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Na segunda vez em que estiveram juntos em um evento em Minas Gerais, o governador Romeu Zema (Novo) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trocaram indiretas durante discurso na Grande BH nesta terça-feira (11/3). Os dois dividiram o palco na inauguração do centro de desenvolvimento de produtos de mobilidade híbrida-ex no polo automotivo da Stellantis, em Betim.
Zema falou primeiro e elogiou o próprio governo ao comparar com a gestão do seu antecessor, Fernando Pimentel (PT). Na sequência, o governador apontou que assumiu em 2019 com o foco em operar com austeridade econômica e elogiou seu secretariado com foco no número reduzido de pastas.
“Eu quero dizer que o que nós estamos fazendo no governo de Minas é o que qualquer empresa faz, (contrata) gente competente. Todo meu secretariado foi escolhido, foi selecionado igual a Fiat contrata. Apesar de sermos o segundo estado mais populoso do Brasil, nós somos o que tem o menor número de secretarias: 12. Para time ganhar campeonato não precisa colocar 20, 30 jogadores em campo não, precisa de 11 craques. É o que nós temos feito aqui e eu agradeço a minha equipe. Meu secretariado assumiu um estado desacreditado, que qualquer um teria recusado, e eu fico muito satisfeito de estarmos hoje com um estado que voltou a ter credibilidade, que voltou a dar orgulho para os mineiros”, afirmou o mineiro.
Um dos principais pontos de crítica de Zema aos governos petistas é justamente o que ele considera um excesso de pastas e cargos na estrutura do Executivo.

Lula visitou Minas com uma comitiva de ministros, incluíndo Fernando Haddad e Alexandre Silveira
Leandro Couri/EM/D.A Press

Presidente aproveitou para tirar fotos com os trabalhadores da StellantisLeandro Couri/EM/D.A Press

Ao finalizar o discurso, o governador ainda endereçou outra crítica ao governo federal ao falar sobre os juros cobrados sobe as parcelas do bilionário débito de Minas Gerais com a União. Zema se disse esperançoso em resolver “o problema em sua raiz” se referindo ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag), que cria mecanismos para reduzir as taxas cobradas das unidades federativas.
Lula fechou a cerimônia e, em seu discurso final, fez críticas a Jair Bolsonaro (PL), ao presidente americano Donald Trump, e respondeu à indireta de Zema acerca do número de secretarias e ministérios.
“Eu tenho sorte, muita sorte de ter uma equipe extraordinária como essa. O importante não é discutir se você tem 1 ou 10 ministros, o importante é discutir a qualidade das pessoas que você tem, dos compromissos que as pessoas têm. Eu não quero só um cara formado em filosofia, um cara formado em engenharia. Eu quero pessoas que tenham, antes de tudo, sensibilidade do coração para entender a sociedade brasileira, para saber como é que vivem as pessoas, como é que vivem as pessoas empregadas, como é que vive uma pessoa que está na rua”, afirmou Lula.
As divergências sobre o papel do Estado nas concepções do governador mineiro e do presidente da República seguiram como tema do discurso de Lula. Ele emendou a indireta a Zema com a enumeração das vagas que o governo federal pretende disponibilizar em Minas no âmbito do programa de financiamento escolar Pé de Meia.
“Muitas vezes é passado pra gente a ideia de que quem está na rua é vagabundo, não estudou. Não, muitas vezes não é nem vagabundo, não é pelo estudo. É porque essa pessoa não teve a mão estendida do governo, do Estado, da Prefeitura, do Governo Federal, para que essa pessoa tivesse uma chance, esse é o papel do Estado. É por isso que aqui em Minas Gerais tem quase 370 mil jovens que estão recebendo o Pé de Meia, e por que estão recebendo? Porque nós descobrimos que 480 mil jovens do ensino médio desistiram da escola para poder ajudar no orçamento familiar”, argumentou o presidente.
O petista repetiu diversas vezes que ele e sua equipe têm “sorte” de forma irônica ao falar sobre os números positivos de seu governo. Em um momento, enquanto falava, Lula tocou Zema, sentado na primeira fileira de cadeiras sobre o palco, e apresentou o número de carros emplacados ao fim de sua primeira passagem no Planalto.
Lula segue em Minas durante a tarde desta terça, quando vai a Ouro Branco, na planta industrial da Gerdau, para anunciar investimentos federais na produção de aço. Zema também é esperado nesta agenda.
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Zema falou primeiro e elogiou o próprio governo ao comparar com a gestão do seu antecessor, Fernando Pimentel (PT). Na sequência, o governador apontou que assumiu em 2019 com o foco em operar com austeridade econômica e elogiou seu secretariado com foco no número reduzido de pastas.
“Eu quero dizer que o que nós estamos fazendo no governo de Minas é o que qualquer empresa faz, (contrata) gente competente. Todo meu secretariado foi escolhido, foi selecionado igual a Fiat contrata. Apesar de sermos o segundo estado mais populoso do Brasil, nós somos o que tem o menor número de secretarias: 12. Para time ganhar campeonato não precisa colocar 20, 30 jogadores em campo não, precisa de 11 craques. É o que nós temos feito aqui e eu agradeço a minha equipe. Meu secretariado assumiu um estado desacreditado, que qualquer um teria recusado, e eu fico muito satisfeito de estarmos hoje com um estado que voltou a ter credibilidade, que voltou a dar orgulho para os mineiros”, afirmou o mineiro.
Um dos principais pontos de crítica de Zema aos governos petistas é justamente o que ele considera um excesso de pastas e cargos na estrutura do Executivo.

Lula visitou Minas com uma comitiva de ministros, incluíndo Fernando Haddad e Alexandre Silveira
Leandro Couri/EM/D.A Press

Presidente aproveitou para tirar fotos com os trabalhadores da StellantisLeandro Couri/EM/D.A Press

Ao finalizar o discurso, o governador ainda endereçou outra crítica ao governo federal ao falar sobre os juros cobrados sobe as parcelas do bilionário débito de Minas Gerais com a União. Zema se disse esperançoso em resolver “o problema em sua raiz” se referindo ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag), que cria mecanismos para reduzir as taxas cobradas das unidades federativas.
Lula fechou a cerimônia e, em seu discurso final, fez críticas a Jair Bolsonaro (PL), ao presidente americano Donald Trump, e respondeu à indireta de Zema acerca do número de secretarias e ministérios.
“Eu tenho sorte, muita sorte de ter uma equipe extraordinária como essa. O importante não é discutir se você tem 1 ou 10 ministros, o importante é discutir a qualidade das pessoas que você tem, dos compromissos que as pessoas têm. Eu não quero só um cara formado em filosofia, um cara formado em engenharia. Eu quero pessoas que tenham, antes de tudo, sensibilidade do coração para entender a sociedade brasileira, para saber como é que vivem as pessoas, como é que vivem as pessoas empregadas, como é que vive uma pessoa que está na rua”, afirmou Lula.
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