Interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino, o julgamento, que, por ora, está inclinado à eleição indireta, ainda não tem data para ser retomado. Dino prometeu devolvê-lo à pauta quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicasse o acórdão da sessão em que Castro foi declarado inelegível, o que ocorreu nessa quinta-feira (23/4).
O ministro assegurou a permanência do presidente do TJRJ no governo horas após o diretório do PSD no Rio de Janeiro pedir a permanência do desembargador. O partido do ex-prefeito e pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro acusou Ruas de “burlar” a decisão do plenário ao pedir a transferência do cargo de governador interino a ele.
O presidente da Alerj argumentou que sua eleição lhe tornou o primeiro da linha sucessória. “A interinidade do presidente do TJRJ somente se legitimava enquanto vigente obstáculo jurídico ou fático à investidura do presidente da Alerj. Superado esse entrave, a Constituição impõe o retorno imediato à ordem sucessória normal por ela própria traçada”, alegou.





