array(31) {
["id"]=>
int(177466)
["title"]=>
string(71) "Visto americano: 4 dicas para obter visto de trabalho ou estudo nos EUA"
["content"]=>
string(6388) "Mudanças nas regras migratórias dos EUA em 2026 tornaram o processo mais rigoroso, sobretudo para vistos de trabalho. Especialista explica como se planejar, evitar erros, escolher a categoria correta e aumentar as chances de aprovação mesmo em um cenário mais restritivo.
Com as mudanças e restrições nas regras migratórias dos Estados Unidos, conquistar um visto de estudo ou trabalho ficou ainda mais difícil. Em 2026, o presidente Donald Trump implementou uma série de exigências que impactam diretamente a emissão do documento e os critérios de entrada no país. Uma das medidas mais importantes foi a suspensão temporária do processo de imigração para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil, com o argumento de evitar que potenciais imigrantes dependam de assistência pública, afetando vistos de trabalho permanente e processos ligados à residência.
Neste contexto desafiador, Marco Lisboa, CEO da Legale, rede de franquias especializada em assessoria de vistos, explica que a restrição não atinge as permissões temporárias de estudante ou turismo, mas altera o clima regulatório geral para candidatos internacionais.
“Qualquer informação preenchida de forma equivocada, pode ser decisiva para conseguir a aprovação ou a recusa do documento. As novas restrições, especialmente aquelas ligadas à imigração permanente, não significam que oportunidades desapareceram, mas que o planejamento e a assessoria qualificada são fundamentais para quem busca um visto de trabalho ou estudo com eficiência”, aconselha Lisboa.
Além das restrições gerais, o governo americano promoveu mudanças relevantes no visto H-1B, principal modalidade para contratação de profissionais estrangeiros altamente qualificados. O tradicional sistema de loterias, no qual as petições eram selecionadas de forma aleatória devido ao excesso de pedidos, passou a ser substituído por um modelo de seleção baseado em critérios objetivos. Na prática, isso significa que candidatos com maior nível de qualificação, salários mais elevados e funções consideradas estratégicas para a economia dos EUA passam a ter prioridade no processo.
Neste contexto desafiador, Lisboa detalha quatro dicas essenciais para quem quer dar esse passo ainda este ano:
Entenda qual visto é o mais adequado
Antes de iniciar qualquer processo, é essencial identificar o tipo correto de documento para cada caso. Vistos de trabalho, como H-1B ou L-1, têm requisitos específicos de empregador e qualificação. Já os de estudo F-1 exigem matrícula em instituição credenciada e comprovação financeira.
“Um erro comum é começar o processo sem compreender claramente os critérios de cada categoria. Isso gera atrasos, custos desnecessários e até negações”, afirma o CEO da Legale.
Prepare toda a documentação
Diplomas, cartas de oferta, comprovantes financeiros e histórico profissional reduzem a chance de solicitações adicionais e atrasos no consulado. A assessoria especializada ajuda justamente nessa parte, para montar um dossiê que atenda às expectativas do oficial consular.
Monitore as mudanças nas regras
As alterações anunciadas em 2025 e 2026 não só suspenderam vistos de imigração para alguns países, como também reformularam mecanismos de seleção e taxas para autorização do documento de trabalho. Por isso, estar atento às novidades e regras é essencial no processo: “Use fontes oficiais, consulte especialistas e não deixe seu planejamento para depois. Cada detalhe do regulamento pode fazer diferença no resultado do seu pedido”, alerta Lisboa.
Considere o tempo de processamento
Os processos consulares podem variar muito de acordo com o tipo de visto e a cidade de origem. Em alguns casos, entrevistas em consulados podem estar mais lentas devido a revisões internas e adaptações a novas normas. Ou seja, dê entrada no processo com no mínimo seis meses de antecedência.
“Mais do que nunca, quem entra preparado e assessorado tem vantagem competitiva, desde a escolha da categoria de visto até as nuances de uma entrevista consular”, diz Lisboa.
