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O presidente da República em exercício, Geral Alckmin (PSB), afirmou neste sábado (18/4) que 26 estados já aderiram à proposta do governo federal em subsidiar o diesel importado. A medida, de acordo com publicação no Diário Oficial da União de março, prevê subvenção de R$ 1,20 por litro do combustível importado. Deste total, a União entraria com a subvenção de R$ 0,60 por litro de diesel e os estados com a outra metade.
"Vinte e seis estados já disseram que vão aderir. Vamos esperar até o dia 22 (próxima quarta-feira). Vamos torcer pela unanimidade", disse Alckmin, em conversa com jornalistas, durante visita a concessionárias da Fiat e da Volkswagen, no Entorno do Distrito Federal.
Quanto às possíveis formas de estados aderirem à proposta do governo, Alckmin sugeriu redução pela metade do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Não vai ter nenhuma conta para o futuro, é um entendimento: se o estado reduzir R$ 0,32 do ICMS, o governo reduz mais R$ 0,32 da conta dele para garantir abastecimento”.
Alckmin, até a próxima terça-feira (21/4), comanda a presidência da República, em substituição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera uma viagem internacional para a Europa.
Combustíveis
A expectativa de Geraldo Alckmin para que todos os estados aceitem a proposta da subvenção do diesel ocorreu duas semanas após o governo federal ter anunciado medidas para conter a elevação dos preços do petróleo em decorrência do conflito no Golpe Pérsico envolvendo os Estados Unidos, Israel e Irã.
Além da proposta de subvenção compartilhada com estados em R$ 1,20 por litro de diesel, Lula formalizou outras medidas como um subsídio de R$ 0,80 no díesel produzido no Brasil, a redução de tributos sobre o biodíesel e a Querosene de Aviação e a criação de subsídios ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)
No começo do mês, Lula assinou medidas para conter a alta dos preços dos combustíveis provocada pelo conflito no Oriente Médio. As ações incluem a subvenção de R$ 0,80 por litro do diesel produzido no Brasil, redução de tributos sobre o biodiesel, criação de subsídio para o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e apoio ao setor aéreo diante da elevação do preço do querosene de aviação.
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Quanto às possíveis formas de estados aderirem à proposta do governo, Alckmin sugeriu redução pela metade do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Não vai ter nenhuma conta para o futuro, é um entendimento: se o estado reduzir R$ 0,32 do ICMS, o governo reduz mais R$ 0,32 da conta dele para garantir abastecimento”.
Alckmin, até a próxima terça-feira (21/4), comanda a presidência da República, em substituição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera uma viagem internacional para a Europa.
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A expectativa de Geraldo Alckmin para que todos os estados aceitem a proposta da subvenção do diesel ocorreu duas semanas após o governo federal ter anunciado medidas para conter a elevação dos preços do petróleo em decorrência do conflito no Golpe Pérsico envolvendo os Estados Unidos, Israel e Irã.
Além da proposta de subvenção compartilhada com estados em R$ 1,20 por litro de diesel, Lula formalizou outras medidas como um subsídio de R$ 0,80 no díesel produzido no Brasil, a redução de tributos sobre o biodíesel e a Querosene de Aviação e a criação de subsídios ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)
No começo do mês, Lula assinou medidas para conter a alta dos preços dos combustíveis provocada pelo conflito no Oriente Médio. As ações incluem a subvenção de R$ 0,80 por litro do diesel produzido no Brasil, redução de tributos sobre o biodiesel, criação de subsídio para o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e apoio ao setor aéreo diante da elevação do preço do querosene de aviação.