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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), fez um apelo para que integrantes das forças de segurança - que entraram em greve na última terça-feira (22/2) - voltem ao trabalho. O gestor também disse que o reajuste de pouco mais de 10% proposto a todos os servidores públicos do estado é o limite do que pode ser oferecido.
Na manhã desta sexta-feira (25/2), policiais civis, militares, penais e bombeiros fizeram uma nova manifestação em Belo Horizonte exigindo a recomposição salarial. Desta vez, eles se concentraram na Cidade Administrativa, na Região de Venda Nova, e chegaram a fechar o trânsito na MG-010.
“Agora, o que estamos propondo é esse reajuste de 10,06%. Nós estamos raspando o cofre. Estamos ainda criando a ampliação do auxílio-farda, ou auxílio vestimenta, de de R$ 1,8 mil por ano para R$ 6 mil. E eu tenho que ser responsável. Eu não vou fazer algo que vá inviabilizar a vida do estado amanhã”, enfatizou Romeu Zema em entrevista à rádio Itatiaia.
"Prefiro perder essa eleição e fazer o certo do que fazer o errado e ganhar a eleição"
Romeu Zema, governador de Minas Gerais
O governador pediu que os policiais voltem aos postos, também considerando a proximidade do feriado prolongado. “Nós estamos nos aproximando do carnaval e eu faço aqui o meu pedido pessoal para que todos que estão aí fazendo alguma coisa que afete suas atribuições que voltem ao seu serviço normal. O cidadão merece respeito, nós estamos abertos a negociação”, disse.
Zema continuou. “Eu quero ainda salientar que vários estados não estão fazendo nenhuma recomposição salarial neste momento. Outros estão, e pouquíssimos estão fazendo algo além do que o estado de Minas. Tem que ficar muito claro: eu estou aqui raspando o cofre".
"E quem nos escuta sabe muito bem: nós não temos aqui um pote de ouro não, nós temos aqui um pote de dívidas: R$ 140 bilhões com a União. Eu preciso continuar mandando recursos para as prefeituras, para a saúde, e pagando em dia. Eu não vou jogar confete aqui para chegar amanhã e falar 'não vou conseguir pagar o 13º, não vou pagar em dia’. Eu vou assumir esse compromisso e vou cumpri-lo”, destacou.
'Baderneiros'
Na entrevista, Zema disse acreditar que há interesse político nos protestos em ano eleitoral. “Pessoas querendo um holofote, um palanque. E há muita questão midiática. Se nós considerarmos hoje, grande parcela das forças de segurança estão trabalhando. Uma minoria ruidosa é que acaba aparecendo na mídia. Mas, faz parte”, disse à rádio.
O governador também fez críticas a parte do movimento. “Todos nós vivemos em um país democrático e temos o direito de manifestação. Agora, causar problemas aos outros eu sou totalmente contrário e a lei prevê que saúde e segurança não podem faltar com o seu dever. E, da mesma maneira que aconteceu em manifestações anteriores, eu vou obedecer a lei".
"Para mim, aquele que é baderneiro não pode ser tratado da mesma maneira do que o ordeiro, que está cumprindo com suas obrigações. Para mim, o que prevalece é a lei. Se alguém quer fazer bagunça, que seja responsabilizado conforme a lei prevê”, concluiu.
Nesta sexta, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), acolheu a tese da Advocacia-Geral do Estado (AGE-MG) e determinou o encerramento da greve sob pena de multa diária de R$ 100 mil, limitada a R$ 10 milhões, a cada um dos sindicatos dos policiais civis e penais.
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Na manhã desta sexta-feira (25/2), policiais civis, militares, penais e bombeiros fizeram uma nova manifestação em Belo Horizonte exigindo a recomposição salarial. Desta vez, eles se concentraram na Cidade Administrativa, na Região de Venda Nova, e chegaram a fechar o trânsito na MG-010.
“Agora, o que estamos propondo é esse reajuste de 10,06%. Nós estamos raspando o cofre. Estamos ainda criando a ampliação do auxílio-farda, ou auxílio vestimenta, de de R$ 1,8 mil por ano para R$ 6 mil. E eu tenho que ser responsável. Eu não vou fazer algo que vá inviabilizar a vida do estado amanhã”, enfatizou Romeu Zema em entrevista à rádio Itatiaia.
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Romeu Zema, governador de Minas Gerais
O governador pediu que os policiais voltem aos postos, também considerando a proximidade do feriado prolongado. “Nós estamos nos aproximando do carnaval e eu faço aqui o meu pedido pessoal para que todos que estão aí fazendo alguma coisa que afete suas atribuições que voltem ao seu serviço normal. O cidadão merece respeito, nós estamos abertos a negociação”, disse.
Zema continuou. “Eu quero ainda salientar que vários estados não estão fazendo nenhuma recomposição salarial neste momento. Outros estão, e pouquíssimos estão fazendo algo além do que o estado de Minas. Tem que ficar muito claro: eu estou aqui raspando o cofre".
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Na entrevista, Zema disse acreditar que há interesse político nos protestos em ano eleitoral. “Pessoas querendo um holofote, um palanque. E há muita questão midiática. Se nós considerarmos hoje, grande parcela das forças de segurança estão trabalhando. Uma minoria ruidosa é que acaba aparecendo na mídia. Mas, faz parte”, disse à rádio.
O governador também fez críticas a parte do movimento. “Todos nós vivemos em um país democrático e temos o direito de manifestação. Agora, causar problemas aos outros eu sou totalmente contrário e a lei prevê que saúde e segurança não podem faltar com o seu dever. E, da mesma maneira que aconteceu em manifestações anteriores, eu vou obedecer a lei".
"Para mim, aquele que é baderneiro não pode ser tratado da mesma maneira do que o ordeiro, que está cumprindo com suas obrigações. Para mim, o que prevalece é a lei. Se alguém quer fazer bagunça, que seja responsabilizado conforme a lei prevê”, concluiu.
Nesta sexta, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), acolheu a tese da Advocacia-Geral do Estado (AGE-MG) e determinou o encerramento da greve sob pena de multa diária de R$ 100 mil, limitada a R$ 10 milhões, a cada um dos sindicatos dos policiais civis e penais.