"
["author"]=>
string(6) "Minas1"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(634744)
["filename"]=>
string(18) "vistoamericano.png"
["size"]=>
string(7) "1122517"
["mime_type"]=>
string(9) "image/png"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(0) ""
}
["image_caption"]=>
string(5) "© DR"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(0) ""
["author_slug"]=>
string(6) "minas1"
["views"]=>
int(77)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(70) "visto-americano-4-dicas-para-obter-visto-de-trabalho-ou-estudo-nos-eua"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(460)
["name"]=>
string(6) "Brasil"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(0) ""
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(6) "brasil"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(460)
["name"]=>
string(6) "Brasil"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(0) ""
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(6) "brasil"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-02-08 21:24:26.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-02-09 15:47:22.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2026-02-09T15:40:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(19) "/vistoamericano.png"
}
Mudanças nas regras migratórias dos EUA em 2026 tornaram o processo mais rigoroso, sobretudo para vistos de trabalho. Especialista explica como se planejar, evitar erros, escolher a categoria correta e aumentar as chances de aprovação mesmo em um cenário mais restritivo.
Com as mudanças e restrições nas regras migratórias dos Estados Unidos, conquistar um visto de estudo ou trabalho ficou ainda mais difícil. Em 2026, o presidente Donald Trump implementou uma série de exigências que impactam diretamente a emissão do documento e os critérios de entrada no país. Uma das medidas mais importantes foi a suspensão temporária do processo de imigração para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil, com o argumento de evitar que potenciais imigrantes dependam de assistência pública, afetando vistos de trabalho permanente e processos ligados à residência.
Neste contexto desafiador, Marco Lisboa, CEO da Legale, rede de franquias especializada em assessoria de vistos, explica que a restrição não atinge as permissões temporárias de estudante ou turismo, mas altera o clima regulatório geral para candidatos internacionais.
“Qualquer informação preenchida de forma equivocada, pode ser decisiva para conseguir a aprovação ou a recusa do documento. As novas restrições, especialmente aquelas ligadas à imigração permanente, não significam que oportunidades desapareceram, mas que o planejamento e a assessoria qualificada são fundamentais para quem busca um visto de trabalho ou estudo com eficiência”, aconselha Lisboa.
Além das restrições gerais, o governo americano promoveu mudanças relevantes no visto H-1B, principal modalidade para contratação de profissionais estrangeiros altamente qualificados. O tradicional sistema de loterias, no qual as petições eram selecionadas de forma aleatória devido ao excesso de pedidos, passou a ser substituído por um modelo de seleção baseado em critérios objetivos. Na prática, isso significa que candidatos com maior nível de qualificação, salários mais elevados e funções consideradas estratégicas para a economia dos EUA passam a ter prioridade no processo.
Neste contexto desafiador, Lisboa detalha quatro dicas essenciais para quem quer dar esse passo ainda este ano:
Entenda qual visto é o mais adequado
Antes de iniciar qualquer processo, é essencial identificar o tipo correto de documento para cada caso. Vistos de trabalho, como H-1B ou L-1, têm requisitos específicos de empregador e qualificação. Já os de estudo F-1 exigem matrícula em instituição credenciada e comprovação financeira.
“Um erro comum é começar o processo sem compreender claramente os critérios de cada categoria. Isso gera atrasos, custos desnecessários e até negações”, afirma o CEO da Legale.
Prepare toda a documentação
Diplomas, cartas de oferta, comprovantes financeiros e histórico profissional reduzem a chance de solicitações adicionais e atrasos no consulado. A assessoria especializada ajuda justamente nessa parte, para montar um dossiê que atenda às expectativas do oficial consular.
Monitore as mudanças nas regras
As alterações anunciadas em 2025 e 2026 não só suspenderam vistos de imigração para alguns países, como também reformularam mecanismos de seleção e taxas para autorização do documento de trabalho. Por isso, estar atento às novidades e regras é essencial no processo: “Use fontes oficiais, consulte especialistas e não deixe seu planejamento para depois. Cada detalhe do regulamento pode fazer diferença no resultado do seu pedido”, alerta Lisboa.
Considere o tempo de processamento
Os processos consulares podem variar muito de acordo com o tipo de visto e a cidade de origem. Em alguns casos, entrevistas em consulados podem estar mais lentas devido a revisões internas e adaptações a novas normas. Ou seja, dê entrada no processo com no mínimo seis meses de antecedência.
“Mais do que nunca, quem entra preparado e assessorado tem vantagem competitiva, desde a escolha da categoria de visto até as nuances de uma entrevista consular”, diz Lisboa.