array(31) {
["id"]=>
int(138408)
["title"]=>
string(107) "Após flexibilização das ações contra Covid, médico alerta: 'tem que aprender a conviver com o vírus'"
["content"]=>
string(2654) "A ampla vacinação e a recente disseminação da variante Ômicron desaceleraram a pandemia em Belo Horizonte. Dois anos após a confirmação do primeiro caso, a capital tem a menor incidência da Covid. A queda nos números de morte, internações e transmissão, abriram caminho para flexibilizações, como a desobrigação do uso da máscara em local aberto. O cenário favorável, porém, ainda requer cuidados por parte da população.
Desde 16 de março de 2020, BH fechou lojas, bares, restaurantes, casas de shows, cinemas, clubes, academia e clínicas de estética. Somente estabelecimentos essenciais, como supermercados, padarias e farmácias, abriram as portas. As medidas são avaliadas de forma positiva por especialistas.
“BH teve uma das melhores respostas da pandemia se pensarmos nas outras grandes capitais. A cidade adotou medidas de contenção bem precocemente, no momento oportuno”, afirma o infectologista e professor da Faculdade Santa Casa BH, Alexandre Sampaio.
O médico reforça, no entanto, que as pessoas não podem baixar a guarda. O mesmo valer para o monitoramento por parte do poder público. Ele cita o uso da máscara em ambientes fechados.
“É preciso tomar um pouco mais de cuidado. Temos nesse momento que aprender a conviver com o vírus, mas com atenção, já estamos observando em outros países uma nova subida de casos com a circulação da variante da Ômicron, que tem uma capacidade maior de circulação. Temos que monitorar atentamente”.
Outro alerta é para a necessidade se completar o esquema vacinal das pessoas. Conforme o Hoje em Dia tem mostrado, o número de moradores que não recebeu a dose de reforço contra o coronavírus ainda é alto.
Restrições
Atualmente, saunas e velórios em cemitérios municipais ainda seguem com restrições. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, “a pasta monitora diariamente o cenário epidemiológico da capital e reforça que os protocolos são revistos e atualizados constantemente”.
"
["author"]=>
string(26) "Marina Proton/ Hoje em Dia"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(589902)
["filename"]=>
string(17) "covidconvivie.jpg"
["size"]=>
string(5) "84047"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(9) "politica/"
}
["image_caption"]=>
string(18) "(Maurício Vieira)"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(0) ""
["author_slug"]=>
string(25) "marina-proton-hoje-em-dia"
["views"]=>
int(225)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(96) "apos-flexibilizacao-das-acoes-contra-covid-medico-alerta-tem-que-aprender-a-conviver-com-o-virus"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(436)
["name"]=>
string(6) "Saúde"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(5) "saude"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(436)
["name"]=>
string(6) "Saúde"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(5) "saude"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-03-17 12:18:34.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-03-17 12:18:34.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-03-17T12:10:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(26) "politica/covidconvivie.jpg"
}
A ampla vacinação e a recente disseminação da variante Ômicron desaceleraram a pandemia em Belo Horizonte. Dois anos após a confirmação do primeiro caso, a capital tem a menor incidência da Covid. A queda nos números de morte, internações e transmissão, abriram caminho para flexibilizações, como a desobrigação do uso da máscara em local aberto. O cenário favorável, porém, ainda requer cuidados por parte da população.
Desde 16 de março de 2020, BH fechou lojas, bares, restaurantes, casas de shows, cinemas, clubes, academia e clínicas de estética. Somente estabelecimentos essenciais, como supermercados, padarias e farmácias, abriram as portas. As medidas são avaliadas de forma positiva por especialistas.
“BH teve uma das melhores respostas da pandemia se pensarmos nas outras grandes capitais. A cidade adotou medidas de contenção bem precocemente, no momento oportuno”, afirma o infectologista e professor da Faculdade Santa Casa BH, Alexandre Sampaio.
O médico reforça, no entanto, que as pessoas não podem baixar a guarda. O mesmo valer para o monitoramento por parte do poder público. Ele cita o uso da máscara em ambientes fechados.
“É preciso tomar um pouco mais de cuidado. Temos nesse momento que aprender a conviver com o vírus, mas com atenção, já estamos observando em outros países uma nova subida de casos com a circulação da variante da Ômicron, que tem uma capacidade maior de circulação. Temos que monitorar atentamente”.
Outro alerta é para a necessidade se completar o esquema vacinal das pessoas. Conforme o Hoje em Dia tem mostrado, o número de moradores que não recebeu a dose de reforço contra o coronavírus ainda é alto.
Restrições
Atualmente, saunas e velórios em cemitérios municipais ainda seguem com restrições. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, “a pasta monitora diariamente o cenário epidemiológico da capital e reforça que os protocolos são revistos e atualizados constantemente”.