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Em geral, as equipes fizeram primeiro tempo morno – não à toa, não movimentaram o placar. Mesmo atuando como visitante, o Cruzeiro controlou a posse de bola. Contudo, o fez sem objetividade e de fato ameaçou a meta adversária apenas uma vez. Em contrapartida, mostrou consistência defensiva.
Na volta do intervalo, a Raposa fez valer a superioridade técnica, e Matheus Pereira abriu o marcador aos sete minutos. A partir daquele momento, o Barcelona investiu no setor ofensivo e chegou com mais volume. Em certo momento, o lateral-direito Fagner expressou a nova missão do Cruzeiro: ‘não levar gol’. Sete anos depois, os celestes voltaram ao principal torneio da competição com triunfo importante.
Cruzeiro e Barcelona na Libertadores
Dono de três pontos, o Cruzeiro figura em segundo na tabela de classificação do Grupo D, atrás do Boca Juniors-ARG. O próximo jogo da Raposa na Libertadores está marcado para 15 de abril (quarta-feira), às 19h, contra a Universidad Católica-CHI, no Mineirão, em Belo Horizonte.
Antes disso, os celestes recebem o Bragantino também no Gigante da Pampulha, neste domingo (12/4), às 18h30, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. A situação na competição é incômoda: o clube estrelado amarga a vice-lanterna, com apenas sete pontos, de 30 possíveis. Em meio ao calendário cheio, o técnico Artur Jorge garantiu que não prioriza competições.
O Barcelona, por sua vez, ocupa a terceira colocação, sem ponto. A equipe equatoriana disputa a segunda rodada da competição continental na próxima terça-feira (14/4), às 21h (de Brasília), diante do Boca Juniors, na Bombonera, em Buenos Aires, na Argentina.
Pela oitava rodada da fase de grupos do Campeonato Equatoriano, o Barcelona entra em campo nesta sexta-feira (10/4), às 21h (de Brasília), contra o Leones, também no Monumental de Guayaquil. Os Canarios ocupam a terceira posição na competição nacional, com 12 pontos.
Barcelona x Cruzeiro
0 a 0 morno no primeiro tempo
Artur Jorge, técnico do Cruzeiro, promoveu três mudanças na equipe com o intuito de fortalecer a marcação. Saíram o zagueiro Lucas Villalba, o lateral-direito William e o volante Matheus Henrique para as entradas de Jonathan Jesus, Fagner e Lucas Silva, respectivamente. O comandante manteve a formação tática: 4-2-4 que, por vezes, transformava-se em 4-2-3-1.
Em casa, o Barcelona tentou dar dinamismo ao jogo nos primeiros minutos e até rodeou a área, mas trombou em um sistema defensivo bem postado do Cruzeiro. A Raposa, por sua vez, teve facilidade para trocar passe no campo defensivo, ao passo em que encontrou dificuldades para criar jogadas relevantes – a tônica da partida. Sem a bola, o adversário se defendeu com linha de cinco.
Pouco a pouco, os jogadores de ataque da Raposa ganharam projeção. Foi quando a equipe ensaiou lançamentos, cruzamentos e passes próximos à meta adversária. Em jogada bem trabalhada aos 18 minutos, Christian quase reeditou famoso lance protagonizado por Éverton Ribeiro na vitória por 2 a 1 sobre o Flamengo, em 22 de agosto de 2013, pela Copa do Brasil. O volante deu um chapéu no primeiro defensor, ajeitou para a perna esquerda dentro da área, mas chutou no goleiro Contreras.
Aos 28 minutos, o Barcelona construiu a melhor oportunidade. Depois de triangulação, Cano recebeu livre na grande área e bateu colocado. Matheus Cunha se esticou para salvar. Contudo, logo em seguida, o árbitro Juan Benítez assinalou o impedimento.
Mesmo fora de casa, o Cruzeiro controlou a posse, mas de forma inoperante. O meio não conseguiu quebrar as linhas de marcação, assim como os jogadores leves não aprontaram nos dribles e na velocidade. Sem fortes emoções para ambas as torcidas, a etapa teve fim com o placar zerado.
Matheus Pereira marca para o Cruzeiro
O cenário em relação ao comportamento das equipes permaneceu no segundo tempo. Logo na primeira chance da Raposa, construída aos sete minutos, Matheus Pereira converteu. O camisa 10 invadiu a grande área sem marcação e desviou de cabeça cruzamento de Fagner, que também trabalhou com muita liberdade: 1 a 0.
Para correr atrás do prejuízo, o Barcelona subiu a marcação com a intenção de recuperar a posse em boas condições e deu volume ao setor defensivo, mas não exigiu muito de Matheus Cunha. A missão do Cruzeiro se transformou em controlar o resultado sem deixar de explorar os espaços, é claro.
Prova disse é lance protagonizado por Kaio Jorge, que perdeu, aos 21 minutos, chance que não costuma passar batida. Depois de boa troca entre Christian e Kaiki, o centroavante recebeu passe rasteiro na pequena área e chegou a tocar na bola, mas mandou pela linha de fundo.
A Raposa sofreu com alguns problemas físicos ao longo do duelo. O zagueiro Jonathan Jesus e o volante Gerson deixaram o gramado do Monumental de Guayaquil alegando dores. Para sanar tais questões, manter a vantagem no marcador e dar fôlego ao sistema defensivo, Artur Jorge fez quatro alterações e fechou as portas. Nos acréscimos, a Raposa ainda teve a oportunidade de selar o triunfo, mas Chico da Costa, acionado na vaga de Kaio Jorge, perdeu na cara.
Depois de sete anos sem jogar a Libertadores, o Cruzeiro estreia com moral na chave que é considerada por muitos a mais complexa da competição. A vitória também pode significar injeção de ânimo para a árdua missão de se recuperar no Campeonato Brasileiro.
