segundo tempo: Cria da Toca decide para o Cruzeiro
Artur Jorge e Rogério Ceni mexeram no intervalo mas sustentaram as estratégias. Logo no primeiro minuto, o Cruzeiro teve um gol anulado: após cobrança de falta de Matheus Pereira, Jonathan Jesus (que estava impedido) cabeceou e no rebote Sinisterra balançou as redes, em lance que acabou impugnado pela assistente Brigida Cirilo Ferreira.
A Raposa se mostrou agressiva, tendo tido quatro finalizações nos primeiros dez minutos do segundo tempo.
Após, a entrada de Ademir fez com que o Bahia crescesse no jogo e obrigou o goleiro Otávio a praticar uma boa defesa, aos 20 minutos, para salvar o Cruzeiro. Dois minutos depois, após passe açucarado de Matheus Pereira, Kaio Jorge, que entrara na segunda etapa, quase colocou a Raposa à frente no placar, mas desperdiçou boa chance.
Na segunda metade da etapa complementar, o jogo ficou mais aberto, com as equipes protagonizando uma “trocação”, sem, contudo, apresentarem grande efetividade, até que Otávio precisou salvar o Cruzeiro outra vez, após chute de Kike Olivera, de fora da área, no cantinho direito.
Artur Jorge tentou melhorar a quallidade de passe do Cruzeiro, promovendo a entrada de Lucas Silva, e buscou explorar a velocidade nos contra-ataques, com as entradas de Wanderson e Kenji. O Bahia “respondeu”, com as entradas de Olivera e Michel Araújo, que visavam a potencializar as ações ofensivas do Tricolor.
As substituições trouxeram muita transpiração e pouca inspiração aos times, até que Kaique Kenji protagonizou um belíssimo lance: aos 41 minutos do segundo tempo, o garoto chamou Luciano Juba para o mano a mano, deu uma pedalada, cortou para a esquerda e “chapou” a bola no canto inferior direito de Leo Vieira para marcar o gol da virada. 2 a 1.
Com a vitória, o clube estrelado subiu para a 10ª , pelo menos de forma momentânea, com 19 pontos. O Bahia, derrotado, se manteve na sexta colocação, com 22 pontos.
Lance do jogo entre Bahia e Cruzeiro(foto: Catarina Brandão/EC Bahia)
BAHIA X CRUZEIRO
Bahia:Léo Vieira; Acevedo, David Duarte, Ramos Mingo e Luciano Juba; Erick, Jean Lucas (Michel Araújo, aos 27′, do 2º T)) e Everton Ribeiro (Rodrigo Nestor, aos 16′ do 2º T); Mateo Sanabria (Mateo Sanabria, no intervalo), Erick Pulga (Kike Olivera aos 27′, do 2º T) e Willian José (Everaldo, aos 33′ do 1º T). Técnico: Rogério Ceni.
Cruzeiro:Otávio; Fagner, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kauã Moraes (Villalba, aos 27′, do 2º T); Lucas Romero e Gerson (Lucas Silva, aos 32′, do 2º T); Matheus Henrique (Kaique Kenji, no intervalo), Sinisterra (Wanderso, aos 27′, do 2º T), Matheus Pereira e Neiser Villarreal (Kaio Jorge, aos 16′ do 2º T). Técnico: Artur Jorge.
Motivo: 15ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador
Gols: Luciano Juba, aos 26 do 1º T (BAH); Kauã Moraes, aos 40′ do 1º T (CRU); e Kaique Kenji, aos 41′, do 2º T.
Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (PE)
Assistentes: Brigida Cirilo Ferreira (AL) e Bruno Cesar Chaves Vieira (PE)
VAR: Antonio Magno Lima Cordeiro (CE)
Cartões amarelos: João Paulo, aos 34′ do 1º T; Ramos Mingo, aos 35′ do 1º T; Everaldo aos, 47′, do 1º T (BAH); Fabrício Bruno, aos 23′ do 1º T (CRU), Kauã Moraes, aos 17′ do 2º T; Lucas Romero, aos 27′, do 2º T; e Otávio, aos 44′, do 2º T.
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Ambas as equipes chegaram aos gols no primeiro tempo em jogadas pelo lado do campo: o Bahia pela direita, com a jogada de Erick Pulga que resultou no pênalti convertido por Luciano Juba; e o Cruzeiro pelo esquerdo, com finalização de Kauã Moraes, que apareceu bem como “elemento surpresa”.
O equilíbrio deu o tom da partida, que poderia ter pendido para qualquer um dos lados.
Na segunda etapa, um jogo aberto, porém sem tantas chances de gol, fez com que o placar não se alterasse até os 41 minutos, quando o jovem Kaique Kenji, em um momento de inspiração, marcou um belo gol, após jogada individual.
Vitória cruzeirense e “respiro” para a equipe celeste, que, momentaneamente, alcançou o 10º lugar.
Próximos jogos de Cruzeiro e Bahia
A vitória retoma a reação do Cruzeiro na Série A. Com 19 pontos, o clube celeste chegou à 10º posição, mas ainda pode perder posições, a depender de outros resultados. O Bahia se manteve na sexta colocação, com 22 pontos.
O Cruzeiro volta a campo nesta terça-feira (12/5), quando recebe o Goiás, no Mineirão, no jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil. Pelo Brasileiro, o próximo compromisso é diante do Palmeiras, no próximo sábado (16/5), às 21h, no Allianz Parque, em São Paulo.
O Bahia, por sua vez, tem compromisso com o Remo nesta terça-feira (5/5), às 21h30, no Mangueirão, em Belém, no jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil. Depois, em 17 de maio (domingo), recebe o Grêmio na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, às 16h, pela 16ª rodada do Brasileiro
Bahia x Cruzeiro
Primeiro tempo: equilíbrio, pênalti polêmico e empate
Em casa, o Bahia, que não vencia há quatro jogos no Brasileiro antes do jogo, buscou controlar as ações, mantendo a posse de bola e trocando passes, visando a abrir a defesa do Cruzeiro. Nos minutos iniciais, a equipe baiana tentou exercer pressão, que foi rapidamente freada pelo Cruzeiro.
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A Raposa, por outro lado, apostava na velocidade dos estrangeiros do ataque para surpreender o Tricolor de Aço, com transições rápidas e lançamentos nas costas da defesa. Quando precisava construir desde a defesa, a equipe valia-se da qualidade de passe do camisa 8, que fazia uma “saída de três”, junto aos zagueiros Fabrício Bruno e Jonathan Jesus.
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BAHIA X CRUZEIRO
Bahia:Léo Vieira; Acevedo, David Duarte, Ramos Mingo e Luciano Juba; Erick, Jean Lucas (Michel Araújo, aos 27′, do 2º T)) e Everton Ribeiro (Rodrigo Nestor, aos 16′ do 2º T); Mateo Sanabria (Mateo Sanabria, no intervalo), Erick Pulga (Kike Olivera aos 27′, do 2º T) e Willian José (Everaldo, aos 33′ do 1º T). Técnico: Rogério Ceni.
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