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string(7278) "Pré-candidato à Presidência da República, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirma que não deve abrir mão de ser cabeça de chapa nas eleições de 2026. Após descartar ser vice do senador Flávio Bolsonaro (PL), o chefe do Executivo mineiro disse que irá aguardar pesquisas e conversas para definições, entretanto, a intenção é manter o perfil de “comandar a empresa”. Zema fez uma avaliação sobre o cenário eleitoral durante entrevista ao programa Café com Política, exibida nesta terça-feira (13/1) no canal no YouTube de O TEMPO.
O governador de Minas afirmou ter um perfil diferente de Flávio Bolsonaro, assim como dos outros pré-candidatos ao Palácio do Planalto, como os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União), do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Conforme Zema, apesar de todos serem da direita, ele foi o único que conseguiu “tirar o Titanic do fundo do mar”, em crítica à gestão anterior de Minas, sob o comando de Fernando Pimentel (PT).
“Não estou falando que eles não dariam conta”, pontua. “Os outros estados estão muito mais bem organizados ou estavam do que em Minas Gerais. Aqui em Minas eu provei que é possível consertar a tragédia do PT. E quem é mineiro que aqui estava em 2018 sabe a tragédia que foi esse estado.”
Zema cita, ainda, a experiência dele na iniciativa privada, em mais de 30 anos de atuação, como um diferencial para o comando da máquina pública.
“Criei uma empresa praticamente do zero, que gera cinco mil empregos diretos hoje, que tem filiais em todo o estado de Minas e estados vizinhos, e sempre montei bons times. O meu negócio é montar time bom para fazer a coisa acontecer”.
Leia também: Zema defende que Novo indique vice na chapa ao governo de Minas e cita Fernanda Altoé como favorita
Nos últimos dias, vem crescendo os boatos de que Zema poderia participar da chapa de Flávio Bolsonaro como vice, em articulação liderada pelo senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, que defende a unificação de nomes à direita para barrar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entretanto, o chefe do Executivo mineiro descartou essa possibilidade.
Durante o Café com Política, ao ser questionado sobre possíveis composições com os demais pré-candidatos, Zema foi categórico em afirmar que não deve ceder na candidatura à presidência.
“Uma coisa que eu não abriria mão é de ser o cabeça de chapa. Eu sempre comandei a empresa, comandei o Estado, já mostrei que sei fazer isso. Agora, na política, nós sabemos que tudo é possível. Vamos ver como vão caminhar as pesquisas no futuro e como serão essas conversas”, explicou o governador.
A primeira candidatura a um cargo político por parte de Zema ocorreu em 2018, ao governo de Minas. Ingressando como um “outsider”, o governador afirma que já se considera “político” após mais de sete anos de mandato, entretanto, mantém os posicionamentos de quando ingressou na carreira.
“A minha visão de gestão continua a mesma. Eu acredito que o governo, para dar certo, tem de ser com gente competente e não com companheirada. Eu acredito que o governo, para dar certo, tem de gastar menos do que arrecada. E muitos políticos não pensam assim. Sou político hoje, mas continuo pensando diferente da maioria”, afirma.
Zema diz que é o mesmo nas redes e na vida real: 'Não enceno'
No projeto para viabilizar o nome nacionalmente, o governador Romeu Zema tem apostado nas redes sociais, que vão desde críticas ao governo do presidente Lula a publicações mais descontraídas. Mais recentemente, por exemplo, o governador publicou um vídeo feito com Inteligência Artificial em que aparece como vocalista, cantando uma música sobre Minas. Outra publicação inusitada do governador que viralizou foi quando ele apareceu comendo uma banana com casca, como uma sugestão para “economizar” em crítica à alta no preço dos alimentos em fevereiro do ano passado.
“Eu gosto de criticar aquilo de que eu discordo. E se nós formos ver o que o governo federal está fazendo é o contrário do que eu tenho feito aqui em Minas Gerais”, diz. “Lá em Brasília, continuam gastando mais do que a arrecadação, por isso que o juros está tão alto. O gasto federal e estadual tem algumas diferenças. Eles podem imprimir dinheiro, aqui nós não podemos imprimir dinheiro. Mas aqui eu tenho um governo que tem responsabilidade”, argumenta Zema.
