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O governador Romeu Zema (Novo) projeta para a próxima semana um desfecho para as negociações entre o Estado e as forças de Segurança Pública. A declaração foi dada, nesta sexta-feira (4), em visita de Zema à Santa Casa de Belo Horizonte. Entretanto, a reunião entre a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto, e as lideranças sindicais da categoria, nessa quinta-feira, na Cidade Administrativa, não resultou em qualquer avanço. A Segurança Pública está em greve desde 22 de fevereiro.
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Assim como afirmara Barreto, Zema explicou que a recomposição de 10,06% proposta ao funcionalismo público está dentro dos limites do Estado conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Eu gostaria de dar 30% (de reajuste). Só que eu não posso dar 30% e amanhã atrasar salários e não pagar o décimo-terceiro como já aconteceu no passado. Faço aquilo que é responsabilidade minha e não farei diferente. Como já disse, prefiro perder eleição e fazer o certo do que ganhar eleição fazendo o errado”, reiterou Zema.
Enquanto o Estado propõe apenas a recomposição de 10,06% e a ampliação do abono-fardamento para três parcelas de R$ 2 mil anuais, a Segurança reivindica o cumprimento do acordo firmado ainda em 2019. A categoria cobra o pagamento das duas parcelas de 12% remanescentes, que, conforme o pacto, seriam quitadas em 2021 e 2022. Por outro lado, os servidores ainda querem derrubar o abono-fardamento e retirar de tramitação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o projeto de adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) da União.
Questionado se poderia receber as lideranças de classe da Segurança, Zema disse que já recebeu comandantes-gerais diversas vezes. “Tenho acompanhado. Tenho bastante compromissos, viagens pelo interior”, apontou o governador. No entanto, ele acrescentou que a secretária de Planejamento e Gestão tem, sim, autonomia para negociar com a categoria. “Talvez ela não tenha definido, mas ela tem autonomia para estar fazendo, como já aconteceu no passado. Nós estamos aguardando esse desfecho, que, com certeza, deve acontecer aí na próxima semana”, concluiu.
Após a reunião de quinta-feira, lideranças da Segurança, como o deputado federal Subtenente Gonzaga (PDT), questionaram se Zema teria dado autonomia à Barreto para negociar. “Nós compreendemos que ela não veio com autoridade nenhuma, com delegação nenhuma para além de dar a explicação. E nós já temos a explicação do governo, que já não aceitamos e repudiamos”, criticou então o parlamentar.
As forças de Segurança Pública planejam uma nova manifestação para a próxima quarta-feira (9) em busca de pressionar Zema. A expectativa é reunir servidores de todo o estado, como aconteceu em 21 de fevereiro. Na última sexta-feira (25), dia seguinte ao anúncio da proposta de recomposição de 10,06%, um protesto foi conduzido pela categoria na Cidade Administrativa.
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O governador Romeu Zema (Novo) projeta para a próxima semana um desfecho para as negociações entre o Estado e as forças de Segurança Pública. A declaração foi dada, nesta sexta-feira (4), em visita de Zema à Santa Casa de Belo Horizonte. Entretanto, a reunião entre a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto, e as lideranças sindicais da categoria, nessa quinta-feira, na Cidade Administrativa, não resultou em qualquer avanço. A Segurança Pública está em greve desde 22 de fevereiro.
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Assim como afirmara Barreto, Zema explicou que a recomposição de 10,06% proposta ao funcionalismo público está dentro dos limites do Estado conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Eu gostaria de dar 30% (de reajuste). Só que eu não posso dar 30% e amanhã atrasar salários e não pagar o décimo-terceiro como já aconteceu no passado. Faço aquilo que é responsabilidade minha e não farei diferente. Como já disse, prefiro perder eleição e fazer o certo do que ganhar eleição fazendo o errado”, reiterou Zema.
Enquanto o Estado propõe apenas a recomposição de 10,06% e a ampliação do abono-fardamento para três parcelas de R$ 2 mil anuais, a Segurança reivindica o cumprimento do acordo firmado ainda em 2019. A categoria cobra o pagamento das duas parcelas de 12% remanescentes, que, conforme o pacto, seriam quitadas em 2021 e 2022. Por outro lado, os servidores ainda querem derrubar o abono-fardamento e retirar de tramitação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o projeto de adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) da União.
Questionado se poderia receber as lideranças de classe da Segurança, Zema disse que já recebeu comandantes-gerais diversas vezes. “Tenho acompanhado. Tenho bastante compromissos, viagens pelo interior”, apontou o governador. No entanto, ele acrescentou que a secretária de Planejamento e Gestão tem, sim, autonomia para negociar com a categoria. “Talvez ela não tenha definido, mas ela tem autonomia para estar fazendo, como já aconteceu no passado. Nós estamos aguardando esse desfecho, que, com certeza, deve acontecer aí na próxima semana”, concluiu.
Após a reunião de quinta-feira, lideranças da Segurança, como o deputado federal Subtenente Gonzaga (PDT), questionaram se Zema teria dado autonomia à Barreto para negociar. “Nós compreendemos que ela não veio com autoridade nenhuma, com delegação nenhuma para além de dar a explicação. E nós já temos a explicação do governo, que já não aceitamos e repudiamos”, criticou então o parlamentar.
As forças de Segurança Pública planejam uma nova manifestação para a próxima quarta-feira (9) em busca de pressionar Zema. A expectativa é reunir servidores de todo o estado, como aconteceu em 21 de fevereiro. Na última sexta-feira (25), dia seguinte ao anúncio da proposta de recomposição de 10,06%, um protesto foi conduzido pela categoria na Cidade Administrativa.