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string(92) "Maioria dos evangélicos do Brasil é de direita, diz Datafolha; católicos registram empate"
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string(3621) "SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Evangélicos aparecem mais à direita que católicos na matriz ideológica do Datafolha. Na escala geral, 52% deles são classificados à direita ou centro-direita, ante 30% à esquerda ou centro-esquerda.
Entre católicos, há empate técnico, à margem de erro de 3 pontos percentuais: 43% ficam à direita ou centro-direita, e 39%, à esquerda ou centro-esquerda.
Na escala detalhada entre evangélicos, 19% são classificados como direita, e 33%, como centro-direita. Outros 18% ficam no centro, 23% na centro-esquerda e 7% na esquerda.
Entre católicos, a distribuição é menos concentrada em um dos campos: 14% aparecem à direita, 29% na centro-direita, 18% no centro, 28% na centro-esquerda e 11% na esquerda.
A diferença é mais forte no eixo de comportamento. Nesse recorte, 61% dos evangélicos ficam à direita ou centro-direita, ante 18% à esquerda ou centro-esquerda. Entre católicos, a direita soma 52%, e a esquerda, 27%.
Na economia, o quadro se aproxima mais da média nacional, onde a esquerda acumula 46%, a direita, 28%, e, o centro, 26%. Entre católicos, a esquerda fica à frente, com 47%, ante 27% à direita e 26% no centro.
Entre evangélicos, esquerda e direita ficam em empate técnico no eixo econômico, considerando margem de erro de 5 pontos percentuais, para baixo e para cima, no recorte. A esquerda soma 39%, a direita, 33%, e o centro, 28%.
A matriz ideológica é calculada a partir de respostas a perguntas sobre comportamento e pensamento econômico. No primeiro eixo, entram temas como armas, pobreza, criminalidade, homossexualidade, crença em Deus, sindicatos e punição de adolescentes que cometem crimes. No segundo, entram questões sobre impostos, papel do governo na economia, benefícios públicos, leis trabalhistas e investimento.
A escala geral dá o mesmo peso aos dois eixos, embora comportamento tenha dez perguntas e economia, seis.
O Datafolha ouviu presencialmente 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Nos estratos, a margem varia conforme a base. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026.
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Entre católicos, a distribuição é menos concentrada em um dos campos: 14% aparecem à direita, 29% na centro-direita, 18% no centro, 28% na centro-esquerda e 11% na esquerda.
A diferença é mais forte no eixo de comportamento. Nesse recorte, 61% dos evangélicos ficam à direita ou centro-direita, ante 18% à esquerda ou centro-esquerda. Entre católicos, a direita soma 52%, e a esquerda, 27%.
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A matriz ideológica é calculada a partir de respostas a perguntas sobre comportamento e pensamento econômico. No primeiro eixo, entram temas como armas, pobreza, criminalidade, homossexualidade, crença em Deus, sindicatos e punição de adolescentes que cometem crimes. No segundo, entram questões sobre impostos, papel do governo na economia, benefícios públicos, leis trabalhistas e investimento.
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