BARCELONA X CRUZEIRO
Barcelona:José David Contreras; Bryan Carabalí, Alex Rangel, Javier Báez e Luca Sosa (Villalba, aos 25′ do 2ºT); Gustavo Vallecilla, Matías Lugo, Milton Céliz (Intriago, aos 25′ do 2ºT) e Jhonny Quiñónez; Luis Cano (Parrales, aos 40′ do 2ºT) e Darío Benedetto. Técnico: César Farías.
Cruzeiro:Matheus Cunha; Kauã Moraes, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus (Villalba, aos 28′ do 2ºT) e Kaiki; Lucas Silva e Gerson (Matheus Henrique, aos 18′ do 2ºT); Arroyo (Wanderson, aos 15′ do 2ºT), Matheus Pereira, Christian e Kaio Jorge (Chico da Costa, aos 28′ do 2ºT). Técnico: Artur Jorge.
Motivo: 1ª rodada do Grupo D da Libertadores
Local: Monumental de Guayaquil, em Guayaquil, no Equador
Gols: Matheus Pereira, aos 7′ do 2ºT (CRU)
Árbitro: Juan Benítez (Paraguai)
Assistentes: Eduardo Cardozo (Paraguai) e Milciades Saldivar (Paraguai)
VAR: José Mendez (Paraguai)
Cartões amarelos: Celiz, aos 23′ do 2ºT (BAR); Matheus Cunha, aos 33′ do 2ºT (CRU); Kaiki, aos 50′ do 2ºT (CRU)
Cartão vermelho: –
Público: torcedores
Renda: R$
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Em geral, as equipes fizeram primeiro tempo morno – não à toa, não movimentaram o placar. Mesmo atuando como visitante, o Cruzeiro controlou a posse de bola. Contudo, o fez sem objetividade e de fato ameaçou a meta adversária apenas uma vez. Em contrapartida, mostrou consistência defensiva.
Na volta do intervalo, a Raposa fez valer a superioridade técnica, e Matheus Pereira abriu o marcador aos sete minutos. A partir daquele momento, o Barcelona investiu no setor ofensivo e chegou com mais volume. Em certo momento, o lateral-direito Fagner expressou a nova missão do Cruzeiro: ‘não levar gol’. Sete anos depois, os celestes voltaram ao principal torneio da competição com triunfo importante.
Cruzeiro e Barcelona na Libertadores
Dono de três pontos, o Cruzeiro figura em segundo na tabela de classificação do Grupo D, atrás do Boca Juniors-ARG. O próximo jogo da Raposa na Libertadores está marcado para 15 de abril (quarta-feira), às 19h, contra a Universidad Católica-CHI, no Mineirão, em Belo Horizonte.
Antes disso, os celestes recebem o Bragantino também no Gigante da Pampulha, neste domingo (12/4), às 18h30, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. A situação na competição é incômoda: o clube estrelado amarga a vice-lanterna, com apenas sete pontos, de 30 possíveis. Em meio ao calendário cheio, o técnico Artur Jorge garantiu que não prioriza competições.
O Barcelona, por sua vez, ocupa a terceira colocação, sem ponto. A equipe equatoriana disputa a segunda rodada da competição continental na próxima terça-feira (14/4), às 21h (de Brasília), diante do Boca Juniors, na Bombonera, em Buenos Aires, na Argentina.
Pela oitava rodada da fase de grupos do Campeonato Equatoriano, o Barcelona entra em campo nesta sexta-feira (10/4), às 21h (de Brasília), contra o Leones, também no Monumental de Guayaquil. Os Canarios ocupam a terceira posição na competição nacional, com 12 pontos.
Barcelona x Cruzeiro
0 a 0 morno no primeiro tempo
Artur Jorge, técnico do Cruzeiro, promoveu três mudanças na equipe com o intuito de fortalecer a marcação. Saíram o zagueiro Lucas Villalba, o lateral-direito William e o volante Matheus Henrique para as entradas de Jonathan Jesus, Fagner e Lucas Silva, respectivamente. O comandante manteve a formação tática: 4-2-4 que, por vezes, transformava-se em 4-2-3-1.
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Pouco a pouco, os jogadores de ataque da Raposa ganharam projeção. Foi quando a equipe ensaiou lançamentos, cruzamentos e passes próximos à meta adversária. Em jogada bem trabalhada aos 18 minutos, Christian quase reeditou famoso lance protagonizado por Éverton Ribeiro na vitória por 2 a 1 sobre o Flamengo, em 22 de agosto de 2013, pela Copa do Brasil. O volante deu um chapéu no primeiro defensor, ajeitou para a perna esquerda dentro da área, mas chutou no goleiro Contreras.
Aos 28 minutos, o Barcelona construiu a melhor oportunidade. Depois de triangulação, Cano recebeu livre na grande área e bateu colocado. Matheus Cunha se esticou para salvar. Contudo, logo em seguida, o árbitro Juan Benítez assinalou o impedimento.
Mesmo fora de casa, o Cruzeiro controlou a posse, mas de forma inoperante. O meio não conseguiu quebrar as linhas de marcação, assim como os jogadores leves não aprontaram nos dribles e na velocidade. Sem fortes emoções para ambas as torcidas, a etapa teve fim com o placar zerado.
Matheus Pereira marca para o Cruzeiro
O cenário em relação ao comportamento das equipes permaneceu no segundo tempo. Logo na primeira chance da Raposa, construída aos sete minutos, Matheus Pereira converteu. O camisa 10 invadiu a grande área sem marcação e desviou de cabeça cruzamento de Fagner, que também trabalhou com muita liberdade: 1 a 0.
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