Questionado sobre o uso das redes sociais, o governador afirmou que as publicações não se tratam de “encenações”. “Eu sou aqui a mesma pessoa que eu sou em qualquer lugar e falo as mesmas coisas. Eu não tenho aquela agenda oculta e a agenda pública”, explica.
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O governador de Minas afirmou ter um perfil diferente de Flávio Bolsonaro, assim como dos outros pré-candidatos ao Palácio do Planalto, como os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União), do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Conforme Zema, apesar de todos serem da direita, ele foi o único que conseguiu “tirar o Titanic do fundo do mar”, em crítica à gestão anterior de Minas, sob o comando de Fernando Pimentel (PT).
“Não estou falando que eles não dariam conta”, pontua. “Os outros estados estão muito mais bem organizados ou estavam do que em Minas Gerais. Aqui em Minas eu provei que é possível consertar a tragédia do PT. E quem é mineiro que aqui estava em 2018 sabe a tragédia que foi esse estado.”
Zema cita, ainda, a experiência dele na iniciativa privada, em mais de 30 anos de atuação, como um diferencial para o comando da máquina pública.
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Leia também: Zema defende que Novo indique vice na chapa ao governo de Minas e cita Fernanda Altoé como favorita
Nos últimos dias, vem crescendo os boatos de que Zema poderia participar da chapa de Flávio Bolsonaro como vice, em articulação liderada pelo senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, que defende a unificação de nomes à direita para barrar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entretanto, o chefe do Executivo mineiro descartou essa possibilidade.
Durante o Café com Política, ao ser questionado sobre possíveis composições com os demais pré-candidatos, Zema foi categórico em afirmar que não deve ceder na candidatura à presidência.
“Uma coisa que eu não abriria mão é de ser o cabeça de chapa. Eu sempre comandei a empresa, comandei o Estado, já mostrei que sei fazer isso. Agora, na política, nós sabemos que tudo é possível. Vamos ver como vão caminhar as pesquisas no futuro e como serão essas conversas”, explicou o governador.
A primeira candidatura a um cargo político por parte de Zema ocorreu em 2018, ao governo de Minas. Ingressando como um “outsider”, o governador afirma que já se considera “político” após mais de sete anos de mandato, entretanto, mantém os posicionamentos de quando ingressou na carreira.
“A minha visão de gestão continua a mesma. Eu acredito que o governo, para dar certo, tem de ser com gente competente e não com companheirada. Eu acredito que o governo, para dar certo, tem de gastar menos do que arrecada. E muitos políticos não pensam assim. Sou político hoje, mas continuo pensando diferente da maioria”, afirma.
Zema diz que é o mesmo nas redes e na vida real: 'Não enceno'
No projeto para viabilizar o nome nacionalmente, o governador Romeu Zema tem apostado nas redes sociais, que vão desde críticas ao governo do presidente Lula a publicações mais descontraídas. Mais recentemente, por exemplo, o governador publicou um vídeo feito com Inteligência Artificial em que aparece como vocalista, cantando uma música sobre Minas. Outra publicação inusitada do governador que viralizou foi quando ele apareceu comendo uma banana com casca, como uma sugestão para “economizar” em crítica à alta no preço dos alimentos em fevereiro do ano passado.
“Eu gosto de criticar aquilo de que eu discordo. E se nós formos ver o que o governo federal está fazendo é o contrário do que eu tenho feito aqui em Minas Gerais”, diz. “Lá em Brasília, continuam gastando mais do que a arrecadação, por isso que o juros está tão alto. O gasto federal e estadual tem algumas diferenças. Eles podem imprimir dinheiro, aqui nós não podemos imprimir dinheiro. Mas aqui eu tenho um governo que tem responsabilidade”, argumenta Zema.
Questionado sobre o uso das redes sociais, o governador afirmou que as publicações não se tratam de “encenações”. “Eu sou aqui a mesma pessoa que eu sou em qualquer lugar e falo as mesmas coisas. Eu não tenho aquela agenda oculta e a agenda pública”, explica.